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Ato em São Paulo reúne protestos contra Dilma e fortalece oposição

Milhares de paulistanos foram às ruas contra a corrupção envolvendo a Petrobras, o PT e as manobras para descumprir a Constituição.

Fonte: O Globo 

Ato em São Paulo reúne protestos contra Dilma, os desvios na Petrobras e a votação da meta fiscal

Segundo a Polícia Militar, 8 mil pessoas caminharam na Avenida Paulista durante a manifestação

Manifestantes saíram do Masp em direção a praça Roosevelt, no Centro de SP – Miguel Schincariol / AFP

Manifestantes saíram do Masp em direção a praça Roosevelt, no Centro de SP – Miguel Schincariol / AFP

Milhares de pessoas participaram de uma manifestação contra o governo Dilma, as denúncias de desvio de dinheiro na Petrobras e a flexibilização da Lei de Diretrizes e Orçamentárias neste sábado, em São Paulo. Segundo estimativa da PM, o protesto reuniu cerca de oito mil manifestantes. O ato foi organizado pelos movimentos Vem Pra Rua e Brasil Livre e teve apoio de políticos de oposição na convocação.

A caminhada começou no Masp, na Avenida Paulista, e seguiu até a Praça Roosevelt. O senador José Serra (PSDB) discursou ao final do protesto. Para Serra, o ato deste sábado fortalece a democracia e a cobrança sobre os políticos. O senador aproveitou para pedir paciência aos opositores caso as mudanças não aconteçam.

— As coisas não vão se resolver em uma semana, um mês ou um ano. Mas precisamos estar prontos para o imprevisto, para o improvável. Não há história sem fatos inesperados — disse ele, sem especificar o que seriam ‘fatos inesperados’.

São Paulo: Manifestação contra Dilma fortalece oposição

O senador eleito por São Paulo José Serra discursou em cima de um caminhão – Fernando Donasci / Agência O Globo

Já o senador Aécio Neves (PSDB), que gravou vídeo convocando para o ato, não compareceu. Na página oficial do senador no facebook, uma foto da manifestação foi postada.

As reivindicações do presentes ao ato se dividem em duas. De um lado está os que pedem intervenção militar no país. Do outro, concentram-se pessoas que protestam contra a corrupção na Petrobras e as mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

— Queremos a apuração das denúncias de corrupção na Petrobras, somos contra a aprovação da flexibilização da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e queremos divulgar o voto distrital — afirmou Rogério Chequer, um dos organizadores do Vem Pra Rua.

Ele acrescentou ainda que, nesse momento, o movimento não defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Apesar disso, uma série de participantes estava com bandeiras ou camisetas com a frase “Fora Dilma”.

Renas Santos, do Brasil Livre, afirmou que pede a menor intervenção estatal.

Também no Masp, os movimentos Movimento Brasil Revolucionário e Juntos Somos Fortes pediam a intervenção militar.

— Estamos vendo o início do comunismo. Não temos partidos aceitáveis — afirmou Maria Lucia Simões, do Juntos Somos Fortes.

São Paulo: Manifestação contra Dilma fortalece oposição

Alguns manifestantes pediram intervenção militar no país – Miguel Schincariol / AFP

Pouco antes dos manifestantes ocuparem a Paulista sentido Consolação, o tom dos discursos subiu. Embora os coordenadores afirmem que são contra o impeachment, muito diziam acreditar que a presidente Dilma não vai conseguir governar.

— Esse governo não vai acontecer. Nunca um governo sofreu manifestações logo depois de eleito. Não queremos eles. Não aceitamos a forma como eles governam — afirmou Rennan Santos.

No lado do Vão Livre do Masp que pede a intervenção militar, o tom era ainda mais elevado.

— Não vim aqui para tirar foto, vim para derrubar esse governo de corruptos — afirmou um manifestante que se identificou como Mike Brasil.

Cristina Peviani, uma das fundadoras do MBR, diz que a intervenção é necessária para tirar os fichas sujas do governo.

Já o professor particular Vicente Martinez aproveitou a manifestação para vender camisetas com a inscrição “Fora Dilma e leva o PT junto”.

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‘Vamos manter viva’ a voz das ruas, diz Aécio

Aécio Neves: “O Brasil acordou nessas eleições. Esse é o nosso desafio: de manter viva essa chama. Eu caminho pelas ruas do Brasil inteiro, e o sentimento que eu tenho é de vitória.”

Oposição vigorosa

Fonte: PSDB

Aécio disse que vai manter viva a voz das ruas

Aécio Neves e lideranças partidárias conclamaram, em São Paulo, os brasileiros para que mantenham a garra e a luta em favor de mudanças. Foto: Orlando Brito

Em ato político, em São Paulo, Aécio Neves diz ‘vamos manter viva’ a voz das ruas

No primeiro ato político, depois das eleições, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, e lideranças partidárias conclamaram nesta sexta-feira (14/11), em São Paulo, os brasileiros para que mantenham a garra e a luta em favor de mudanças. O ato reuniu mais de 700 pessoas e vários integrantes da oposição. Aécio lembrou que, nesta campanha, uma das marcas foi o apelos das ruas pelo fim da corrupção.

“Os brasileiros foram às ruas para dizer que ‘basta de tanta corrupção‘ e de ‘tanto descaso’. O Brasil acordou nessas eleições. Esse é o nosso desafio: de manter viva essa chama. Eu caminho pelas ruas do Brasil inteiro, e o sentimento que eu tenho é de vitória. Pela primeira vez, aqueles que venceram essas eleições, enfrentarão uma oposição conectada com os sentimentos das ruas e dos brasileiros”, afirmou ele.

Aécio e os tucanos ressaltaram que o PSDB fará uma oposição ética, atenta e vigorosa.

“O PT verá uma oposição vigorosa e corajosa para denunciar as irregularidades, mas também patriótica”, afirmou Aécio, acrescentando: “Se alguns poderiam achar que a derrota eleitoral abateria o meu ânimo, eu me sinto hoje mais determinado, com maior disposição, para exercer o papel que nos foi delegada pela sociedade brasileira.”

Aécio relembrou, no entanto, que a campanha presidencial também registrou momentos desagradáveis, como as infâmias produzidas pelos adversários contra ele, caracterizando um verdadeiro terrorismo político. “Foi a campanha da infâmia e das mentiras em benefício de um projeto de governo. A história registrará que utilizaram o terrorismo”, disse.

Participação

Participaram do ato político o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o presidente do PSDB em São Paulo, o deputado federal Duarte Nogueira, presidente nacional do Solidariedade, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP), o deputado eleito Bruno Covas (SP), o ex-governador Alberto Goldman, e o deputado José Aníbal, entre outros.

Candidato a vice na chapa de Aécio, Aloysio Nunes destacou que, na campanha eleitoral, houve o grito de liberdade evocado por 51 milhões de brasileiros que votaram em favor da candidatura Muda Brasil. O lema, reiterou ele, é fazer a oposição: “Nós não daremos trégua em nenhum momento”.

Em viagem ao exterior, o senador eleito José Serra (PSDB-SP) enviou uma mensagem por escrito para os participantes do ato político. “O resultado das eleições em São Paulo [onde Aécio conquistou dos 64% votos] atesta: PT aqui, não”, disse Serra, na mensagem, sendo aplaudido pelos presidentes. “O novo país é possível”, acrescentou.

Duarte Nogueira afirmou ainda que o exemplo do que ocorreu em São Paulo, em que Alckmin venceu no primeiro turno e Aécio obteve maioria dos votos, é o da “boa política” executada com transparência e competência.

Eleições 2014: Aécio vai agradecer votos dos brasileiros

Aécio vai começar por São Paulo uma série de viagens aos estados para agradecer os 51 milhões de votos recebidos na disputa presidencial.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio vai agradecer votos de paulistas

Aécio fará ‘tour’ pelo Brasil para agradecer apoio de eleitores. Foto: Bobby Fabisak/Estadão

Aécio começa por São Paulo série de viagens para agradecer votos

Festa tucana, marcada para a próxima sexta na capital paulista, reunirá Alckmin, Serra e FHC

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), vai começar por São Paulo — estado onde teve a maior votação — uma série de viagens aos estados para agradecer os 51 milhões de votos recebidos na disputa presidencial. O ato, marcado para a próxima sexta-feira, às 11h, está sendo organizado pela cúpula tucana paulista: o governador Geraldo Alckmin, seu braço-direito, Edison Aparecido, e o ex-coordenador da campanha em São Paulo, Alberto Goldman.

Estão sendo convidados prefeitos, parlamentares, integrantes do Diretório Nacional e representantes dos partidos aliados. Como o candidato a vice e líder no Senado, Aloysio Nunes Ferreira, e o senador eleito José Serra estavam no exterior e não puderam estar no ato em Brasília, eles participarão do evento paulista, que deverá contar ainda com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

— Falei com o Aécio e disse: você precisa vir logo a São Paulo. Ele me deu o sinal verde para organizar para a próxima sexta-feira. Já acertei com Geraldo (Alckmin), e Goldman vai acertar com Fernando Henrique — disse Edison Aparecido.

CONEXÃO COM O LEITOR

Como presidente do partido, Aécio deverá participar de eventos em outros estados para manter a conexão com os eleitores.

— Será um ato político em que o Aécio vai repetir o discurso feito em Brasília e reafirmar sua liderança no estado, onde teve sua maior votação. Como presidente do PSDB, ele vai visitar posteriormente todos os estados — disse Goldman.

— Permitam-me os colegas do PSDB e da nossa coligação, mas Santa Catarina vai ter que ser o primeiro que V. Exª visitará como grande líder das oposições e representante dos 51 milhões de brasileiros que agora têm voz — cobrou o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), durante o discurso no Senado.

PT encolhe em 4 dos 5 maiores colégios eleitorais do país

A partir de 2002, o PT vem perdendo força nos cinco maiores colégios eleitorais do país, que somam 77 milhões de eleitores.

Eleições 2014

Fonte: O Globo – Na base de Dados 

PT fica menor em 4 dos 5 maiores colégios eleitorais

Depois da vitória de Lula em 2002, votação do PT vem caindo. Foto: Andre Dusek/AE

PT perde força em quatro dos cinco maiores colégios eleitorais do país

Os cinco maiores colégios eleitorais do país somam 77 milhões de eleitores, ou seja, 54% dos eleitores estão concentrados em apenas cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul. Entre eles, como sabemos, São Paulo lidera com mais de 31 milhões de eleitores. A força desses estados numa disputa presidencial é considerável e pode ser decisiva. O Núcleo de Jornalismo de Dados do GLOBO organizou gráficos com os desempenhos do PT e PSDB nesses colégios eleitorais nas disputas presidenciais do 2º turno desde 2002.

Os dois partidos que têm liderado o processo eleitoral brasileiro apresentam forças bastante distintas nesses estados, sobretudo a partir de 2002 e, ao que tudo indica, em três desses estados, o PT vem perdendo força; num quarto só teve a hegemonia dos votos em 2002; enquanto em outro tem conseguido manter a sua força. Com exceção desse últimocolégio eleitoral, as tendências observadas nos demais apontam para uma maior resistência dos eleitores aos candidatos do PT, sugerindo que o partido poderá ter enormes dificuldades de ampliar a sua votação nessas áreas nas próximas eleições presidenciais. O Blog do Núcleo de Dados conversou com o cientista político e professor da Universidade Federal do Estado do Rio (Unirio) Felipe Borba para compreender melhor o cenário.

Depois da vitória em 2002, o PT perdeu espaço no estado mais populoso do país. Este ano, a distância entre o PSDB e o PT em São Paulo alcançou 29 pontos percentuais. Um recorde no estado que tem grande força de influência política e econômica no país e vem sendo administrado há duas décadas pelo PSDB. De 2015 a 2018, São Paulo vai continuar com a administração tucana, com Geraldo Alckmin à frente do estado.

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O estado liderado pelo então candidato Aécio Neves, Minas Gerais, tem dado vitórias seguidas aos candidatos do PT desde 2002, porém, essas distâncias estão diminuindo. O declínio da força do PT em Minas começou em 2006 e, este ano, apresentou uma diferença em relação ao PSDB de apenas cinco pontos percentuais. Em 2002, essa diferença a favor do PT era de 33 pontos percentuais. Portanto, em quatro eleições, o Partido dos Trabalhadores perdeu 28 pontos percentuais de frente sobre o PSDB, um declínio médio de 7 pontos a cada eleição.

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Depois da vitória esmagadora de Lula em 2002, a votação do PT no Rio de Janeiro também vem caindo. Em 12 anos, o partido viu sua força eleitoral encolher 24 pontos percentuais. Na eleição de Lula, o PT apresentou uma vantagem de 58 pontos percentuais sobre o PSDB no Rio. Este ano, a diferença caiu para 10 pontos percentuais. O interessante no caso do Rio é que o estado, nesse período, não foi administrado pelos dois partidos, mas pelo PSB e PMDB.

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Na Bahia, o domínio petista atingiu o seu auge em 2006. Apesar da pequena queda em 2010 e 2014, o partido continua mantendo uma ampla vantagem sobre o PSDB. Esta ano, a vantagem chegou a cerca de 40 pontos percentuais. Dos cinco maiores colégios eleitorais, a Bahia, administrada pelo petista Jacques Wagner, é o único que o PT mantém a hegemonia dos votos no segundo turno. O PT vai governar a Bahia novamente entre 2015 e 2018.

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O PT não vence no estado do Rio Grande do Sul desde 2002, ano da eleição de Lula. No segundo turno de 2014, essa diferença foi de sete pontos percentuais a favor do PSDB.

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Ao que tudo indica, o PT vem perdendo força de mobilização eleitoral em pelo menos 4 dos cinco maiores colégios. O que pode explicar essa perda de força do PT?

Felipe Borba: A perda de força nesses grandes centros é o que explica, em parte, a diminuição da diferença entre o PT e o PSDB no segundo turno desde a primeira vitória do Lula em 2002. Difícil apontar um único fator. Há, naturalmente, o desgaste do partido depois de 12 anos no poder. É difícil manter uma hegemonia tão forte por tanto tempo. Outra razão é que a dificuldade de o governo em resolver questões urbanas, como mobilidade e atendimento de saúde, que nos centros são caras e lentas. Melhorar a vida dos pequenos municípios é, sem dúvida, muito mais fácil.

Se as tendências se mantiverem, é possível que o PT continue vencendo na Bahia em 2018, contudo, parece haver um aumento da força do PSDB nos outros estados nas disputas de segundo turno. Há saída para o PT?

Borba: O partido precisa se reinventar depois de tantos anos no poder – e isso não é simples. Se mantiver a tendência de diminuição da diferença, é bem provável que o PSDB vença em 2018. Se reinventar, nesse caso, é enfrentar os problemas dos grandes municípios, sinalizar que o foco do governo é o Brasil inteiro e não apenas os pobres, mostrar para a classe média que também está de olho nos seus problemas. O clima de opinião é desfavorável nos grandes centros.

O movimento ascendente do PSDB em SP em parte se reflete no domínio do partido nesse estado no controle da máquina estadual. Isso poderia ser interpretado também no caso da Bahia, com o PT comandando a máquina. Agora, e no Rio de Janeiro onde o PSDB vem crescendo embora a máquina seja controlada pelo PMDB. O que poderia explicar esse movimento?

Borba: Num certo sentido, o voto no Rio vem repercutindo essa tendência nacional de diminuir o voto no governo e aumentar o da oposição. Mas não podemos esquecer que, no Rio, houve uma briga entre a máquina estadual e a federal. O movimento Aezão não deu a vitória ao Aécio, mas ajudou muito que o PT não repetisse o desempenho dos pleitos anteriores.?

 A eleição de 2014 deu sinais de que o PT enfrenta agora uma situação muito diversa daquela de 2002 quando chegou ao poder.

Borba: Como eu disse, a tendência dos votos no segundo turno indica o favoritismo do PSDB para 2018. A boca do jacaré está fechando. A diferença que foi de mais de 20 pontos percentuais em 2002 cai para 3 pontos percentuais agora. Agora dependeremos da conjuntura de 2018 para ter certeza do quadro. Alckmin, possível candidato do PSDB, tem quatro anos como governador e a crise de falta d´água para enfrentar. Se fracassar nessa tarefa, sairá enfraquecido. Também é importante saber se o Lula volta ou não. Uma liderança carismática é capaz de alterar tendências desfavoráveis.

2º turno: Aécio vai iniciar campanha em São Paulo

Aécio: Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio vai iniciar campanha do segundo turno em São Paulo

Aécio: “A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira”. Foto: Coligação Muda Brasil

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 07-10-14

Assuntos: eleições 2014; compromissos; PSB

Sobre agenda em SP e compromissos com trabalhadores.

Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores. Porque o nosso governo será o governo da retomada do crescimento, da valorização do emprego, do controle da inflação. E quero aqui, ao lado do governador Geraldo Alckmin, do senador José Serra, agradecer a todos aqueles que nos ajudaram a ter um extraordinário resultado no primeiro turno.

Vamos continuar, desde o primeiro dia, defendendo aquilo em que acreditamos e mostrando que temos o melhor projeto para o Brasil. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais a candidatura de um partido político ou de uma coligação. A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira.

Estou pronto para liderar um projeto em favor do Brasil, em favor de uma nova política, em favor de uma construção coletiva. E, para isso, reitero aqui aquilo que tenho dito nas várias reuniões das quais participo. A nossa proposta de governo é uma proposta sempre aberta a novas contribuições. Até porque um programa de governo é uma obra que não termina nunca. É uma construção permanente, sempre aberta a aprimoramentos. E é isso que construiremos a partir desses próximos dias, com nossos compromissos cada vez mais explícitos no campo da sustentabilidade, no campo da melhoria da qualidade da educação, avançando sempre na direção da escola de tempo integral.

Vamos construir um projeto que seja da maioria dos brasileiros. Estou extremamente otimista para que, nessas próximas semanas, façamos uma campanha à altura da expectativa dos brasileiros. Da minha parte, farei a campanha propositiva, campanha que fala de valores, mas a campanha que respeita o adversário.

Sobre o fim da reeleição e convergência com o desejo de Marina Silva.

Essa proposta está já nas nossas diretrizes, eu defendo há muito tempo. Acredito que o mandato de cinco anos e a coincidência das eleições é um avanço. Eu vejo, inclusive, que há convergências importantes entre as propostas do programa de governo da candidata Marina e as nossas. Agora, essa é uma questão que não depende de mim. Essa é uma questão em que temos que respeitar o tempo e as discussões internas de cada um daqueles que se posicionaram em outra direção no primeiro turno. O segundo turno é sim o momento das convergências, é o momento das aproximações. Estou muito sereno. Vou continuar defendendo aquilo em que acredito e vamos aguardar, com muito respeito, a movimentação dos outros candidatos.

Sobre o próximo mandato.

Sou a favor do mandato de cinco anos sem reeleição para todos os cargos públicos. A questão desse [próximo] mandato em especial tem que ser discutida no Congresso por uma razão específica. Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas, em que a decisão unilateral do candidato resolveria o problema. Estamos falando de reeleição de governadores e de reeleição de prefeitos. Então, precisa haver um entendimento no Congresso Nacional em relação a isso. Mas a tese do fim da reeleição e mandato de cinco anos é uma tese que advogo e defendo há muitos anos.

Acredito que cinco anos é um bom tempo para um mandato. Já tinha muitas dúvidas sobre a questão da reeleição. Foi uma experiência – votamos a favor –, uma experiência que o Brasil viveu, mas nada impede que você evolua. A minha posição é essa. Acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizar a reeleição com essa mistura sem limites entre o público, o privado e o partidário, como assistimos nessa eleição. Se eu já tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade e as vantagens da reeleição, eu acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizá-la.

Sobre possibilidade de reeleição para o próximo presidente.

É uma questão para ser discutida. Não morro de amores pela reeleição. Agora, estamos falando em teses, estamos falando em projetos para o Brasil. Repito: defendo a coincidência dos mandatos e isso, obviamente, envolve outras negociações, como com prefeitos, com parlamentares, claro, e com governadores de Estado. Não é uma decisão unilateral de um candidato à Presidência da República.

Sobre Beto Albuquerque

Falei por telefone com o Beto e apenas uma palavra de amigo. Cumprimentei pelo desempenho, como falei ontem por telefone com a candidata Marina e agradeci o seu telefonema. Vamos ter tranquilidade. Agora é hora de os partidos discutirem internamente. Cada uma dessas forças tem o seu sistema de decisão, tem os seus colegiados. Seria estranho que não os ouvissem. Vamos aguardar com muita serenidade.

Repito aqui para vocês, estou imensamente feliz com o resultado que tivemos. Agradecido a todos os brasileiros, e faço isso através do governador Geraldo Alckmin, do companheiro José Serra. Amanhã, em Brasília, a partir das 15h30, estarei reunindo nossos companheiros de todo o Brasil e vamos fazer ali um grande esforço, uma grande movimentação, já para que cheguemos no segundo turno na frente e vençamos as eleições

Sobre os participantes da reunião.

Todos os que participaram conosco dessa eleição, vitoriosos ou não. Vamos fazer uma grande movimentação a partir de amanhã em Brasília para que a mobilização que houve no primeiro turno não diminua no segundo turno, ao contrário. Será um momento de confraternização entre os nossos companheiros e de reafirmação dos nossos compromissos. Não paremos um minuto sequer.

Pupilos de Lula não emplacam

Cenário do estado de São Paulo foi o pior possível: Dilma perdeu em cidades governadas pelo PT e em São Bernardo, dirigida por Luiz Marinho.

São Paulo rejeita PT

Fonte: O Globo

2014: Lula não emplacou pupilos

Lula: suas duas apostas pessoais, Alexandre Padilha, em São Paulo, e Lindbergh Farias, no Rio, fracassaram. Divulgação

Lula sofre derrota em casa e pupilos não emplacam

Além do mau desempenho de Padilha e Lindbergh, o PT assistiu à sua bancada federal enxugar nas urnas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva queria dois dias de descanso para “recuperar um pouco a garganta”, mas teve de cancelar a folga. Nesta segunda-feira, já estava no instituto que leva seu nome para avaliar o mau desempenho do partido nas urnas. Suas duas apostas pessoais, Alexandre Padilha, em São Paulo, e Lindbergh Farias, no Rio, fracassaram. O cenário do estado de São Paulo foi o pior possível: a presidente Dilma Rousseff perdeu em cidades governadas pelo PT e na própria São Bernardo do Campo, dirigida por Luiz Marinho, um dos coordenadores da campanha à reeleição.

Até para Marina Silva (PSB) Dilma perdeu em Mauá, governada pelo PT e uma das maiores cidades do ABC Paulista. Perdeu para Aécio Neves (PSDB) em Santo André, comandada pelo petista Carlos Grana, forte aliado de Lula, e nas cidades petistas de Guarulhos, Osasco e São José dos Campos, onde ela e Lula participaram de comícios, carretas e caminhadas. Na periferia da capital, onde Lula chegou a fazer três atos políticos por dia, o jogo ficou dividido entre Dilma e Aécio, que ganhou em São Miguel Paulista, Ermelino Matarazzo e Campo Limpo. A representação do PT paulista perdeu cinco deputados, fechando as contas em dez cadeiras. No plano nacional, o partido caiu de 88 vagas para 70.

As derrotas do PT são históricas em São Paulo, mas Lula, no mês passado, fez questão de destacar em um discurso que ele próprio ganhou no segundo turno contra o tucano José Serra em 2002, quando foi eleito presidente pela primeira vez. Naquela época, era ele quem incorporava o espírito de mudança. Hoje, sua legenda é a da continuidade. Desta vez, no entanto, a votação de Dilma foi ainda menor do que no primeiro turno de 2010, contra o mesmo Serra.

Há pelo menos duas semanas, o ex-presidente tem culpado o próprio partido pela anunciada derrota de Padilha. No ano passado, diante das manifestações de junho, criticou a legenda por ter perdido a ponte com as ruas. Lideranças do partido evitam dizer que seu líder principal tenha perdido prestígio. Outras dizem que faltou empenho do ex-presidente, como no Rio, onde os aliados de Lindbergh dizem que o senador fez sua campanha sozinho, uma vez que o PT e a presidente Dilma não queriam ferir suscetibilidades com os candidatos aliados de outras legendas, como os dois que foram para o segundo turno: Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB).

Preferência por enfrentar Aécio

Se Lula faltou no Rio, em São Paulo não há como negar que ele puxou Padilha pela mão e o levou ao interior do estado, à Grande São Paulo e à periferia da capital. Foram caminhadas e comícios em que Lula falava até quase acabar a voz. Em setembro, Dilma passou mais de dez dias em São Paulo. Os dois conciliavam algumas agendas, mas preferiam “atirar” em duas frentes para multiplicar as atividades políticas.

– Não faltou empenho de Lula nem força. E isso que falam dos “postes” é uma tentativa de Lula para a renovação do PT na porrada, com os nomes do bolso do colete. Não é uma pirraça, por trás desses “postes” está a tentativa de renovar o partido – diz um interlocutor próximo de Lula, para quem o ex-presidente disse que o melhor adversário de Dilmaseria mesmo Aécio Neves:

– Para ele, existia uma zona cinza confundindo o eleitor de Marina e do PT.

O que faltou em São Paulo, avaliam as lideranças, foi puxador de voto. Grandes nomes da legenda ficaram fora do jogo, três delas por estarem presas e condenadas no caso do mensalão: José Dirceu, que em 2002 teve meio milhão de votos, e João Paulo Cunha, líder do ranking nas duas últimas eleições. José Genoino não pode ser considerado um puxador, mas sempre foi um nome de destaque nas campanhas, com interação nos redutos eleitorais dos outros candidatos e capaz de segurar “no grito” caminhadas e comícios.

– Na verdade, não tivemos puxadores desta vez. Também passamos por um desgaste em relação à cidade de São Paulo, que começou a ser superado há pouco tempo – disse Francisco Rocha, o Rochinha, coordenador da maior tendência interna do PT, a Construindo um Novo Brasil (CNB), da qual Lula faz parte.

Rochinha se refere aos baixos índices de aprovação dos eleitores ao prefeito petista Fernando Haddad. Mas a análise vai além: para o dirigente petista, pesa sobre o resultado eleitoral o desgaste sofrido com o mensalão. Mas, para ele, Lula “jamais teve sua imagem abalada”.

O cientista político Claudio Couto, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), explica que Lula sofre um “desgaste que é natural se o mandato está mais distante e pelo tempo decorrido”. Para ele, a missão do ex-presidente é mais difícil que a da eleição passada:

– Em 2010, ele estava indicando a continuidade de seu governo, que era bem avaliado. O governo Dilma tem vida própria, para o bem ou para o mal, fica mais difícil transferir votos. O PT está há muitos anos no governo e sofre um desgaste e, desde junho do ano passado, há uma onda desfavorável ao partido em São Paulo.

Para Bruno Speck, professor de ciência política da Unicamp, a análise do resultado eleitoral deve considerar que o eleitorado paulista é conservador:

– Não creio que seja um sinal de perda de força política. Lula ainda possui uma grande força política. A força do partido migrou, claramente, para o Nordeste.

Aécio tem forte reação e avança 8 pontos em São Paulo

Pesquisa Datafolha indica forte crescimento de Aécio Neves em São Paulo e aponta empate com Dilma Rousseff na corrida presidencial.

Eleições 2014

Fonte: Folha de S.Paulo

Aécio tem forte reação em São Paulo e avança 8 pontos

Datafolha apontou empate entre Aécio e Dilma Rousseff, em São Paulo. Foto: Marcos Fernandes

Crescimento em SP empurra Aécio na disputa com Marina

Candidata do PSB ainda lidera no Estado, com 31%, acima de sua média nacional, mas perdeu 11 pontos em um mês

Tucano aproveitou força estadual do PSDB e tem os mesmos 26% da petista.

DE SÃO PAULO

Aécio Neves (PSDB) teve forte reação em São Paulo e empatou com Dilma Rousseff (PT) nas intenções de voto de paulistas para presidente.

Pesquisa Datafolha concluída na terça-feira (30) põe o tucano e a petista empatados no Estado com 26%.

A liderança ainda é de Marina Silva (PSB), com 31%. Mas a ex-senadora vem perdendo votos para o tucano.

As intenções de voto dos paulistas em Aécio superam a média dele no país, de 20%.

O resultado de São Paulo é relevante porque o Estado detém pouco mais de um quinto dos eleitores brasileiros. Assim, cada ponto conquistado –ou perdido– tem forte influência na eleição.

Há um mês, Aécio tinha 18%. Marina, 42%. Desde então, ela perdeu 11 pontos, enquanto Aécio avançou 8.

Dilma foi de 23% para 26%, dentro da margem de erro de dois pontos da pesquisa.

Para Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, esse avanço de Aécio tem dois motivos: a presença forte do PSDB no Estado (o tucano Geraldo Alckmin lidera com 49% para governador); e a forte rejeição de 42% a Dilma.

Apesar de ainda liderar (acima de sua média nacional, de 25%), Marina teve aumento de seu índice de rejeição. Há um mês, 13% diziam que não votariam nela de jeito nenhum. Agora, são 21%.

A rejeição a Aécio (20%) é a mesma de 30 dias atrás.

A aversão à ex-senadora acompanha os ataques de seus adversários que tentam desconstruir seu discurso de nova política e mostrar que são mais preparados.

Aécio tem forte reação em São Paulo, mostra Datafolha

Aécio Neves subiu de 16% para 22% das intenções de voto no Estado de São Paulo. Marina Silva (PSB) perdeu espaço e caiu de 40% para 34% das intenções de voto.

Fonte: Exame.com 

Marina cai de 40% para 34% em SP, diz Datafolha

Ela é seguida por Dilma Rousseff (PT), com 27% – um ponto a mais do que no levantamento do dia 9 de setembro

Datafolha: Aécio tem forte reação em São Paulo

Aécio reage forte em São Paulo. Divulgação

Leia também:

Pesquisa IstoÉ/Sensus mostra Aécio empatado tecnicamente com Marina

O detalhamento da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (26) mostra que, em São Paulo, a líder Marina Silva (PSB) perdeu espaço e caiu de 40% para 34% das intenções de voto.

Ela é seguida por Dilma Rousseff (PT), com 27% – um ponto a mais do que no levantamento do dia 9 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 16% para 22% das intenções de voto no Estado de São Paulo.

Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Zé Maria (PSTU) têm 1% cada. Brancos e nulos somam 7% e os indecisos são 4%.

A margem de erro é de 2 pontos porcentuais e o índice de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento, encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, ouviu 2.114 eleitores em 60 municípios e está registrado no TRE-SP sob o número 00046/2014.

Eleições 2014: Aécio lidera entre eleitores que conhecem os 3 candidatos

Datafolha: eleitores que conhecem “muito bem” ou “um pouco” os 3 concorrentes, Aécio lidera com 29%. Dilma tem 23% e Campos 14%.

Eleições 2014

Fonte: Blog Fernando Rodrigues Folha

Aécio fica à frente de Dilma e Campos entre eleitores que conhecem os 3

Fernando Rodrigues

Grupo ainda é pequeno: só 20% conhecem os 3 concorrentes, diz Datafolha

Este é apenas um exercício para ajudar a compreender como o cenário sucessório ainda é volúvel. Quando se isolam na pesquisa Datafolha os eleitores que dizem conhecer “muito bem” ou “um pouco” os 3 principais concorrentes, o resultado é o seguinte: Aécio Neves (PSDBlidera com 29%Dilma Rousseff (PT) tem 23% e Eduardo Campos (PSB) fica com 14%.

É importante notar que esse universo de eleitores é pequeno: só 20% dos eleitores brasileiros dizem conhecer muito bem ou um pouco os 3 principais concorrentes ao Planalto.

A margem de erro fica em 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Também é relevante considerar que quando o grau de conhecimento dos candidatos for bem alto para todos (em meados de setembro), nada garante que os percentuais apurados agora sejam replicados para o universo completo do eleitorado.

Mesmo com todas essas ressalvas, chama a atenção a estratificação com os eleitores apenas do Estado de São Paulo. Isso foi possível porque houve uma amostra grande na pesquisa realizada nos dias 4 e 5 de junho pelo Datafolha, que também aferiu a intenção de votos entre os paulistas sobre a disputa pelo governo local.

Em solo bandeirante e entre os que conhecem os 3 principais candidatos, Aécio Neves tem 33%Dilma Rousseff e Eduardo Campos ficam empatados em segundo lugar, com 17% cada um. Nesse caso, a margem de erro sobe para 4 pontos percentuais.

Eis os números:

Aécio fica à frente entre eleitores que conhecem os 3 candidatos

Datafolha fez uma estratificação desse tipo em abril de 2014. À época, havia um empate triplo entre DilmaAécio e Campos. Seria um erro fazer uma comparação do atual levantamento com o de abril, pois os universos são diferentes. Em abril, 17% diziam conhecer os 3 principais candidatos. Agora, são 20%.

Este Blog mantém a mais completa página de pesquisas eleitorais da internet brasileira, com levantamentos de todos os institutos desde o ano 2000. Também é possível ver em tabelas detalhadas os cenários do 1º turno de 2014 para as disputas de presidentegovernador e senador.

Datafolha: Aécio vence Dilma em São Paulo

No maior colégio eleitoral do país: 61% rejeitam Dilma. 83% da população quer mudança, percentual bem mais alto do que no resto do Brasil.

Barbosa é mais influente que Lula em São Paulo

Fonte: Folha Poder

Em São Paulo, tanto Aécio quanto Campos derrotariam Dilma

Tem um lugar no Brasil onde 61% dos eleitores afirmam que não votariam na presidente Dilma Rousseff “ de jeito nenhum”. Lá, 83% da população quer mudança, um percentual bem mais alto do que no resto do Brasil. E só 23% aprovam o atual governo.

Provavelmente por isso, tanto Aécio Neves (PSDB) quanto Eduardo Campos (PSB) venceriam Dilma num segundo turno, com folga, caso a eleição fosse realizada apenas entre os eleitores desse lugar –o tucano ganharia por 46% a 34%; o ex-governador de Pernambuco, por 43% a 34%.

É um lugar onde a opinião política do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, é mais influente que a do ex-presidente Lula (29% votariam “com certeza” em alguém apoiado pelo magistrado, enquanto 24% fariam o mesmo com o petista). E onde mais da metade dos moradores (54%) dizem sentir vergonha pela realização daCopa do Mundo no Brasil.

Esse lugar é o maior colégio eleitoral do Brasil, o Estado de São Paulo. Os dados são da pesquisa Datafolha realizada entre os dias 3 e 5 de junho em todo o Brasil, com um número de entrevistas grande o suficiente em São Paulo para uma análise mais precisa sobre o comportamento eleitoral dos paulistas.

Datafolha: Aécio derrota Dilma em São Paulo

Editoria de Arte/Folhapress

São Paulo destoa do resto do Brasil em quase todos os temas investigados. Se fossem contabilizados só os votos dos eleitores do Estado, a disputa presidencial hoje estaria tecnicamente empatada entre Dilma, com 23%, e Aécio, com 20%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Em São PauloEduardo Campos tem 6%, seguido de perto por dois candidatos evangélicos: o Pastor Everaldo Pereira (PSC), com 4%, e o senador Magno Malta (PR-ES), com 3%. Já o candidato do PSTU, José Maria, alcança 2%.

Conforme os resultados apurados em todo o país, 30% do eleitorado nacional ainda não tem candidato a presidente da República. É um recorde desde 1989 para esse período pré-eleitoral. Em São Paulo, a soma dos indecisos com os que afirmam pretender votar em branco ou nulo é ainda maior: 37%.

Os paulistas são mais pessimistas que os demais brasileiros em todas as questões relacionadas à economia. Entre eles, 69% acham que a inflação vai subir, 52% esperam aumento do desemprego, 48% entendem que o poder de compra irá diminuir.

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