Arquivos do Blog

Criador de Dilma Bolada rompe com Dilma e critica presidente nas redes sociais

Jeferson Monteiro fez críticas à presidente Dilma Rousseff em sua conta pessoal no Facebook por causa do apoio do PMDB e de parte do empresariado.

Segundo Revista Época, Jeferson receberia R$ 20 mil por mês da agência Pepper Interativa, contratada pelo PT.

Fonte: O Globo

Criador de Dilma Bolada rompe com Dilma e critica presidente nas redes sociais

Jeferson, que costumava fazer postagens favoráveis à presidente no Twitter, disse que “Dilma não precisa de seu apoio nem o de ninguém que votou nela. Reprodução

Criador de Dilma Bolada critica a presidente no Facebook

Postagens contra Dilma também foram feitas no perfil da personagem no twitter

O criador do perfil Dilma Bolada, no Twitter, o publicitário Jeferson Monteiro, rompeu com a presidente Dilma Roussef nesta quarta-feira. Ele fez críticas à presidente Dilma Rousseff em sua conta pessoal no Facebook. Na rede social, Jeferson, que costumava fazer postagens favoráveis à presidente no Twitter, disse que “Dilma não precisa de seu apoio nem o de ninguém que votou nela.

Afinal, para ela só importa o apoio do PMDB e de parte do empresariado para que ela se mantenha lá onde está.” Jeferson acrecentou ainda que a presidente trocou o governo pelo cargo e citou uma música famosa, gravada pela sambista Beth Carvalho: “Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.”

Depois da publicação no Facebook, novas postagens contrárias ao governo Dilma também foram feitas no perfil “Dilma Bolada” no Twitter. Postagem assinada pela personagem criada por Jeferson diz: “Não consigo acreditar como meu Governo ainda tem 10% de ótimo ou bom. Tem alguma coisa de errado aí…” Como Dilma Bolada, Jeferson também disse no Twitter que não mudou de lado e que quem fez isso foi a presidente.

Na rede social Snapchat, Jeferson publicou um vídeo, explicando a postura em relação ao governo. Na gravação, ele diz que, pra quem é “amigo”, não foi surpresa. Segundo ele, a decisão já havia sido tomada há algum tempo.

Ele diz que já era possível perceber mudanças sutis nas publicações da personagem Dilma Bolada nas redes sociais, como críticas à política econômica do governo. Segundo Jeferson, o que o desestimulou muito foi a maneira como a presidente passou a fazer o “jogo do PMDB, de Renan (Calheiros), e do Eduardo Cunha”.

“Uma coisa é manter a governabilidade, outra é vender o governo para o PMDB”, diz Jeferson no vídeo.

Ainda na gravação, o publicitário diz que quem tem os maiores motivos para reclamar do governo são os eleitores que votaram na presidente Dilma. Jeferson também criticou as mudanças nos ministérios da Educação e da Saúde, que devem ser assumidos pelo atual chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e pelo deputado Manoel Júnior (PMDB-RJ), respectivamente.

No vídeo, o criador da Dilma Bolada diz que não defende impeachment sem motivo, que jamais vai defender a queda da presidente eleita legitimamente pelo povo. O publicitário disse ainda que não sabe como ficará o perfil de Dilma Bolada no Instagram e Facebook, mas que a conta no Twitter vai continuar.

PUBLICITÁRIO PRESTA SERVIÇO PARA AGÊNCIA QUE TEM CONTRATO COM O PT

De acordo com reportagem publicada no site da Revista Época em agosto, Jeferson receberia R$ 20 mil por mês da agência Pepper Interativa, contratada pelo PT. Segundo a publicação, as provas estão em documentos enviados por advogados da agência Pepper Interativa ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A Pepper trabalhou nas duas campanhas presidenciais de Dilma e tem contrato com o PT. A agência está sendo investigada no STJ na Operação Acrônimo, em que a PF aponta a existência de um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e outros petistas. À revista, Jeferson negou receber recursos do PT para manter a personagem Dilma Bolada, e que preste serviços à Pepper.

Procurada após as postagens de Jeferson com críticas ao governo Dilma, a Agência Pepper informou que ele é prestador de serviço da empresa e tem contrato renovado até 2016. A agência afirmou ainda que este contrato com o criador da Dilma Bolada não tem nenhuma relação com o que a empresa mantém com o PT.

Ainda segundo a Pepper, por iniciativa própria, a agência pediu para não renovar o contrato com o partido e deixará de atender a legenda em dezembro deste ano. Segundo, a Pepper, Jeferson presta serviços de estratégia e monitoramento digital das redes sociais para a empresa. Sobre a decisão de não renovar com o PT, a agência informou que o contrato não permite divulgar os motivo da rescisão, nem os valores do serviço.

Dilma transforma Dia do Trabalhador em Dia da Mentira em redes sociais

PSDB mostra que Dilma transformou Dia do Trabalho em “Dia da Mentira” e comparara trechos da fala de presidente veiculada na TV em 2014.

Partido também diz que é mentira a parte em que Dilma afirma que “o nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial nem o governo da mão dura contra o trabalhador”.

Fonte: O ESTADO DE S. PAULO

PSDB divulga vídeos acusando Dilma de mentir para os trabalhadores

Partido diz que Dilma transformou o Dia do Trabalho em ‘Dia da Mentira’ e comparara trechos da fala de presidente que foi veiculada na TV em 2014 a matérias recentes publicadas na imprensa sobre a situação da economia

O PSDB divulgou uma série de vídeos nas redes sociais na qual acusa a presidente Dilma Rousseff de ter mentido para os trabalhadores durante o pronunciamento realizado para comemorar o 1º de Maio do ano passado.

Na gravação, o partido diz que Dilma transformou o Dia do Trabalho em “Dia da Mentira” e comparara trechos da fala de presidente que foi veiculada na TV em 2014 a matérias recentes publicadas na imprensa sobre a situação da economia.

O PSDB rebate, por exemplo, o trecho que a presidente aparece dizendo que o governo está conseguindo vencer “a luta do emprego e do trabalho”, com uma matéria que afirma que a geração de empregos em 2014 foi a pior desde 2003, quando o PT assumiu o poder.

Confira um dos vídeos:

O partido também diz que é mentira a parte em que Dilma afirma que “o nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial nem o governo da mão dura contra o trabalhador”. Em contraposição, o PSDB mostra as medidas provisórias propostas pela equipe econômica que mudam as regras trabalhistas e reduzem alguns benefícios, como o seguro desemprego.

Confira outro vídeo divulgado pelo PSDB:

Na quinta-feira, 30, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), já havia divulgado uma nota em que criticava o fato de Dilma não fazer o pronunciamento na TV, como fez todos os anos para comemorar a data. Com medo de um novo panelaço, a petista preferiu apenas divulgar um vídeo pela internet.

1º de maio: ‘tuitaço’ e ‘panelaço’ contra Dilma e o PT nas redes sociais

Grupos combinam protestos para a noite de amanhã. Evento foi criado para chamar pessoas insatisfeitas para se manifestar no Dia do Trabalhador.

Dilma Rousseff (PT) publicará amanhã vídeos em suas redes sociais pessoais e nos sites oficiais do Palácio do Planalto para divulgar sua mensagem do Dia do Trabalhador.

Fonte: Estado de Minas

Redes sociais organizam ‘tuitaço’ e panelaço contra Dilma e o PT

Manifestantes organizam tuitaço e panelaço contra o governo Dilma

Para driblar protestos nas ruas e o panelaço, presidente fará pronunciamento apenas nas redes sociais. Manifestantes prometem usar o mesmo canal para mostrar insatisfação com o governo

A presidente Dilma Rousseff (PT) publicará amanhã vídeos em suas redes sociais pessoais e nos sites oficiais do Palácio do Planalto para divulgar sua mensagem do Dia do Trabalhador. Segundo assessoria de imprensa da Presidência da República, ainda não foi definido se o pronunciamento será divulgado em um único vídeo ou várias inserções a serem postadas ao longo do dia. Será a primeira vez que Dilma – desde 2011, quando assumiu o primeiro mandato – não usará a rede nacional de rádio e televisão para pronunciamento no Dia do Trabalhador.

Segundo o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva (PT), os vídeos serão gravados nesta quinta-feira. Ele não deu detalhes sobre qual será o conteúdo do pronunciamento da presidente. A decisão de usar as redes sociais para fazer o pronunciamento foi tomada pela coordenação política do governo no início da semana para evitar que um novo panelaço marcasse o discurso de Dilma, como aconteceu durante as manifestações do Dia Internacional da Mulher, em março.

O grupo próximo à presidente defende que ela só volte aos pronunciamentos quando diminuir
a crise política e econômica. Entre os que pediram para o Planalto abrir mão da fala em rede
nacional de rádio e TV, estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o marqueteiro João Santana.

A justificativa oficial do Planalto, no entanto, é de que a presidente precisa usar “outros modais” para se comunicar. Por meio das redes sociais, os grupos que organizaram as manifestações nas grandes cidades brasileiras nos últimos meses tentam se organizar para evitar que a estratégia da presidente de evitar protestos seja bem-sucedida.

Os Revoltados on line, grupo que defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff, convocou um panelaço para a noite desta sexta-feira. No entanto, os integrantes ainda não acertaram como vai ser o movimento. Na convocação oficial divulgada no Facebook do grupo, o panelaço está marcado para as 20h, enquanto outros defendem que o protesto só comece durante o Jornal Nacional, da Rede Globo, às 20h30.

Outros grupos também combinam protestos para a noite de amanhã. Um evento chamado
Panelaço e tuitaço” foi criado para chamar pessoas insatisfeitas com o atual governo para se manifestar no Dia do Trabalhador. “Nos anos de 2011, 2012 e 2013, a presidente Dilma Rousseff discursou em rede nacional de rádio e TV no dia 1º de maio.

Já em 2014, adiantou seu discurso para 30 de abril. Neste ano, o Planalto cortou o pronunciamento na TV e fará pelas redes sociais, mas nós vamos fazer um panelaço e também um tuitaço. Ao mesmo tempo, inundaremos o discurso da Dilma em sua página, com palavras de ordem como: fora, Dilma e fora, PT, convocou o grupo Devolvam meu país. Até a noite dessa quarta-feira, no entanto, apenas 173 pessoas tinham confirmado presença no evento.

Com medo de novo panelaço, Dilma não fará discurso no Dia do Trabalhador

Esta será a 1ª vez, desde que assumiu a Presidência, que Dilma não utilizará a cadeia nacional no feriado para falar aos trabalhadores.

Durante campanha, Dilma e o PT mentiram para os trabalhadores sobre arrojo

Fonte: O Globo

Acuada: Dilma com medo de novo panelaço não fará discurso no Dia do Trabalhador

Acuada: temendo novos protestos, como o panelaço, Dilma utilizará apenas as redes sociais para falar com trabalhadores. Foto: Ueslei/Marcelino Reuters

Dilma não fará pronunciamento no Dia do Trabalho

Será a primeira vez desde que assumiu o cargo que a presidente não utilizará a cadeia nacional de rádio e TV no feriado

A presidente Dilma Rousseff decidiu que não fará pronunciamento de rádio e TV na próxima sexta-feira, Dia do Trabalho. Na reunião de coordenação política nesta segunda-feira, foi decidido que será realizada apenas uma ação nas redes sociais. Esta será a primeira vez desde que Dilma assumiu a Presidência em 2011 que ela não utilizará a cadeia nacional no feriado para falar aos trabalhadores e prestar contas das ações do governo. Segundo o ministro Edinho Silva (Comunicação Social), a decisão não foi tomada por medo de protestos como o “panelaço”:

— Não, não é isso (medo de panelaço). A presidente vai dialogar com trabalhadores e trabalhadoras pelas redes sociais. Não vai haver pronunciamento em cadeia de rádio e televisão. Foi uma decisão de valorizar outros modais de comunicação. Ela valoriza as rádios, ela valoriza a comunicação impressa, a televisão. Ela resolveu, desta vez, valorizar as redes sociais. A presidente não teme nenhuma forma de manifestação oriunda da democracia. Foi decisão coletiva e unânime da coordenação que deveria dialogar pelas redes sociais. — afirmou.

No fim de semana, a presidente chegou a pedir a ministros que sugerissem medidas para serem anunciadas na sexta-feira. Entre elas, determinou que líderes da base aliada vissem o andamento da medida provisória do reajuste do salário mínimo, que o Planalto apresentou no mês passado. A medida prevê reajuste real do mínimo, mas ainda não tem data marcada para ser votada. Na semana passada, foi instalada a comissão especial para analisá-la.

Guerrilha virtual: PT quer usar dinheiro do fundo partidário para reforçar ações na internet

Análise interna que vazou esta semana afirma que aliados do Planalto estão levando uma “goleada” da oposição nas redes sociais.

PT tenta reverter o desgaste

Fonte: O Globo 

PT quer usar dinheiro do fundo partidário para reforçar ações da guerrilha virtual

Segundo fontes do PT, o partido pretende usar parte do fundo partidário para reforçar sua atuação nas redes sociais. Divulgação

PT quer usar fundo partidário para reforçar atuação nas redes

Após vazamento de análise interna, partido tenta reverter desgaste do governo Dilma

Detentor da maior fatia do fundo partidário, o PT aumentou de R$ 38,7 milhões para R$ 116 milhões o montante que receberá este ano, depois que o Congresso triplicou, em votação na última terça-feira, os recursos destinados para essa finalidade no Orçamento da União. O cálculo foi feito a pedido do GLOBO pela Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados. Segundo fontes do PT, o partido pretende usar parte desse dinheiro para reforçar sua atuação nas redes sociais, no momento em que a sigla, assim com o governo Dilma Rousseff, sofre forte rejeição. No Orçamento da União de 2015, a verba do fundo partidário passou de R$ 372 milhões para R$ R$ 867,56 milhões.

O PT tenta reverter o desgaste. Análise interna, que teria sido feita pela Secretaria de Comunicação da Presidência, e que vazou esta semana, afirma que aliados do Planalto estão levando uma “goleada” da oposição nas redes sociais. E aponta como um dos motivos a desmobilização nas redes após a reeleição de Dilma.

“A partir de novembro, as redes sociais pró-Dilma foram murchando até serem quase extintas. Principal vetor de propagação do projeto dilmista nas redes, o site Muda Mais acabou. Os robôs que atuaram na campanha foram desligados e a movimentação dos candidatos do PT foi encerrada”, diz o documento, que Dilmatrata como não oficial.

Durante a campanha de Dilma à reeleição, o comando do comitê eleitoral petista negou que estivesse utilizando robôs, sistema que publica mensagens automáticas com o intuito de elevar a popularidade nas redes sociais, e acusou o adversárioAécio Neves (PSDB) de lançar mão desse expediente.

Em segundo lugar na distribuição do fundo partidário, o PSDB terá um reforço de caixa de R$ 63,4 milhões, passando de R$ 31,7 milhões para R$ 95,1 milhões. A maior parte do fundo partidário, 95%, é distribuída de acordo com os votos recebidos na última eleição para a Câmara dos Deputados; e os 5% restantes são divididos igualmente entre todos os partidos. O líder do bloco de oposição no Senado, Álvaro Dias (PSDB-PR), criticou o aumento do Fundo Partidário e disse que a presidente Dilma deveria vetá-lo:

— Isso só aumenta a parafernália partidária. A decisão está na contramão dasmanifestações. É um momento de crise, o governo dá calote em setores importantes. O quadro partidário está contaminado, alguns são acusados de receber dinheiro em lavagem, e o Congresso aprova um aumento da verba? Isso é um desrespeito.

A verba do PMDB passará de R$ 30,9 milhões para R$ 92,6 milhões. O fundo pode ser utilizado em campanha, propaganda política, pagamento de pessoal até o limite de 50% e manutenção de sedes e serviços. Cada partido tem que aplicar, no mínimo, 20% em institutos e fundações de pesquisa e educação política. O PT tem aFundação Perseu Abramo; e o PSDB, o Instituto Teotônio Vilela.

Nordeste também participou do panelaço

Também foram registrados protestos nos mesmos moldes em Brasília. Muitos internautas postaram vídeos em redes sociais.

Discurso provou a ira da população

Fonte: O Globo 

Provocação de Dilma na TV: nordeste também participou do panelaço

Enquanto Dilma pedia paciência à população, em um pronunciamento de 15 minutos, moradores de ao menos três estados e do Distrito Federal foram às ruas e janelas de prédios para protestar contra a presidente. Foto: Estadão

Sob vaias e xingamentos na rua, Dilma pede paciência à população para enfrentar crise

Enquanto presidente apelava por coragem para enfrentar corrupção, moradores de três estados e do DF fizeram panelaço

Em sua primeira fala à nação depois da divulgação da lista de políticos que serão investigados na operação Lava-Jato, a presidente enfrentou a mais pesada crítica popular endereçada diretamente a ela desde o início de seu governo, em janeiro de 2011. Enquanto pedia paciência à população e coragem para enfrentar a corrupção, em um pronunciamento de 15 minutos programado para comemorar o Dia da Mulher, moradores de ao menos três estados – Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina – e do Distrito Federal foram às ruas e janelas de prédios para protestar contra a presidente. Houve panelaço, buzinaços e vaias, com xingamentos, em diferentes bairros. (LEIA A ÍNTEGRA DO DISCURSO)

No discurso, Dilma pediu paciência à população para as medidas de enfrentamento à crise econômica. Nos 15 minutos de discurso, ela fez ainda uma breve menção ao escândalo da Petrobras, afirmando que o Brasil tem coragem de submeter os corruptos à Justiça. E que está havendo uma apuração grande e rígida do esquema, a que ela classificou como “lamentável”.

Ao mesmo tempo em que a presidente fazia seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, moradores de diversas cidades realizaram simultaneamente um panelaço em protesto ao seu discurso. Em bairros nobres como Higienópiolis, em São Paulo, e Barra da Tijuca, no Rio, as pessoas não só batiam panelas como gritavam palavras de baixo calão contra a presidente.

Também foram registrados protestos nos mesmos moldes em Brasília e cidades do Nordeste. Muitos internautas postaram vídeos em seus canais de relacionamento e em redes sociais.

Na esteira do protesto contra o pronunciamento, alguns moradores aproveitaram para incentivar a manifestação pró-impeachment de Dilma Rousseff, programada para o próximo domingo.

– Com coragem e até sofrimento, o Brasil tem aprendido a praticar a justiça social em favor dos mais pobres, como também aplicar duramente a mão da justiça contra os corruptos. É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa nos episódios lamentáveis contra a Petrobras – disse Dilma.

Depois de ouvir reclamações de aliados e de seu próprio partido por não fazer defesa enfática do pacote de ajuste fiscal que o governo enviou ao Congresso, Dilma usou a maior parte do pronunciamento para explicar e pedir apoio às medidas. Ela negou que o Brasil passe por uma crise de grandes dimensões, disse que depois do início da crise econômica internacional de 2008, o governo agora teve coragem de mudar a estratégia de enfrentamento ao problema, que no Brasil foi agravado por conta da crise hídrica. Dilma ressaltou que os direitos dos trabalhadores são sagrados e não serão prejudicados. E que o país não vai parar. O esforço, disse, será passageiro.

Numa tentativa de criar empatia em quem a assistia ou ouvia, Dilma disse compreender a irritação e preocupação de brasileiros diante do cenário atual,com inflação em alta, economia fraca e aumento do endividamento das famílias. A presidente pediu a confiança da população e conclamou a todos a se unirem em um esforço coletivo para a retomada do crescimento do país.

– Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar. Mas lhe peço paciência e compreensão porque esta situação é passageira. O Brasil tem todas as condições de vencer estes problemas temporários. E esta vitória será ainda mais rápida se todos nós nos unirmos neste enfrentamento. Peço a vocês que nos unamos e que confiem na condução deste processo pelo governo, pelo Congresso, e por todas as forças vivas do nosso país – e uma delas é você! – afirmou.

Dilma disse que os noticiários às vezes mais confundem do que esclarecem, e chamou de injustas e desmedidas críticas que o governo tem recebido por conta do ajuste. Ela espera que uma reação da economia aconteça já no segundo semestre deste ano.

– Absorvemos a carga negativa até onde podíamos e agora temos que dividir parte desse esforço com todos os setores da sociedade.

Em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, as pessoas saíram às janelas dos prédios batendo panelas e gritando “fora Dilma”, “fora PT“. As manifestações começaram na metade da fala da presidente e só se encerraram depois do pronunciamento. Algumas pessoas estouraram rojões.

Uma série de vídeos foi postado na internet durante o pronunciamento. Em muitos deles, as pessoas também apagavam e acendiam as luzes do apartamento como forma de protesto. Em alguns bairros de São Paulo, o protesto foi além do panelaço. Muitas pessoas de carro saíram buzinando pelas ruas enquanto Dilma falava na TV.

Aécio inicia campanha de mobilização nas redes sociais

Senador iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentária.

Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Fonte: O Globo

Aécio mobiliza redes sociais contra manobra fiscal

Aécio Neves durante sessão do Congresso para discussão e votação dos vetos presidenciais e projeto que altera o cálculo do superavit primário. Foto: Wikipédia/Aécio Neves

Aécio inicia mobilização nas redes sociais para evitar aprovação de mudanças na LDO

Senador prometeu recorrer ao STF para impedir alterações

Para reforçar a petição que economistas ligados ao PSDB estão coletando assinaturas no site Avaaz, como fez na campanha presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais pedindo que os eleitores façam um movimento de pressão junto aos parlamentares para evitar a aprovação de mudanças naLei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que poderá livrar a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de crise de responsabilidade por não cumprir as metas fiscais aprovadas pelo Congresso Nacional. Em um vídeo distribuído para grupos de WhatsApp, Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Aécio inicia o vídeo saudando os “amigos” e dizendo que, no Congresso Nacional, agora, a Oposição “tem que matar um leão por dia” e o grande tema do momento é a tentativa do governo federal, da presidente Dilma, usando sua maioria , de modificar a LDO.

Sem quórum para a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, a sessão dessa quarta-feira foi adiada para a próxima terça-feira, às 12h. Com isso, a votação do projeto que altera a LDO também foi adiada.

“Por quê? Porque ela não cumpriu a meta fiscal aprovada pelo Congresso. E o governante que descumpre essa meta, incorre em crime de responsabilidade, com gravíssimas consequências. O governo quer dizer o seguinte: Quando a gente não cumpre a lei, a gente pega essa lei e muda. Mas quero dizer a vocês que a oposição está aqui vigilante, conseguimos hoje uma grande vitória, conseguimos obstruir a sessão. Na próxima terça-feira o governo vai tentar de novo, com seu rolo compressor”, alerta o tucano no vídeo.

O candidato derrotado a presidente diz que, entretanto, que os brasileiros vão estar vigilantes e se for preciso vão ao Supremo Tribunal Federal para impedir “mais essa violência, porque quem paga a conta no final, é o cidadão brasileiro: os investimentos vão embora, empregos deixam de ser gerados no Brasil”.

“Essa é a consequência perversa de um governo que priorizou a eleição e não o equilíbrio das contas públicas. Portanto, gente, aqueles que tiverem contatos com seus parlamentares, por e-mail, por WhatsApp, por onde for: se manifeste, vamos mostrar que a sociedade brasileira continua acordada e que não somos uma republiqueta onde a maioria pode fazer o que quer. Portanto, vamos nos mobilizar e na próxima terça-feira eles vão tentar de novo aprovar essa modificação na LDO e nós vamos estar aqui atentos para que isso não ocorra. Conto com vocês e a gente se fala ainda antes do Natal”, diz Aécio, no vídeo gravado em seu gabinete no Senado Federal.

Combate ao populismo no dia da República

“Republicanos vão continuar nas ruas, nas redes sociais, pois a oposição despertou de sua sonolência”.

“Populistas falam em nome da democracia, mas não a valorizam de verdade”.

República, como diz o nome, é a “coisa pública”, ao contrário do patrimonialismo, que trata o Estado como “cosa nostra”.

Fonte: O Globo

Combate ao populismo no dia da República

Populistas olham para o aqui e agora, adotando visão imediatista de curto prazo. Republicanos querem construir sólidas instituições, preocupam-se mais com o processo, pois entendem que somente isso permite o progresso sustentável no longo prazo. Divulgação

Artigo Rodrigo Constantino

Republicanos, uni-vos!

O PT está no poder, fazendo Collor parecer um mero aprendiz. Por que o PT era democrático então e os que exigem punição aos corruptos de hoje são ‘golpistas’?

Esquerda e direita são conceitos que, no Brasil, costumam gerar muita confusão, após décadas de monopólio da virtude por parte da esquerda. Por isso é melhor adotar a divisão entre populistas e republicanos. Eis o grande embate da atualidade.

De um lado, temos aqueles que defendem governantes que gostam de distribuir a riqueza alheia, sem construir as bases que efetivamente permitem a criação de mais riqueza. Do outro, temos os que desejam reformas estruturais que possibilitem um ambiente mais amigável aos negócios, à iniciativa privada, para que o Brasil possa ir na direção dos países desenvolvidos.

Uns aplaudem esmolas que criam dependência dos mais pobres, perpetuando a pobreza, máquina de votos. Outros cobram responsabilidade individual e aceitam um assistencialismo básico, desde que descentralizado, com porta de saída e fornecido pelo Estado, não pelo governo para terrorismo eleitoral depois.

Do lado populista, temos o resgate da velha máxima “rouba, mas faz”, com vista grossa a todos os infindáveis escândalos de corrupção, só por se tratar de um governo de esquerda. Do lado republicano, estão aqueles que não aceitam compactuar com essa roubalheira, supostamente favorável aos mais pobres.

Populistas olham para o aqui e agora, adotando visão imediatista de curto prazo. Republicanos querem construir sólidas instituições, preocupam-se mais com o processo, pois entendem que somente isso permite o progresso sustentável no longo prazo.

Os populistas falam em nome da democracia, mas não a valorizam de verdade. Idolatram as piores ditaduras do mundo, como o regime socialista cubano, e enaltecem o modelo venezuelano de “democracia direta”, na prática outra ditadura disfarçada. Republicanos respeitam o processo democrático, desde que preservando-se seus pilares básicos, como pluralidade partidária, limites constitucionais ao Poder Executivo, divisão de poderes e liberdade de imprensa.

Do lado econômico, populistas aceitam mais inflação para financiar os crescentes gastos públicos, e repudiam qualquer tipo de austeridade do governo. Republicanos entendem que o governo jamais pode gastar mais do que arrecada, e que a inflação é o mais nefasto imposto que existe, pois penaliza de forma desproporcional os mais pobres.

O Brasil é “governado” por populistas há 12 anos. Mas nesta eleição o lado republicano acordou. Milhões de pessoas, da esquerda civilizada à direita conservadora, uniram-se em prol de uma candidatura que virou um movimento de resgate dos valores republicanos, destruídos ao longo do avanço petista. O patriotismo renasceu, a indignação floresceu, e muitos estão cansados dos abusos chavistas, da impunidade, do aparelhamento do Estado, dos constantes ataques à liberdade de imprensa.

Manifestações espontâneas tomaram as ruas, e isso apavora os populistas, pois sempre as julgaram sua propriedade particular. Automaticamente, tentam pintar esses manifestantes como ícones da direita radical golpista, tomando a exceção como a regra. Se um infeliz pede a volta dos militares, então milhares de republicanos são acusados de antidemocráticos. Por pessoas que elogiam Fidel Castro!

A República, como diz o nome, é a “coisa pública”, ao contrário do patrimonialismo, que trata o Estado como “cosa nostra”. É exatamente isso que esses milhões de pessoas estão demandando: a valorização de nossas instituições de Estado, contra uma quadrilha que se apossou dele para instalar um sistema de corrupção jamais visto na história deste país. Queremos meritocracia, e não peleguismo. Queremos punição aos corruptos, não que sejam tratados como heróis injustiçados pelo partido no poder.

Não vai colar a acusação de golpismo. Quando Lula era oposição, foi às ruas cobrar o impeachment de Collor, hoje seu aliado. Defendeu que era maravilhosa essa pressão popular contra governantes corruptos. O que mudou? O PT está no poder, fazendo Collor parecer um mero aprendiz. Por que o PT era democrático então e os que exigem punição aoscorruptos de hoje são “golpistas”?

Nada disso. Os republicanos vão continuar nas ruas, nas redes sociais, pois a oposição despertou de sua sonolência. Nos Estados Unidos, os republicanos foram acusados de radicais pela imprensa progressista, mas deram uma sova em Obama nas urnas, mostrando como se faz oposição em uma democracia sólida. Vamos repetir isso aqui.

No próximo dia 15, aniversário de nossa República, vamos todos às ruas protestar contra o populismo, esse câncer que corrói nossas instituições. Republicanos, uni-vos!

Rodrigo Constantino é economista

Jornalismo profissional dominou redes sociais durante as eleições

O jornalismo profissional predominou entre os links compartilhados por usuários de redes sociais nas eleições de outubro.

É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de postagens com links no Facebook e no Twitter durante dez dias ao final do pleito brasileiro.

Fonte: Folha de S.Paulo

Eleições: Jornalismo profissional marcou presença nas redes

Eleições: amostra indica que 61% dos compartilhamentos de links por usuários vieram de conteúdo publicado na mídia profissional – em jornais, portais, TVs, rádios, sites de notícias locais ou imprensa internacional. 

Jornalismo profissional domina redes sociais

Em amostra, 61% dos links compartilhados na eleição têm origem jornalística

Levantamento foi feito pela Folha a partir de postagens no Twitter e no Facebook durante a reta final da campanha

O jornalismo profissional predominou entre os links compartilhados por usuários de redes sociais nas eleições de outubro.

É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de postagens com links no Facebook e no Twitter durante dez dias ao final do pleito brasileiro, quando as redes sociais registraram recordes de interações entre seus participantes.

Na amostra coletada pelo jornal, 61% dos compartilhamentos de links por usuários vieram de conteúdo publicado na mídia profissional –em jornais, portais, TVs, rádios, sites de notícias locais ou imprensa internacional.

Nos dois dias após a eleição, este índice sobe para mais de 70% dos links compartilhados.

“A gente pode dizer tranquilamente que, se não tem mídia, não tem mídia social“, afirma Luli Radfahrer, pesquisador da USP e colunista da Folha. Os debates nas redes, diz ele, surgem da cobertura profissional, como repercussão ou crítica. Ele observa, porém, que o papel da imprensa não se encerra mais ao publicar. “Não são mais donos do discurso; são quem inicia a conversa.”

Blogs sem produção jornalística profissional tiveram 4,2% dos compartilhamentos. Mais do que isso, quase um terço dos links compartilhados foi de textos ou imagens publicados originalmente em tuítes ou páginas do Facebook.

Nas eleições de 2014, houve uma profusão de sites de campanha feitos visando justamente ao compartilhamento nas redes sociais –como o “Muda Mais”, em apoio à petista Dilma Rousseff, e o site oficial do tucano Aécio Neves. Eles tiveram menos de 1% dos links publicados.

Ao longo da campanha, as candidaturas acusaram-se mutuamente de usar robôs (programas que publicam mensagens automaticamente, repetidas vezes) e militantes que usavam perfis múltiplos para inflar seu volume de interações nas redes.

TELEFONE SEM FIO

A proliferação de textos publicados originalmente em redes sociais diz respeito a outro fenômeno: a difusão do uso de dispositivos móveis, especialmente smartphones, para a leitura de informações.

Isso facilita tanto a rapidez da disseminação quanto o caráter informal do que se diz nas redes sociais.

“A velocidade de acesso é também a velocidade de circulação, e isso não é sempre positivo, como vimos com os boatos que circularam”, diz André Lemos, pesquisador de cibercultura na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O verdadeiro telefone sem fio possibilitado por essas interações rápidas no celular fez crescerem boatos como o da suposta morte do doleiro Alberto Youssef. Um texto que correu pelo WhatsApp na madrugada do dia da eleição (26) dizia que o doleiro havia sido envenenado, numa “queima de arquivo”. Não foi.

Quando boatos se espalham, é também à imprensa profissional que se recorre para verificar a informação.

Quando recebeu o boato da morte de Youssef, às 11h05 da manhã do domingo de eleição, um leitor o enviou ao WhatsApp da Folha. O jornal já sabia que era mentira e preparava notícia. Ao ler a resposta de que o doleiro estava vivo, agradeceu: “Obrigado pela info. Muita fofoca na net”.

Guerra: PT convoca militantes às armas virtuais para combater pedido de impeachment

PT está convocando a militância virtual “às armas” para combater as crescentes manifestações nas redes sociais pedindo o impeachment.

Guerra nas redes sociais

Fonte: O Globo

Resposta do PT no perfil oficial da rede facebook. Foto: Reprodução internet.

Resposta do PT no perfil oficial da rede facebook. Foto: Reprodução internet.

PT convoca militantes às armas virtuais para combater o pedido de impeachment de Dilma

Perfil do partido afirma que a vitória de Dilma Rousseff ‘revelou o desespero’ dos que ‘ignoram população’

O PT está convocando a militância virtual “às armas” para combater as crescentes manifestações nas redes sociais pedindo o impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) e a intervenção militar. No último fim de semana, três mil pessoas foras às ruas de São Paulo pedindo desde a deposição da presidente a um golpe militar para tirar o PT da presidência. O partido pede que os militantes visitem as páginas oficiais do partido e “armem-se” com argumentos para rebater os ataques nas redes e nas ruas.

A campanha, colocada nas redes sociais da legenda na manhã dessa terça-feira. A mensagem postada com o título “Militância, às armas” no perfil oficial do Partidos dos Trabalhadores no Facebook afirma que a vitória da presidente Dilma Rousseff “revelou o desespero de setores que insistem em ignorar a vontade da população”. E que os “representantes do atraso” estariam tentando manter o acirramento para desestabilizar o segundo mandato da presidente reeleita no último dia 26 de outubro com 51,64% dos votos.

Representantes do atraso, verdadeiros fantasmas do passado, eles tentam criar um terceiro turno da disputa eleitoral ao suscitarem sandices como intervenção militar e até o impeachment da presidenta. Esqueceram que o povo não é bobo! Mantenha-se informado em nossos canais e arme-se com argumentos para rebater a ignorância nas redes e nas ruas.

Na segunda-feira, a reunião da direção da Executiva Nacional do PT, realizada em Brasília, definiu estratégias para a legenda após as eleições. Em um documento classificado como “Resolução Política”, o PT definiu como uma das prioridades a convocação da militância nas redes para defender o partido.

“Inconformada com a derrota, a oposição cai no ridículo ao questionar o resultado eleitoral no TSE. Ainda ressentida, insiste na divisão do País e investe contra a normalidade institucional”, afirmou o documento elencando como fazer:

“Conclamar a militância a participar dos atos em defesa da democracia e da reforma política, previstos para a semana de 9 a 15 de novembro” e “Priorizar ações de comunicação, fortalecendo nossa agência de notícias, articulando-a com mídias digitais, com ação permanente nas redes sociais. Integrar nossas ações de comunicação com o rico movimento cultural em curso no País amplamente divulgados no site do partido, até a próxima reunião do Diretório Nacional”.

Nos últimos 10 dias, mais 185 mil menções pedindo a retirada da presidente do cargo foram registradas nas redes sociais. Na segunda-feira após as eleições, 35.983 menagens nas redes sociais pediam a assinatura de uma petição online pra pedir impeachment. Ontem, foram mais de mil menções.

O GLOBO tentou entrar em contato o PT e até o momento não houve retorno.

PREFEITURA DE SP REPUDIA MANIFESTAÇÕES

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, cujo prefeito é Fernando Haddad (PT), divulgou nessa terça-feira uma nota de repúdio aos “pedidos de intervenção militar que surgiram durante manifestação ocorrida sábado, dia 1º de novembro, na Avenida Paulista”. De acordo com a Secretaria, “reivindicar um golpe militar que destitua um governo democraticamente eleito é anticonstitucional e desrespeita o processo eleitoral recentemente concluído”. O que, segundo a entidade, isso representa uma “verdadeira afronta ao Estado Democrático de Direito”.

O prefeito de SP, Fernando Haddad (PT) divulgou nota de recusa aos manifestantes. Foto: Reprodução internet.

O prefeito de SP, Fernando Haddad (PT) divulgou nota de recusa aos manifestantes.
Foto: Reprodução internet.

“É estarrecedor que, quase 30 anos após a reabertura democrática, alguns setores da sociedade demandem irresponsavelmente o retrocesso autoritário por meio de reedições das “Marchas da Família com Deus pela Liberdade”. Essas passeatas ocorridas em 1964 viam nas necessárias reformas de base anunciadas pelo governo João Goulart, democraticamente eleito, uma suposta tentativa de instauração do comunismo no país, fomentando na opinião pública um sentimento favorável ao Golpe de Estado que instaurou no país uma ditadura civil-militar que perdurou por mais de 20 anos”, diz a nota, que termina pedindo que os leitores se informem sobre o período militar:

“Para que nunca mais aconteça: conhecer para não repetir!”, diz o texto.

%d blogueiros gostam disto: