Arquivos do Blog

Fernando Baiano confirma pagamento de despesas de Lulinha

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, está no olho do furacão. Filho do presidente Lula teria recebido R$ 2 milhões de Fernando Baiano, operador do PMDB.

Lulinha nega ter recebido dinheiro de Fernando Baiano

Fonte: O Globo

Fernando Baiano confirma pagamento de despesas de Lulinha

Baiano contou que pagou despesas pessoais do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Divulgação

Em delação, Fernando Baiano diz que pagou despesas pessoais de filho de Lula

POR LAURO JARDIM

Está destinada a causar um estrondoso tumulto a delação premiada de Fernando Baiano, cuja homologação foi feita pelo ministro Teori Zavascki na sexta-feira.

O operador (de parte) do PMDB na Petrobras pôs no olho do furacão nada menos do que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Baiano contou que pagou despesas pessoais do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Ao contrário dos demais delatores, que foram soltos logo após a homologação das delações, Baiano ainda fica preso até 18 de novembro, quando completa um ano encarcerado. Voltará a morar em sua cobertura de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca.

A propósito, quem teve acesso ao conteúdo da delação conta que Eduardo Cunha é, sim, citado por Baiano, que reconhece suas relações com o presidente da Câmara. Mas não entrega nada arrasador contra Cunha.

Saiba quem é o terceiro personagem na relação entre Fernando Baiano e Lulinha

Bumlai é aquele para quem Lula entregou em seu segundo mandato um crachá de trânsito livre no Palácio do Planalto.

Lulinha nega ter tido despesas pagas por delator
Advogado afirmou que filho de Lula ‘jamais recebeu valor’ de Fernando Baiano

O filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, negou neste domingo ter tido despesas pessoais pagas por Fernando Soares, o operador do PMDB na Petrobras. O advogado de Lulinha, Cristiano Zanin Martins, enviou ao GLOBO a seguinte declaração:

— O sr. Fabio Luis Lula da Silva jamais recebeu qualquer valor do delator mencionado.

O colunista Lauro Jardim revelou, em sua coluna de estreia no GLOBO neste domingo, que Baiano, em depoimento de delação premiada, contou que pagou despesas pessoais do filho de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Baiano teve sua colaboração com a Operação Lava-Jato homologada na sexta-feira passada.

A reportagem procurou o Instituto Lula para comentar a citação de Lulinha na delação, mas a entidade informou que não se manifestaria, assim como o ex-presidente Lula.

 

Petrolão: Pasadena pode ter sido alvo de suborno

Funcionário da Petrobras revelou detalhes de esquema de corrupção que pode estar por trás do fim da parceria entre a estatal e a Astra Oil.

Corrupção confirmada

Fonte: O Globo

Petrolão: servidor revela suborno em operação com Pasadena

Petrolão: rompimento entre Petrobras e  Astra Oil obrigou a estatal a comprar a parte que cabia à empresa belga na refinaria de Pasadena, causando prejuízo de US$ 792 milhões. Reprodução

Refinaria de Pasadena pode ter sido alvo de suborno

Ex-funcionário revela detalhes de esquema da Petrobras com empresa belga

Em depoimento sigiloso à Polícia Federal, um funcionário de carreira da Petrobras revelou detalhes de um esquema de corrupção que pode estar por trás do fim da parceria entre a estatal e a belga Astra Oil. O rompimento obrigou a Petrobras a comprar a parte que cabia à empresa belga na refinaria de Pasadena, causando prejuízo de US$ 792 milhões.

De acordo com a denúncia, a relação entre as empresas teria azedado depois que o engenheiro maranhense José Raimundo Brandão Pereira, indicado pelo ministro Edison Lobão (PMDB), teria mandado a Houston um emissário para propor o superfaturamento nos contratos de aluguel de navio e a apropriação de uma taxa de 1,25%, conhecido como “address commission”, para alimentar o esquema de corrupção. Por mês, a estatal gastava R$ 200 milhões com a operação.

O negócio teria sido recusado pela Astra Oil, que não estava disposta a assumir prejuízos intencionais causados pelo esquema de corrupção. Pereira ocupou diversos postos na estatal — foi diretor da Petrobras International Finance Company (PIFCo) e trabalhou com Paulo Roberto Costa na área de Abastecimento. Ele deixou a empresa em 2012.

Apesar da tentativa de fraude ter fracassado nos Estados Unidos, o modelo teria prosperado na Petrobras América em operações no Golfo do México, onde os navios conhecidos como aliviadores teriam sido afretados por um preço três vezes acima do mercado internacional. O bom desempenho do emissário lhe rendeu até mesmo promoção para atuar na Petrobras Global Trading, com sede na Holanda, mais conhecida como Petrobras Netherlands. Na planilha dos projetos do doleiro Alberto Youssef, a Petrobras Netherland aparece citada com 11 projetos de plataformas atribuídos às empresas Alusa e Iesa, duas das investigadas na Lava-Jato.

O funcionário da estatal contou ainda como funcionava o esquema na área Internacional da Petrobras, controlada pelo lobista Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema. Ele falou ainda sobre prejuízos superiores a US$ 700 milhões em blocos de exploração em Angola por “ingerência” política. E na venda de 50% dos ativos daPetrobras na África para o BTG Pactual, fechada em julho de 2013. Segundo ele, esses ativos haviam sido avaliados por pelo menos duas instituições financeiras internacionais por US$ 7 bilhões. O caso está sob investigação no TCU.

Brandão Pereira não retornou aos recados deixados pelo GLOBO com familiares em sua casa, no Rio. (*Enviada Especial)

MP vai à Suíça localizar dinheiro desviado da Petrobras

Ministério Público suíço localizou extratos de uma conta de Paulo Roberto Costa, acusado de participar do esquema de cobrança de propina.

Conta de Paulo Roberto Costa tem saldo de cerca de US$ 27 milhões

Fonte: O Globo

Petrolão: MP vai à Suíça localizar dinheiro desviado

Petrolão: conta de Paulo Roberto Costa tem saldo de cerca de US$ 27 milhões. A força-tarefa do MPF tentará descobrir a origem do dinheiro e procurar se foram feitas transferências para outros envolvidos no esquema. Divulgação

Procuradores vão à Suíça para tentar localizar dinheiro desviado da Petrobras

Ministério Público suíço localizou e deve entregar extratos de uma conta de Paulo Roberto Costa

Dois procuradores do Ministério Público Federal (MPF), responsáveis pelas investigações da Operação Lava-Jato, embarcaram nesta segunda-feira para a Suíça para tentar localizar o dinheiro que pode ter sido desviado da Petrobras para contas no país. O Ministério Público suíço localizou e deve entregar extratos de uma conta do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, acusado de participar do esquema de cobrança de propina, informou o “Jornal Nacional”, da Rede Globo.

A conta do ex-executivo da Petrobras tem saldo de cerca de US$ 27 milhões. A força-tarefa do MPF tentará descobrir a origem do dinheiro e procurar se foram feitas transferências para outros envolvidos no esquema. Os procuradores também vão procurar provas de que outros envolvidos na Operação Lava -Jato tenham movimentado dinheiro no exterior. Entre eles, está outro ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, que está preso em Curitiba, e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Conforme Paulo Roberto Costa, eles também participavam do esquema, sendo que Baiano seria operador do PMDB nos desvios de dinheiro da Petrobras.

A informação foi corroborada por outro executivo, da empresa Toyo Setal, chamado Júlio Camargo. Em um depoimento à Polícia Federal, ele garantiu ter feito depósitos no valor de R$ 6 milhões. A quantia, afirmou, era para a diretoria de Serviços, comandada por Duque. A maior parte foi depositada no banco Credit Suisse, em contas indicadas por Duque e pelo subordinado dele, o gerente de Serviços da estatal, Pedro Barusco.

Júlio Camargo também disse que repassou entre R$ 12,5 milhões e R$ 15 milhões para Fernando Baiano. Segundo o executivo da Toyo Setal, esse dinheiro foi levado para um banco no Uruguai e para várias contas indicadas pelo lobista no exterior.

Com a identificação de todas essas contas e movimentações, o MPF pretende, o mais rápido possível, iniciar os processos para repatriar o dinheiro.

Renato Duque nega participação em esquema de corrupção na Petrobras

Ex-diretor confirmou ter recebido R$ 1,6 milhão da construtora UTC, para a qual ele diz ter prestado serviços de consultoria.

Renato Duque negou ter conhecimento de qualquer caso de corrupção dentro da estatal.

Corrupção na Petrobras

Fonte: G1

Petrolão: Duque nega ter conhecimento de propina

Duque nega ter conhecimento de pagamentos de propina na Petrobras

Ex-diretor reconheceu ter recebido R$ 1,6 milhão de empreiteira.  Porém, ele afirmou que a quantia foi paga por um serviço de consultoria.

O ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, negou ter participado de qualquer esquema de propina na Petrobras. Duque prestou depoimento aos policiais que cuidam do caso na Superintendência da PF, em Curitiba, onde ele está detido, com a prisão preventiva decretada pela Justiça. Na conversa, o ex-diretor confirmou ter recebido R$ 1,6 milhão da construtora UTC, para a qual ele diz ter prestado serviços de consultoria.

Duque negou ter conhecimento de qualquer caso de corrupção dentro da estatal. No depoimento, ele reconhece que abriu uma empresa de consultoria pouco antes de se aposentar na Petrobras. Ele, inclusive, garantiu que foi por causa da aposentadoria no INSS que resolveu deixar a empresa.

O ex-diretor também foi questionado sobre a existência de um cartel de empresas para realizarem obras para a Petrobras. Duque negou ter conhecimento e disse que todas as licitações passavam por uma Gerência de Orçamentos, que verificava os valores a serem gastos para cada obra da estatal e que os valores só eram divulgados no momento da abertura das propostas das empresas que participavam das concorrências.

Ao ser confrontado com o depoimento do também ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, sobre um superfaturamento que existiria para desvios e abastecimento financeiro de partidos políticos, Duque disse duvidar que o antigo colega tivesse feito tal afirmação. Para Duque, é pouco provável que a Petrobras tenha sido alvo de desvios de dinheiro.

Relacionamento com Baiano

Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano e apontado como operador do PMDB pela investigação, foi citado no depoimento. Duque afirmou que conheceu o lobista em um restaurante, tendo sido apresentado por outra pessoa. O ex-diretor não soube precisar quando e em quais circunstâncias teve contato com Baiano. Também disse que essa foi a única vez em que teve contato com ele.

O ex-diretor também negou ter conhecimento de que um subordinado dele na estatal, Pedro Barusco, tivesse recebido propina ou mesmo que mantivesse contas bancárias no exterior. Barusco assinou um acordo de delação premiada no qual se compromete a devolver mais de US$ 100 milhões.

Em relação aos contatos com outras pessoas citadas, Duque reconheceu que mantinha encontros com Júlio Camargo, mas que as conversas tratavam apenas de assuntos pessoais. Sobre o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ele disse que o conhece e que esteve com ele algumas vezes. Afirmou ainda que tem uma empatia pelo tesoureiro, mas negou que o tivesse visto na sede da Petrobras.

Júlio Camargo, executivo da empresa Toyo Setal, assinou um acordo de delação premiada. No depoimento, ele afirmou ter pago propina para que a companhia pudesse obter contratos com a Petrobras, no valor de R$ 4 bilhões. Já o tesoureiro do PT foi apontado como o receptador dos recursos que deveriam abastecer o caixa do partido.

Lava Jato

A Operação Lava Jato investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões e provocou desvio de recursos da Petrobras, segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. A nova fase da operação policial teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras que somam R$ 59 bilhões.

Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Ao todo, 24 pessoas foram presas pela PF durante esta etapa da operação. Porém, ao expirar o prazo da prisão temporária (de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco), na última terça (18), 11 suspeitos foram liberados. Outras 13 pessoas, entre as quais Renato Duque, continuam na cadeia.

Veja a lista dos valores bloqueados pela Justiça de cada um dos investigados:

Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor-presidente da Área Internacional da OAS: R$ 46.885,10

Dalton dos Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa: R$ 852.375,70

Eduardo Hermelino Leite, vice-presidente da Camargo Correa: R$ 463.316,45

Erton Medeiros Fonseca, diretor-presidente de Engenharia Industrial da Galvão Engenharia: saldo zerado

Fernando Soares, conhecido como “Fernando Baiano”, lobista apontado como operador da cota do PMDB no esquema de corrupção: R$ 8.873,79

Gerson de Mello Almada, vice-presidente da Engevix: R$ 22.615.150,27

Ildefonso Colares Filho, ex-diretor-presidente da Queiroz Galvão: R$ 7.511,80

João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa: R$ 101.604,14

José Aldemário Pinheiro Filho, presidente da OAS: R$ 52.357,15

José Ricardo Nogueira Breghirolli, funcionário da OAS: R$ 691.177,12

Othon Zanoide de Moraes, diretor-executivo da Queiroz Galvão: R$ 166.592,14

Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras: R$ 3.247.190,63

Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da UTC: R$ 10.221.860,68

Sérgio Cunha Mendes, diretor-vice-presidente-executivo da Mendes Junior: R$ 700.407,06

Valdir Lima Carreiro, diretor-presidente da IESA: saldo zerado

Walmir Pinheiro Santana, responsável pela UTC Participações: R$ 9.302,59

Empresas:

Hawk Eyes Administração de Bens: R$ 6.561.074,74

Technis Planejamento e Gestão em Negócios: R$ 2.001.344,84

D3TM Consultoria e Participações: R$ 140.140,69

Petrobras: empresa de lobista tem R$ 71 milhões em contratos

Escândalos da Petrobras: Fernando Baiano é apontado como o elo entre os desvios da estatal investigados pela Operação Lava Jato, e o PMDB.

Petrolão

Fonte: Folha de S.Paulo

Lobista do PMDB tem R$ 71 milhões em contratos com Petrobras

Acompanhado da Polícia Federal, Fernando Baiano chega ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba (PR). Lobista do PMDB teve a sua prisão decretada sob suspeita de intermediar o pagamento de propina para peemedebistas. Foto: Geraldo Bubniak/Folhapress

ESCÂNDALO NA PETROBRAS

Firma de lobista tem R$ 71 mi em contratos com Petrobras

Fernando Baiano, que está preso, é sócio de empresa que atua em plataformas

Desde 2007, a estatal assinou 86 contratos com a empresa de Baiano, num total de R$ 131,6 milhões

Uma empresa que tem como sócio o lobista Fernando Soares, que se entregou nesta terça-feira (18) à Polícia Federal em Curitiba, tem contratos de R$ 71,2 milhões com a Petrobras, segundo documentos obtidos pela Folha.

Conhecido como Fernando Baiano, ele é apontado como o elo entre os desvios da estatal investigados pela Operação Lava Jato, que apura fraudes em licitações e propina a políticos, e o PMDB.

Baiano teve a sua prisão decretada pelo juiz Sergio Moro sob suspeita de intermediar o pagamento de propina para peemedebistas. O PMDB refuta ter qualquer relação com o lobista.

Um dos delatores da Operação Lava Jato, o empresário Julio Camargo, do grupo Toyo Setal, relatou a procuradores que Baiano recebeu propina de US$ 8 milhões para que a sua empresa conseguisse fechar um contrato de sondas com a Petrobras.

A empresa da qual Baiano é sócio, a Petroenge Petróleo e Engenharia, presta serviços de manutenção e de apoio para as plataformas marítimas de extração de petróleo da estatal, segundo consta dos contratos assinados.

A Petroenge fica em Macaé, no Rio de Janeiro, onde estão localizadas as empresas que atuam na bacia de Campos.

A empresa tem três filiais no Espírito Santo e uma na Bahia, todas em cidades em que a Petrobras tem unidades: Vitória (ES), Anchieta (ES), Linhares (ES) e São Sebastião do Passe (BA).

Desde 2007, quando a Petroenge fechou o primeiro negócio com a estatal, a Petrobras assinou 86 contratos com a empresa, num total de R$ 131,6 milhões, segundo dados da própria estatal, disponibilizados em seu site.

NEGÓCIOS

Baiano virou sócio da Petroenge por meio de outra empresa de que ele também é sócio, a Hawk Eyes Administração de Bens.

A Hawk Eyes detém 18% do capital da Petroenge, segundo a ficha registrada na Junta Comercial do Rio. Ou seja: Baiano investiu R$ 748,8 mil numa empresa que tem capital de R$ 4,16 milhões, ainda de acordo com a ficha cadastral da empresa.

O sócio majoritário da Petroenge, Guilherme Mendes Spitzman Jordan, foi secretário da Prefeitura de Macaé quando o prefeito da cidade era do PMDB.

Segundo o empresário, Baiano apenas investiu no negócio e não tem qualquer ingerência nos contratos.

Na terça-feira (18), o juiz federal Sergio Moro determinou que o sigilo da empresa seja quebrado.

A Hawk Eeyes, por sua vez, é controlada por uma empresa que tem sede em Londres, no Reino Unido, a Falcon Equity Limited.

DEPOIMENTO

Baiano é sócio de outra empresa que deve ter o sigilo bancário quebrado por determinação da Justiça Federal do Paraná: Technis Planejamento e Gestão.

Até o ano passado ele tinha participação na Academia da Praia, um tradicional centro de ginástica na Barra da Tijuca, na zona sul do Rio.

O negócio foi vendido para o grupo Bodytech, que tem entre seus sócios os empresários Alexandre Accioly e João Paulo Diniz.

Advogado de lobista do PMDB diz não saem obras sem propina

Advogado de Fernando Baiano disse que esquemas de corrupção com pagamento de propina a políticos são comuns no meio empresarial.

Brasil corrupto

Fonte: O Globo

Lava-Jato: obras não saem sem propina, revela advogado

Lava-Jato: Fernando Baiano chega ao IML para fazer exame de corpo de delito. Foto: Geraldo Bubniak / O Globo

Advogado do lobista diz que ‘obras não saem no país’ sem pagamento de propina

Depoimento de Fernando Soares é adiado para sexta-feira

O depoimento de Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB em esquema de desvio de recursos da Petrobras, foi adiado para a próxima sexta-feira. O advogado de Soares, Mario de Oliveira, disse não saber os motivos para a mudança.

– Isso é prejudicial (para o cliente). São mais dias presos – disse.

Ao chegar à sede da PF, Oliveira chegou a afirmar que esquemas de corrupção com pagamento de propina a políticos são comuns no meio empresarial.

– Se o empresário não fizer, não saem obras no país – afirmou.

Oliveira disse ainda que, “se alguém desconhece esse tipo de ação, desconhece a história do país”:

– O empresário faz uma composição ilícita com um político. Na verdade, eles são as grandes vítimas de um esquema – disse o defensor, ressaltando considerar que Soares seria empresário e “vítima” do esquema.

O defensor do lobista informou que seu cliente deverá responder a todas as perguntas dos policiais quando ocorrer o depoimento e negou haver ligação direta entre Soares e o PMDB.

Fernando Soares, que estava com a prisão temporária decretada desde a última sexta-feira, entregou-se na noite de terça-feira, na sede da PF.

DEPOIMENTOS

Por volta do meio dia, o advogado Antônio Claudio Marins, que defende o vice-presidente da Camargo Correa, Eduardo Hermelino Leite, saiu da sede da Polícia Federal, onde acompanhou o depoimento de seu cliente. Segundo Marins, o executivo respondeu somente perguntas relacionadas à sua atuação profissional na empreiteira.

– Outro depoimento, com informações mais minuciosas, deve ser prestado nos próximos dias – disse.

O advogado confirmou ter entrado com um pedido de liberdade para seu cliente.

– Nós já entramos com o pedido de Habeas Corpus. Por enquanto, ele permanece preso – afirmou.

Mais cedo, o advogado de Leite disse que seu cliente era uma vítima da ação da PF:

– Ele vai negar qualquer tipo de corrupção. Meu cliente é uma vítima de uma cultura de caça às bruxas – falou.

Ainda de acordo com Marins, o vice-diretor da Camargo Corrêa confirmou manter relações com o doleiro Alberto Yousseff.

– Elas se davam no sentido profissional. Ele deve dar detalhes no depoimento – disse.

Os outros dois executivos da construtora Camargo Corrêa, que também tiveram a prisão temporária convertida em prisão preventiva pelo juiz Sérgio Moro, devem depor durante a tarde desta quarta-feira.

O advogado Celso Villardi, que representa o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, e o Presidente do Conselho de Administração, João Ricardo Auler, garantiu que eles devem permanecer em silêncio durante os depoimentos.

Villardi afirma que os clientes devem colaborar com as investigações, mas somente depois de terem acesso “a todos os termos da investigação”. O advogado disse ainda, que os clientes dele estão “chocados”.

– Eles estão chocados com a prisão preventiva que foi decretada, sem nenhum elemento novo – declarou Villardi.

Lava-Jato: Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB, se entrega à PF

Apresentação de Baiano causou surpresa. Na semana passada, o advogado Mário Filho disse que ele estava sendo usado como “bode expiatório” e não se entregaria.

PMDB está em estado de alerta

Fonte: O Globo

Lava-Jato: Fernando Baiano se entrega à PF

Lava-Jato: Fernando Baiano é suspeito de ser o operador do PMDB no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras. Foto: Reginaldo Teixeira/ Comunicações S.A.

Lobista apontado como operador do PMDB se entrega à PF

Fernando Baiano teve prisão temporária decretada e estava foragido

Apontado como operador do PMDB no desvio de recursos da Petrobras, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, entregou-se ontem à Polícia Federal, em Curitiba (PR). Ele estava com a prisão temporária decretada desde a última sexta-feira, quando teve também o nome incluído na lista de procurados pela Interpol.

O lobista estava em São Paulo e chegou à sede da PF na capital paranaense de táxi. No documento assinado por ele na unidade policial, consta que se entregou às 17h7m. Por volta das 20h, ele deixou o local em uma viatura, supostamente para fazer exame de corpo de delito.

A apresentação de Baiano causou surpresa porque, semana passada, o advogado Mário de Oliveira Filho disse que ele estava sendo usado como “bode expiatório” e que não se entregaria. Oliveira Filho afirmou que seu cliente estava colaborando com as investigações e que tinha depoimento marcado. A defesa entrou com um pedido de habeas corpus ainda na semana passada, na tentativa de revogar o mandado de prisão, mas ambos resolveram mudar de estratégia. Ontem, o GLOBO tentou contato com o advogado, mas não teve retorno.

NEGROMONTE FORAGIDO

Agora, o único com mandado de prisão expedido na sétima fase da Operação Lava-Jato e que continua foragido é Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP-BA). Ontem, a defesa dele apresentou um pedido de revogação da prisão temporária, alegando que, no dia das prisões, seu cliente não foi procurado em sua residência. Por isso, a defesa sustenta que ele não pode ser considerado foragido.

A polícia e o Ministério Público Federal chegaram ao nome de Baiano após o doleiro Alberto Youssef, preso desde março, ter afirmado à Justiça que o lobista operava a cota do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras. Ele teria distribuído propinas a agentes públicos e valores para partidos políticos sobre porcentagens de contratos bilionários da estatal petrolífera. Somente na intermediação de um contrato de venda de sondas de perfuração para a Petrobras, Fernando Baiano teria recebido cerca de R$ 20 milhões.

Segundo o doleiro, Baiano fazia a ponte entre a construtora Andrade Gutierrez e a estatal. O Ministério Público Federal afirmou, na denúncia que justificou o pedido de prisão temporária de Baiano, que os executivos Júlio Camargo e Augusto Ribeiro, da Toyo Setal, informaram ter pago R$ 154 milhões em propina aos operadores do PT e do PMDBdentro da Petrobras. Segundo os delatores, o lobista atuava na diretoria Internacional da Petrobras, comandada por Nestor Cerveró.

A Justiça decretou ainda o bloqueio de ativos de empresas que pertencem a Baiano e que teriam sido usadas para receber propina, simulando contratos de prestação de serviços: a Technis Planejamento e Gestão e a Hawk Eyes Administração.

A veiculação das suspeitas de envolvimento do lobista com o PMDB fez o vice-presidente Michel Temer, presidente nacional do PMDB, divulgar, sexta-feira, uma nota alegando que Baiano “nunca teve contato institucional com o partido”.

No mesmo dia, agentes da PF estiveram em dois imóveis de Baiano, na Avenida das Américas e na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, no Rio, mas não o encontraram. Os policiais vasculharam os locais e apreenderam documentos e computadores. Também na sexta-feira, a PF lançou o nome de Fernando Baiano na difusão vermelha, índex dos mais procurados do mundo, segundo registros da Interpol, que mantém conexões com quase 200 países.

Planilhas apreendidas pela PF na Operação Lava-Jato reforçam os indícios de pagamentos em série de propinas a Fernando Baiano a partir da intermediação de negócios da estatal. Num trecho de uma delas, o nome dele aparece associado a valores como R$ 600 mil, R$ 450 mil, R$ 500 mil, conforme relatório da investigação obtido pelo GLOBO.

ESQUEMA DE CONSULTORIAS

Baiano opera por meio de consultorias sediadas no Rio, em São Paulo e Brasília como forma de “legitimar” o dinheiro recebido das empresas. Uma das consultorias, segundo investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, é de Baiano, mas estaria em nome de um laranja. Por meio dela, é que seria viabilizada a maior parte dos desvios de recursos que abasteceriam o PMDB.

Baiano começou a intermediar negócios entre o setor público e empreiteiras na Bahia. Vinculou-se a políticos tradicionais e empresários locais, cacifando-se para alavancar contratos junto à Diretoria de Abastecimento da Petrobras, razão pela qual mudou-se para o Rio ainda no governo Lula. Ele já admitiu que conhecia Paulo Roberto Costa, um dos ex-diretores presos em março deste ano e que agora cumpre prisão domiciliar. Com Costa, ele teria tratado de interesses de empresas espanholas junto à Petrobras.

O lobista já foi dono de uma academia no Rio, vendida em 2013 para o empresário Alexandre Accioly e transformada na Bodytech. Além de aproximar-se de atletas e gestores ligados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), ele tinha na Petrobras como principais interlocutores Paulo Roberto Costa e seus assessores.

Operação abafa: PMDB quer isolar Fernando Baiano

Michel Temer discutiu estratégia para tentar se distanciar de Fernando Soares, que foi apontado como operador do PMDB dentro das investigações da Lava-Jato.

Operação Lava-Jato

Fonte: O Globo

Lava-Jato: apesar do clima de preocupação no partido sobre os nomes de parlamentares que podem ser citados, Michel Temer tentou distanciar a sigla das denúncias. Foto: Mister Shadow/AE

Lava-Jato: apesar do clima de preocupação no partido sobre os nomes de parlamentares que podem ser citados, Michel Temer tentou distanciar a sigla das denúncias. Foto: Mister Shadow/AE

Lava-Jato: PMDB busca se distanciar de Baiano, apontado como operador do partido

Sigla vai usar o discurso de que foragido pode ser conhecido de alguns peemedebistas, mas não é ligado à legenda

A cúpula do PMDB se reuniu na segunda-feira à noite com o vice-presidente Michel Temer e discutiu uma estratégia para tentar, pelo menos no discurso, se distanciar de Fernando Soares, o Fernando Baiano, que foi apontado como operador do PMDB dentro das investigações da Operação Lava-Jato e está foragido.

A intenção é utilizar o discurso de que Baiano pode ser conhecido de alguns peemedebistas, mas não é ligado ao partido. Integrantes do partido já lembram que depoimentos mais recentes apontaram ligação de Fernando Baiano com Néstor Cerveró, ex-diretor da Área Internacional a Petrobras, que teria sido indicado para o cargo pelo PT. Cerveró está sendo investigado pela compra da refinaria de Pasadena.

O líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), disse na segunda-feira ao GLOBO que “não tem nenhum relacionamento ou relação com Fernando Baiano”, mas admitiu que o recebeu, em seu escritório no Rio, na condição de representante da empresa espanhola Acciona, que fez obras no Rio em empreendimentos de Eike Batista. Cunha vem dizendo a aliados estar tranquilo com as investigações.

Na segunda à tarde, Temer deu uma declaração sobre o escândalo, ao participar de seminário no Tribunal de Contas da União (TCU), e depois se reuniu com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e com o líder Cunha. Apesar do clima de preocupação no partido sobre os nomes de parlamentares que podem ser citados, Temer tentou distanciar a sigla das denúncias:

— Ele (Fernando Baiano) não tem relação nenhuma com o PMDB, ele pode ter eventualmente relação com um ou outro membro do PMDB. Institucionalmente, jamais houve qualquer operador do partido.

GEDDEL COBRA EXECUTIVA

No encontro com Temer, os peemedebistas leram em detalhes a representação do Ministério Público. Há trechos onde o empresário Júlio Gerin Camargo, executivo da empresa Toyo-Setal e que entrou no processo de delação premiada, diz que havia uma relação entre Fernando Baiano e Cerveró.

Em entrevista ao Panorama Político, do colunista Ilimar Franco, Geddel Vieira Lima, candidato derrotado ao Senado, cobrou de Temer um pronunciamento oficial da Executiva:

— Sou militante do PMDB há 30 anos e nunca ouvi falar de Fernando Baiano. A Executiva Nacional precisa se pronunciar oficialmente sobre o episódio.

PF vê ligação entre lobista do PMDB e Transpetro

Anotações na agenda de Paulo Roberto Costa revelam ligação entre Fernando Baiano e a Transpetro, segundo investigação da Polícia Federal.

Corrupção na Petrobras

Petrolão: PF vê ligação entre lobista do PMDB e Transpetro

Fonte: O Estado de S.Paulo

PF vê elo entre lobista do PMDB e Transpetro

Anotações em agenda de ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás são vistas como indícios de que Fernando Baiano tinha interesses em subsidiária

Anotações na agenda do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa, delator da Operação Lava Jato, revelam ligação entre Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de propinas na estatal, e a Transpetro, subsidiária que atua no setor de navios, segundo investigação da Polícia Federal.

Anotações em agenda de Paulo Roberto Costa

No caderno apreendido pelos agentes federais na casa de Costa, em março, quando a operação foi deflagrada, as anotações em sequência “FB” e “Navios” são interpretadas pelos policiais como Fernando Baiano e subsidiária da estatal, respectivamente. O registro indica também a data da reunião, com quem seria o encontro, assuntos e os valores de propina na Petrobrás tratados entre o réu confesso do esquema de corrupção e o suposto operador do PMDB. Fernando Baiano está com a prisão decretada, mas fugiu.

A Polícia Federal suspeita que essa nova frente de investigação possa atingir o presidente licenciado da Transpetro Sérgio Machado, que chegou ao cargo em 2004 por indicação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Machado está na mira das novas etapas da Lava Jato desde 8 de agosto, quando o delator afirmou em depoimento ter recebido em mãos R$ 500 mil de Machado. O pagamento, ocorrido em 2012, seria referente a uma propina por locação de navios, cuja negociação fora intermediada pela diretoria de Abastecimento da Petrobrás, sob o comando de Costa.

Segundo eles, todos os grandes contratos da estatal tinham cobrança de propina de até 3% em um esquema de loteamento de diretorias na estatal pelo PT, PMDB e PP, que abasteceu também o PSDB e o PSB.

Núcleo empresarial. No mesmo item de assuntos a ser tratado no suposto encontro com “FB”, o delator da Lava Jato anotou siglas e nomes de executivos e empresas que se tornaram alvo da fase Juízo Final, a sétima da Operação Lava Jato. A Polícia Federal está convencida de que as iniciais QG são de Queiroz Galvão, uma das empreiteiras sob suspeita da Juízo Final. O nome entre parêntesis é do executivo Ildefonso Colares, preso na sexta-feira. Os investigadores suspeitam que “R$ 3,0” significa R$ 3 milhões. Há ainda a anotação “Engevix (Gerson)”. Trata-se de Gerson Almada, outro dos 23 detidos na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Em um dos computadores da empresa Costa Global, aberta em 2012 pelo ex-diretor de Abastecimento, depois que ele saiu da Petrobrás, o nome de Fernando Soares, o Baiano, aparece associado a valores. Num deles, o montante é de R$ 2,1 milhões. O registro foi anexada ao despacho do juiz federal Sérgio Moro nos pedidos de prisão da Lava Jato.

Defesa. Por sua assessoria, Sergio Machado declarou “ser mentirosa e absurda a acusação feita contra si por Paulo Roberto Costa”. O criminalista Mário de Oliveira Filho, que defende Baiano, foi enfático. “O sr. Fernando não é lobista, nem operador do PMDB, mas representante no Brasil de duas empresas espanholas.” Já a Engevix, “por meio de seus advogados e executivos, prestará todos os esclarecimentos que forem solicitados”, diz em nota. A Queiroz Galvão não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição.

Operador do PMDB não vai se entregar à Justiça

Advogado de Fernando Baiano não quis dizer se ele está no Brasil ou no exterior. A PFl informou que acionará a Interpol para localizar Soares.

Aguardando Habeas Corpus

Fonte: O Globo

Petrolão: operador do PMDB não vai se entregar à Justiça

Advogado do lobista Fernando Soares, apelidado de Fernando Baiano (PMDB),  afirma que seu cliente não irá se entregar. PF vai acionar a polícia internacional (Interpol) para localizá-lo. Reprodução

Advogado diz que Fernando Baiano, operador do PMDB, não vai se entregar à Justiça

Mário Oliveira Filho afirma que a prisão de seu cliente é ilegal

Apontado como operador do PMDB no desvio de dinheiro da Petrobras, Fernando Antonio Falcão Soares, apelidado de Fernando Baiano, não deve se entregar à Justiça. O advogado dele, Mário Oliveira Filho, afirmou que a prisão de seu cliente é ilegal. Ele argumenta que havia uma audiência marcada no próximo dia 18, terça-feira, na sede da Polícia Federal de Curitiba, e que seu cliente compareceria para depor espontaneamente.

— Fomos surpreendidos com a notícia de decreto da prisão dele. É absolutamente ilegal. Ele procurou a Polícia Federal por duas vezes e se colocou a disposição para ser ouvido depois que seu nome surgiu no noticiário da imprensa como operador do PMDB. Ele não chegou a ser intimado nenhuma vez, ligaram no meu escritório e marcamos uma audiência para a próxima terça — afirmou o advogado.

Oliveira Filho afirmou que orientou Soares a não se entregar até que o habeas corpus contra a prisão temporária dele seja julgado.

— Vamos até o STJ, ao STF — afirmou o advogado, referindo-se às instâncias máximas, o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal.

O advogado não quis dizer se Soares está no Brasil ou no exterior. A Polícia Federal informou que acionará a Interpol para localizar Soares. Oliveira Filho está em Curitiba, mas afirmou que veio para tratar de dois outros clientes presos na sétima fase da Lava Jato: Valdir Carreiro, presidente da Iesa Óleo e Gás, e Otto Garrido Sparenberg, diretor de operações da companhia. Os dois depoimentos estão marcados para segunda e terça-feira.

%d blogueiros gostam disto: