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Em nota, PSDB repudia uso político do Bolsa Família em Minas Gerais

Presidente do PSDB em Minas Gerais, Marcus Pestana, manifestou perplexidade pelos fortes indícios de prática de crimes nas eleições em Minas.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

PSDB repudia uso político do Bolsa Família no Norte de Minas

Em nota, o presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana, disse que a ausência de limites e o emprego de quaisquer meios parecem ser o caminho de petistas para alcançar seus objetivos de manutenção no poder. Foto: PSDB

NOTA À IMPRENSA

O PSDB manifesta seu protesto e perplexidade diante das informações reveladas nas investigações realizadas pela Polícia Federal no Norte de Minas e que apontam para fortes indícios de prática de crimes na disputa eleitoral deste ano em nosso Estado.

A ocorrência de compra de votos e a cooptação de eleitores por meio de favores em benefício de autoridades e candidatos do PT merecem, se confirmadas, o repúdio de todos os mineiros e brasileiros.

É degradante assistirmos, em pleno século 21, prefeitos, vereadores e deputados do PT sob suspeita de envolvimento no uso abusivo de programas sociais, como o Bolsa Família, o Pronaf e o auxílio doença, e até mesmo na distribuição de dentaduras.

Enquanto assistimos estarrecidos no Brasil ao maior escândalo de corrupção já ocorrido no mundo, arquitetado e mantido durante os anos do governo do PT e nas gestões de seus indicados na Petrobras, revelam-se em Minas as mais antigas e ultrapassadas práticas de manipulação e de abuso da boa fé da população mais pobre e dependente das políticas sociais do governo federal.

Infelizmente para os brasileiros, vemos comprovadas na realidade as palavras ditas pela presidente Dilma Rousseff de que “faz-se o diabo para vencer as eleições”. A ausência de limites e o emprego de quaisquer meios parecem ser o caminho de petistas para alcançar seus objetivos de manutenção no poder.

O PSDB de Minas Gerais lamenta, se confirmada, a ocorrência de tais práticas nas eleições em nosso Estado. O partido acompanhará de perto as investigações da chamada Operação Curinga, sob responsabilidade da PF, Ministério Público e do Poder Judiciário, e trabalhará para que os fatos comprovados cheguem ao conhecimento de todo Brasil, assim como estará vigilante para que os autores de tais crimes sejam punidos.

Os mais de 51 milhões de brasileiros que manifestaram voto em Aécio Neves nas últimas eleições presidenciais deram também um recado claro de todo conjunto da sociedade: basta de corrupção, basta de desvios e de malfeitos.

Marcus Pestana
Presidente do PSDB de Minas Gerais

Belo Horizonte, 19 de novembro de 2014

PSB apoiará Aécio no 2º turno

A executiva nacional do PSB aprovou nessa quarta-feira (8), por maioria, o apoio do partido a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

Eleições 2014

Fonte: Blog da Folha 

PSB fecha com Aécio no 2º turno

Aécio Neves, presidenciável do PSDB, que vai receber apoio do PSB de Marina Silva. Foto: Igo Estrela

PSB de Marina aprova apoio a Aécio Neves no segundo turno

A executiva nacional do PSB aprovou nessa quarta-feira (8), por maioria, o apoio do partido a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

A adesão do partido de Marina Silva ao tucano superou os 15 votos necessários na Executiva para a aprovação. Até as 18h10, 21 votaram pelo apoio ao tucano, outros 6 dirigentes votaram pela neutralidade, e 1, pelo apoio a Dilma Rousseff (PT).

Com o resultado, o PSB passa a apoiar Aécio formalmente. É a primeira vez em que o partido se junta ao PSDB em uma corrida presidencial.

Segundo um dirigente da sigla, ficarão liberados os diretórios da Paraíba e do Amapá, Estados em que os governadores são do PSB e tentam a reeleição aliados ao PT.

No primeiro turno, o PSB lançou Marina, que substituiu o ex-governador Eduardo Campos, morto em 13 de agosto. A ex-senadora e seu grupo não têm cargos na direção da legenda e devem anunciar apoio a Aécio nesta quinta-feira (9).

Com a decisão do PSB, os dois partidos de porte da coligação de Marina passam a apoiar Aécio formalmente. O PPS já havia aderido ao tucano nesta terça-feira (7).

Pastor Everaldo e Eduardo Jorge anunciam apoio a Aécio Neves

Ao anunciar o apoio, Everaldo pediu a Aécio que não descuidasse dos pobres, que tire o Brasil das páginas policiais, e que dê atenção às Forças Armadas.

PV decidiu também apoiar. A votação terminou em 33 votos para apoiar Aécio.

Fonte: O Globo

Aécio ganha apoio do pastor Everaldo e Eduardo Jorge

Candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, recebe o apoio de Pastor Everaldo. Foto: Jorge William / O Globo

PSC, do Pastor Everaldo, decide apoiar Aécio Neves no segundo turno

Candidato teve 0,75% dos votos válidos no primeiro turno, o equivalente a 780 mil

O PSC, do Pastor Everaldo, que obteve pouco mais de 780 mil votos na eleição presidencial (0,75% dos válidos), vai apoiar o candidato Aécio Neves no segundo turno. A decisão foi anunciada no início da tarde desta quarta-feira depois de uma reunião de mais de duas horas com a bancada na Câmara e a executiva da legenda. Ao anunciar oficialmente o apoio, Everaldo pediu a Aécio que não descuidasse dos pobres, que tire o Brasil das páginas policiais, e que dê atenção às Forças Armadas.

O partido de Pastor Everaldo (PSC) teve 12 deputados eleitos para a Câmara dos Deputados, e Everaldo teve 780.513 votos (0,75%) no primeiro turno da corrida presidencial. Pastor Everaldo (PSC) disse que seu partido vê em Aécio o sentimento de mudança nessas eleições.

— Fomos enfáticos em dizer que a mudança que o Brasil precisa, que foi demonstrada nas pesquisas, e nós do PSC entendemos, é você quem encarna essa mudança para tirar o país do mar de lama de corrupção que estamos — disse.

Sobre programas sociais, Everaldo atacou o “terrorismo” espalhado sobre um corte nesses programas em caso de vitórias da oposição.

— Você tem a preocupação já demonstrada com os pobres, contestando principalmente o terrorismo que estão espalhando de que qualquer outro candidato iria subtrair os benefícios que hoje atendem a milhões de brasileiros.

O pastor disse que o governo deve servir ao cidadão, e não se servir dele, e pediu que o Brasil saia das páginas policiais.

— Nossa preocupação é que nosso país saia das páginas policiais do mundo com escândalos de corrupção.

Também foi demandada atenção às Forças Armadas:

— Fique de olho na Forças Armadas deste país com o respeito que elas merecem.

Aécio agradeceu o apoio:

— Temos a partir de hoje encarnada de forma muito clara a mudança que o país aguarda, e que você (Pastor Everaldo) pregou ao longo de sua bela campanha, com absoluta correção e seriedade. Com certeza espero fazer também, com o respeito de todos os brasileiros. Muito obrigado pela presença do nosso lado.

— Somos soldados para cumprir as suas ordens — respondeu Pastor Everaldo.

UNIÃO HOMOSSEXUAL ‘É DISCUSSÃO PARA O PARLAMENTO’

Mais cedo, o candidato do PSC afirmou, durante entrevista coletiva, que a opção por Aécio, e não por Dilma Rousseff (PT), a quem a sigla apoiou durante o governo, se deu, basicamente, por causa das denúncias de corrupção contra a administração da petista.

— Nunca houve na história do país tanta corrupção. Esse é um dos principais e mais relevantes motivos pela opção por Aécio — afirmou Everaldo.

De acordo com ele, o PSC não pedirá nada em troca do apoio, nem mesmo a inclusão de algum ponto do programa de governo do ex-candidato. Ao ser perguntado sobre o posicionamento de Aécio Neves, que defende a união homoafetiva, em contraposição ao que apregoa o PSC, Pastor Everaldo foi evasivo:

— Esse é um assunto que tem que ser discutido no Parlamento.

O ex-presidenciável disse que Aécio telefonou para ele na segunda-feira para pedir o apoio – em contrapartida, assegurou que o PT não o procurou. Ele desmanchou-se em elogios ao tucano e disse que o programa dele aproxima-se das propostas do PSC.

— O programa do Aécio aproxima-se do nosso e é dele. Queremos que haja uma mudança de verdade no país.

O PSC elegeu 12 deputados nesta eleição, mantendo o mesmo número da bancada atualmente. O partido tem ainda um senador, eleito em 2010.

OUTROS APOIOS

No começo da tarde desta quarta-feira, o PV decidiu também apoiar. A votação terminou em 33 votos para apoiar Aécio, 6 para apoiar Dilma, e 3 abstenções. Com oito deputados federais eleitos neste domingo, o partido alcançou, nas eleições presidenciais, com o presidenciável Eduardo Jorge, 630 mil votos, ou 0,60%. Eduardo já tinha dito que, nestas eleições, o PV não ficaria neutro.

Já o PSOL vetou qualquer apoio ao tucano por parte dos militantes. “Não é cabível qualquer apoio de nossos filiados a sua candidatura”, diz a nota do partido da candidata Luciana Genro, que terminou com 1,6 milhão de votos (1,55%). O PSOL também não declarou apoio a Dilma.

2º turno: Aécio vai iniciar campanha em São Paulo

Aécio: Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio vai iniciar campanha do segundo turno em São Paulo

Aécio: “A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira”. Foto: Coligação Muda Brasil

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

São Paulo (SP) – 07-10-14

Assuntos: eleições 2014; compromissos; PSB

Sobre agenda em SP e compromissos com trabalhadores.

Fiz questão de que o primeiro ato de rua da nossa campanha, nesse segundo turno, fosse em São Paulo e fosse com os trabalhadores. Porque o nosso governo será o governo da retomada do crescimento, da valorização do emprego, do controle da inflação. E quero aqui, ao lado do governador Geraldo Alckmin, do senador José Serra, agradecer a todos aqueles que nos ajudaram a ter um extraordinário resultado no primeiro turno.

Vamos continuar, desde o primeiro dia, defendendo aquilo em que acreditamos e mostrando que temos o melhor projeto para o Brasil. A minha candidatura, a partir desse instante, não é mais a candidatura de um partido político ou de uma coligação. A minha candidatura é a candidatura que representa um sentimento amplo de mudança que hoje permeia a sociedade brasileira.

Estou pronto para liderar um projeto em favor do Brasil, em favor de uma nova política, em favor de uma construção coletiva. E, para isso, reitero aqui aquilo que tenho dito nas várias reuniões das quais participo. A nossa proposta de governo é uma proposta sempre aberta a novas contribuições. Até porque um programa de governo é uma obra que não termina nunca. É uma construção permanente, sempre aberta a aprimoramentos. E é isso que construiremos a partir desses próximos dias, com nossos compromissos cada vez mais explícitos no campo da sustentabilidade, no campo da melhoria da qualidade da educação, avançando sempre na direção da escola de tempo integral.

Vamos construir um projeto que seja da maioria dos brasileiros. Estou extremamente otimista para que, nessas próximas semanas, façamos uma campanha à altura da expectativa dos brasileiros. Da minha parte, farei a campanha propositiva, campanha que fala de valores, mas a campanha que respeita o adversário.

Sobre o fim da reeleição e convergência com o desejo de Marina Silva.

Essa proposta está já nas nossas diretrizes, eu defendo há muito tempo. Acredito que o mandato de cinco anos e a coincidência das eleições é um avanço. Eu vejo, inclusive, que há convergências importantes entre as propostas do programa de governo da candidata Marina e as nossas. Agora, essa é uma questão que não depende de mim. Essa é uma questão em que temos que respeitar o tempo e as discussões internas de cada um daqueles que se posicionaram em outra direção no primeiro turno. O segundo turno é sim o momento das convergências, é o momento das aproximações. Estou muito sereno. Vou continuar defendendo aquilo em que acredito e vamos aguardar, com muito respeito, a movimentação dos outros candidatos.

Sobre o próximo mandato.

Sou a favor do mandato de cinco anos sem reeleição para todos os cargos públicos. A questão desse [próximo] mandato em especial tem que ser discutida no Congresso por uma razão específica. Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas, em que a decisão unilateral do candidato resolveria o problema. Estamos falando de reeleição de governadores e de reeleição de prefeitos. Então, precisa haver um entendimento no Congresso Nacional em relação a isso. Mas a tese do fim da reeleição e mandato de cinco anos é uma tese que advogo e defendo há muitos anos.

Acredito que cinco anos é um bom tempo para um mandato. Já tinha muitas dúvidas sobre a questão da reeleição. Foi uma experiência – votamos a favor –, uma experiência que o Brasil viveu, mas nada impede que você evolua. A minha posição é essa. Acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizar a reeleição com essa mistura sem limites entre o público, o privado e o partidário, como assistimos nessa eleição. Se eu já tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade e as vantagens da reeleição, eu acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizá-la.

Sobre possibilidade de reeleição para o próximo presidente.

É uma questão para ser discutida. Não morro de amores pela reeleição. Agora, estamos falando em teses, estamos falando em projetos para o Brasil. Repito: defendo a coincidência dos mandatos e isso, obviamente, envolve outras negociações, como com prefeitos, com parlamentares, claro, e com governadores de Estado. Não é uma decisão unilateral de um candidato à Presidência da República.

Sobre Beto Albuquerque

Falei por telefone com o Beto e apenas uma palavra de amigo. Cumprimentei pelo desempenho, como falei ontem por telefone com a candidata Marina e agradeci o seu telefonema. Vamos ter tranquilidade. Agora é hora de os partidos discutirem internamente. Cada uma dessas forças tem o seu sistema de decisão, tem os seus colegiados. Seria estranho que não os ouvissem. Vamos aguardar com muita serenidade.

Repito aqui para vocês, estou imensamente feliz com o resultado que tivemos. Agradecido a todos os brasileiros, e faço isso através do governador Geraldo Alckmin, do companheiro José Serra. Amanhã, em Brasília, a partir das 15h30, estarei reunindo nossos companheiros de todo o Brasil e vamos fazer ali um grande esforço, uma grande movimentação, já para que cheguemos no segundo turno na frente e vençamos as eleições

Sobre os participantes da reunião.

Todos os que participaram conosco dessa eleição, vitoriosos ou não. Vamos fazer uma grande movimentação a partir de amanhã em Brasília para que a mobilização que houve no primeiro turno não diminua no segundo turno, ao contrário. Será um momento de confraternização entre os nossos companheiros e de reafirmação dos nossos compromissos. Não paremos um minuto sequer.

Consultoria americana prevê vitória de Aécio Neves

A rejeição à continuidade do governo petista, deve falar mais alto neste caso. Vitória de Aécio seria com 51,8% contra 48,2% de Dilma, ou seja, por diferença de 3,6 pontos percentuais”, afirma o estudo.

Eleições 2014

Fonte: Infomoney

Consultoria americana prevê vitória de Aécio, método acertou 100% nos EUA

Método que acertou 100% nas eleições dos EUA mostra vitória de Aécio

Consultoria analisou um possível segundo turno entre Dilma e Aécio usando como base a última pesquisa Ibope e mostrou que o candidato tucano venceria a atual presidente

A consultoria Macrométrica realizou um estudo baseado na última pesquisa Ibope e mostrou que com a eleição indo para o segundo turno o candidato do PSDB, Aécio Neves deve ganhar da atual presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo a consultoria, a vitória ocorreria por uma vantagem de 2 a 3,6 pontos percentuais, apertada, portanto.

A Macrométrica é uma consultoria que mantém público os seus métodos de análise. Para esta pesquisa em especial, ela utilizou o esquema de Nate Silver, editor-chefe do site “FiveThirtyEight”. Na eleição presidencial americana de 2012, Silver acertou o vencedor em todos os 50 Estados.

No último Ibope, apresentado pelo Jornal Nacional na semana passada, Dilma apareceu com 38% das intenções de voto no 1º turno e Aécio contava 23%. Já no 2º turno, a presidente teria 42% e o senador 36%, com 22% dos entrevistados não optando por nenhum dos dois. Segundo o estudo, este último valor deve fazer a diferença, com os eleitores migrando para um dos candidatos – o que deve fortalecer, principalmente, o candidato oposicionista, que por enquanto apresenta um movimento ascendente.

A Macrométrica diz que dos 17 pontos percentuais de eleitores que devem migrar para um dos candidatos na disputa de segundo turno, 23,5%, ou 4 pontos percentuais, irão para Dilma e 76,5%, ou 13 pontos percentuais, vão para Aécio. A rejeição à continuidade do governo petista, deve falar mais alto neste caso.

“O resultado é a vitória de Aécio com 49,8% dos votos, contra 46,2% para Dilma e 4% de VNC (votantes não comprometidos). Como os VNC nunca são considerados na apuração do resultado final, a vitória de Aécio seria com 51,8% contra 48,2% de Dilma, ou seja, por diferença de 3,6 pontos percentuais”, afirma o estudo.

Eleições 2014: Aécio venceu Dilma nas principais capitais

Aécio levou a melhor sobre a petistanos colégios eleitorais de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG).

Eleições 2014

Fonte: R7

Aécio venceu Dilma nas principais capitais

Aécio ganhou Dilma nas 5 capitais de mais força econômica. Foto: Montagem R7.

Aécio Neves vence Dilma Rousseff nas principais capitais do País

Tanto tucano quanto petista ganharam nos colégios de 11 capitais brasileiras

Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) venceram o primeiro turno das eleições para a Presidência da República no mesmo número de capitais brasileiras: 11. Apesar disso, o tucano levou a melhor sobre a petistanos colégios eleitorais de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG), principais forças econômicas do País.

Nas capitais em questão, Aécio liderou a votação em quatro delas e ficou em segundo no Rio de Janeiro, onde Marina Silva (PSB) venceu com 31,14% dos votos e foi seguida de perto pelo psdbista (30,91%) e pela petista (29,83%).

Entre as cinco principais capitais brasileiras, Dilma também perdeu para a candidata do PSB em Brasília e Curitiba. Em São Paulo (SP), Aécio conquistou 2,7 milhões (43,68%), contra 1,6 milhão de Dilma (26,08%) e 1,4 milhão (23,94%) de Marina.

Em Belo Horizonte (MG), o tucano conquistou mais da metade dos votos (53,87%), contra 25,11% de Dilma e 16,65% de Marina. Em Brasília (DF), vitória apertada do tucano: 36,1%, contra 35,81% da presidente e 23,02 de Dilma. Em Curitiba (PR), o senador tucano faturou 54,55% dos votos válidos, contra 20,20% de Marina e 18,79% da presidente.

No Nordeste, região em que Dilma confirmou o favoritismo e venceu em oito Estados, a principal vitória da petista ocorreu em Salvador (BA), onde a petista teve 49,33% dos votos válidos contra 25,49% de Marina e 21,22% de Aécio Neves. Em Recife (PE), reduto eleitoral do então presidenciável Eduardo Campos, Marina teve 63,33% dos votos válidos, contra 26,2% de Dilma e 7,29% do tucano.

No Norte, a primeira cidade com força econômica onde a petista obteve mais votos que Aécio foi Manaus (AM). Na cidade, Dilma liderou a disputa com 41,17% dos votos, seguida de Marina (29,22%). Na capital amazonense, o tucano apareceu com 23,34% da preferência.

Dilma também venceu o pleito em Macapá (AP), com 45,6%, Fortaleza (CE), com 51,63%, São Luis (MA), com 49,54%, Belém (PA), com 36,57%, João Pessoa (PB), com 40,05%, Teresina (PI), com 55,9%, Natal (RN), com 42,31%, Porto Velho (RO), com 41,57% e Aracaju (SE), com 38,09%.

Por outro lado, Aécio saiu vencedor em Florianópolis (SC), com 48,5%, Boa Vista (RR), com 47%, Porto Alegre (RS), 39,54%, Campo Grande (MS), com 44,15%, Cuiabá (MT), com 37,86%, Goiânia (GO), com 43,37% e Vitória (ES), com 38,37%.

Marina Silva, por sua vez, levou a melhor em cinco das 27 capitais brasileiras. Além do Rio de Janeiro e Recife, a terceira colocada geral das eleições deste ano teve a maior quantidade de votos do que os adversários em Palmas (TO), Maceió (AL) e Rio Branco (AC) — seu reduto eleitoral.

Aécio afirma que será o presidente da retomada do crescimento do Brasil

A minha palavra é que, se eleito, serei o presidente da retomada do crescimento do Brasil, porque é só o crescimento que gera emprego.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Aécio: serei o presidente do crescimento do Brasil

Tucanos são recebidos por trabalhadores com palavras de ordem: “Não é mole não, Aécio Presidente para acabar a corrupção”. Foto: Orlando Brito.

“Serei o presidente da retomada do crescimento do Brasil”, diz Aécio à trabalhadores de São Paulo

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, comprometeu-se, nessa terça-feira (07/10), em São Paulo (SP), a ser o líder da retomada do crescimento do Brasil. Em encontro com trabalhadores da construção civil na capital paulista, Aécio agradeceu a confiança de seus eleitores e prometeu fazer um governo honrado e eficiente, em parceria com os Estados.

“Queria que o meu primeiro ato de rua de campanha se transformasse em um ato de agradecimento, a tantos e tantas trabalhadores e trabalhadoras que nos deram o seu voto de confiança. A minha primeira palavra é que, se eleito, no próximo dia 26, serei o presidente da República da retomada do crescimento do Brasil, porque é só o crescimento que gera emprego, e é exatamente a geração de empregos que permite uma melhor remuneração”, afirmou.

Ao lado de Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial, do governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, do senador eleito José Serra, do presidente do Solidariedade, deputado federal reeleito Paulinho da Força, do deputado estadual eleito Ramalho da Construção, e do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, Aécio visitou canteiros de obras, cumprimentou trabalhadores e tirou fotos.

Aécio foi recebido com palavras de ordem como “Não é mole não, Aécio Presidente para acabar a corrupção” e foi carregado pelos trabalhadores ao final do evento.

Compromissos

Após percorrer as obras, Aécio conversou com os trabalhadores e posou para fotos no local. O candidato a presidente lembrou que, nesse segundo turno, o Brasil tem duas opções: uma que o país já conhece, que levou “à inflação voltando a crescer e saindo de controle, às denúncias de corrupção que não cessam e não terminam, e à perda de credibilidade do Brasil”. O segundo caminho, representado por Aécio, possui “compromissos claros que já assumimos e que estamos reiterando a cada dia”.

“Chegou a hora de uma decisão que vai dizer respeito à vida de cada um de nós, ao emprego de cada um e, sobretudo, às famílias e às gerações que estão por vir. Se nós não vencermos essas eleições, infelizmente serão quatro anos ainda piores do que esses últimos quatro que já tivemos. Porque o atual governo perdeu a capacidade de inspirar confiança e sinalizar para o futuro”, disse Aécio.

Honrar cada voto

Aécio prometeu aos trabalhadores honrar cada voto e apoio que receber, além de iniciar a construção “de uma bela página na história desse Brasil”. Ele acrescentou que pretende firmar uma grande parceria com São Paulo e os outros Estados do país, “para que os investimentos continuem vindo, as obras de mobilidade continuem em um ritmo cada vez mais acelerado, e a qualidade da saúde possa melhorar”.

“Quero oferecer isso, uma grande parceria. A parceria do bem, a parceria olho no olho, da verdade, entre homens públicos que acreditam que a política pode sim, desde que exercida com seriedade, com responsabilidade, transformar para melhor a vida das pessoas”, destacou Aécio.

Time

Aécio Neves aproveitou a oportunidade para agradecer o apoio recebido de seus companheiros de partido Geraldo Alckmin e José Serra. “A presença deles aqui hoje, ao meu lado, é a demonstração de que nós somos um time que tem responsabilidade com São Paulo e com o Brasil”, definiu.

Para o governador reeleito Geraldo Alckmin, o Brasil precisa crescer para gerar mais empregos, melhores salários e mais oportunidades para os trabalhadores. “Há 60 anos, Juscelino Kubitschek foi o presidente que realizou todas as reformas de que o Brasil precisava. O Juscelino Kubitschek do nosso tempo vai ser o Aécio. Política é esperança, e a esperança está aqui. É Aécio Neves na cabeça!”, conclamou.

O senador eleito José Serra ressaltou que os votos de São Paulo, onde Aécio venceu a corrida presidencial, farão a diferença no segundo turno.

“Nossa tarefa é elegê-lo. Estamos vendo a economia parada, a inflação crescendo, o pessimismo generalizado. Com isso, o salário não melhora. Com a Dilma, o país não vai crescer, ela não tem crédito e nem confiança para isso. Aécio é a mudança na política e na economia. Eu e Alckmin fomos candidatos à Presidência da República e batemos na trave.Aécio vai acertar no meio do gol”, destacou Serra.

Aécio Neves defende mandato de 5 anos e fim da reeleição

Aécio reiterou ser favorável ao mandato de 5 anos para todos os cargos públicos e fim da reeleição para presidente, governador e prefeito.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio defende mandato de 5 anos sem direito à reeleição

Aécio Neves participou de encontro com trabalhadores da construção civil em São Paulo (SP). Ele afirmou que vai se empenhar nas discussões sobre a reforma política. Foto: Orlando Brito

Aécio Neves: Mandato deve ser de cinco anos sem reeleição para cargos públicos

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reiterou, nesta terça-feira (07/10), em São Paulo, ser favorável ao mandato de cinco anos para todos os cargos públicos e fim da reeleição para presidente da República, governador e prefeito. A proposta, inclusive, consta do programa de governo da Coligação Muda Brasil.Aécio também afirmou que vai se empenhar nas discussões sobre a reforma política.

“Essa proposta já está nas nossas diretrizes, eu defendo há muito tempo. Sou a favor do mandato de cinco anos sem reeleição para todos os cargos públicos. A questão deste mandato em especial tem que ser discutida no Congresso por uma razão específica. Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas, em que a decisão unilateral do candidato resolveria o problema. Estamos falando de reeleição de governadores e de prefeitos. Precisa haver um entendimento no Congresso Nacional em relação a isso”, apontou.

O candidato destacou que a atuação da petista Dilma Rousseff à frente da Presidência da República acabou degradando o conceito de reeleição, graças à “mistura sem limites entre o público, o privado e o partidário”. “Se eu já tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade e as vantagens da reeleição, acho que a presidente Dilma acabou por desmoralizá-la por completo”, salientou.

Convergências

Em entrevista à imprensa, Aécio ressaltou a convergência das propostas de seu programa de governo e as defendidas pela terceira colocada na corrida presidencial, a candidata Marina Silva, do PSB.

Aécio concedeu entrevista ao lado de Aloysio Nunes, vice na chapa presidencial, do governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, do senador eleito José Serra, do presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, e do deputado estadual Ramalho da Construção (PSDB-SP), ele reiterou estar pronto para liderar um projeto a favor do Brasil.

“A nossa proposta de governo é uma proposta sempre aberta a novas contribuições. Até porque um programa de governo é uma obra que não termina nunca. É uma construção permanente, sempre aberta a aprimoramentos. E é isso que nós construiremos a partir desses próximos dias, com nossos compromissos cada vez mais explícitos no campo dasustentabilidade, no campo da melhoria da qualidade da educação, avançando sempre na direção da escola integral. Vamos construir um projeto que seja da maioria dos brasileiros”, acrescentou.

Campanha propositiva

O candidato da Coligação Muda Brasil afirmou ainda que pretende fazer uma campanha propositiva, que fale de valores, respeite o adversário e esteja “à altura da expectativa dos brasileiros”. Ele lembrou as conversas que teve com Marina Silva e seu vice, Beto Albuquerque, acerca do cenário político nacional.

“Falei por telefone com o Beto, apenas uma palavra de amigo. Cumprimentei pelo desempenho, como falei ontem [06/10] por telefone com a candidata Marina, e agradeci o seu telefonema. Vamos ter tranquilidade. Agora é hora de os partidos discutirem internamente. Cada uma dessas forças tem o seu sistema de decisão, tem os seus colegiados. Seria estranho que não os ouvissem. Vamos aguardar com muita serenidade”, ressaltou ele.

2º turno: Aécio sai na frente em busca do apoio dos evangélicos

Aécio deverá receber o apoio da maior igreja evangélica do país, a Assembleia de Deus Ministério de Belém, que reúne 70% dos 12,3 milhões de seguidores da Assembleia de Deus do país.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Aécio sai na frente em busca do apoio dos evangélicos

Aécio Neves durante culto evangélico em São Gonçalo, no Rio, no início de setembro. Foto: Márcio Alves / O Globo

Aécio sai na frente na disputa pelos evangélicos

Candidato tucano deve receber apoio de ala que apoiou Marina Silva

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, saiu na frente da disputa pelo apoio de líderes evangélicos que, no primeiro turno, aderiram à campanha de Marina Silva (PSB). Nos próximos dias, o tucano deverá receber o apoio da maior igreja evangélica do país, a Assembleia de Deus Ministério de Belém, que reúne 70% dos 12,3 milhões de seguidores da Assembleia de Deus do país.

Ontem, outro líder evangélico, o pastor Silas Malafaia, divulgou um vídeo pedindo votos para o tucano. A presidente Dilma Rousseff, por sua vez, terá de voltar a conversar com a outra ala da Assembleia, o Ministério de Madureira, para garantir a adesão que recebeu no primeiro turno.

— Há uma tendência de apoio a Aécio Neves — adiantou o pastor Lélis Marinho, presidente do conselho político da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil, que representa o Ministério de Belém.

Segundo o censo do IBGE de 2010, o país soma 42,2 milhões de evangélicos. As estimativas são de que o eleitorado evangélico está próximo de 30 milhões de pessoas. De acordo com as pesquisas eleitorais, Marina era a presidenciável com maior potencial nesse nicho, com a simpatia de 33% dos evangélicos do país. Dilma tinha 32% e Aécio, 21%.

PSDB MONTA ESTRATÉGIA

Mal acabou o primeiro turno e as duas campanhas já começaram a corrida atrás das lideranças evangélicas. Na reunião de segunda-feira em São Paulo, o comando tucano já criou um esquema de trabalho para atingir esses grupos.

A campanha de Dilma, por sua vez, tem em torno do ministro Gilberto Carvalho uma equipe que conversa com esses líderes e se reunirá nesta semana para decidir se Dilma e outros políticos do PT percorrerão os templos. O PSDB já decidiu que, com o calendário apertado no segundo turno, Aécio não deverá participar de cultos, e a negociação ocorrerá em reuniões com deputados ligados à bancada evangélica.

No primeiro turno, Aécio não recebeu apoio formal de nenhuma grande comunidade evangélica. Dilma foi apoiada pelo pastor Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira. Ferreira, no entanto, ainda não se manifestou no segundo turno.

— Estamos aguardando um posicionamento de nosso líder. Cada eleição é uma eleição — disse o pastor Cesinha, recém-eleito deputado estadual pelo DEM em São Paulo, que, junto com outros dois candidatos da igreja, recebeu 200 mil votos evangélicos.

Segunda maior igreja evangélica do país, com 3,7 milhões de fiéis, a Batista não tem o costume de declarar apoios políticos. A maioria de seus líderes, no entanto, apoiou Marina este ano. Aécio e Dilma também entram nessa disputa. Um dos principais articuladores de Dilma é Anivaldo Padilha, evangélico que foi perseguido político durante a ditadura e é pai do candidato derrotado ao governo de São Paulo Alexandre Padilha.

Já o PSDB tem entre suas lideranças um deputado batista, Carlos Bezerra. Para ele, a indicação de voto dos líderes tem menos peso do que a discussão dos temas de campanha.

— O evangélico é um público que, comparado à média da população, é mais sensível à temática da corrupção. Para ele, esse é um debate central — disse o deputado.

Já o pastor Silas Malafaia, ferrenho opositor de Dilma, divulgou um vídeo ontem em que cita até o número de Aécio e elenca “cinco motivos para não votar em Dilma: alternância de poder, mensalão, escândalo da Petrobras, política externa e a falta de apoio do PT ao Plano Real”.

Silas Malafaia declara apoio a Aécio Neves

O pastor, que faz contundentes críticas ao PT dentro e fora das redes sociais, afirmou que o PSDB foi quem deu “estabilidade para esse país”.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Silas Malafaia, inimigo do PT, vai apoiar Aécio

Malafaia: “Tenho o feeling de que o voto evangélico será despejado no Aécio”. Foto: Divulgação

Pastor Silas Malafaia diz estar com tucano ‘desde criancinha’

Quinto mais votado no país e ‘dobradinha’ nos debates, Pastor Everaldo encontrará Aécio hoje

Enquanto Dilma Rousseff e Aécio Neves disputam o apoio de Marina Silva para o segundo turno, o Pastor Everaldo, do PSC, o quinto mais votado no domingo, reúne-se nesta quarta-feira, em Brasília, com líderes de seu partido, a partir das 10h, para debater a posição que legenda tomará. Logo depois, ele já tem encontro marcado, às 11h, com Aécio, no Senado.

Segundo a assessoria do pastor, o convite para a reunião teria sido feito pela campanha tucana. No último debate antes do primeiro turno, quinta-feira passada, na Rede Globo, Aécio e Pastor Everaldo já tinham feito uma dobradinha em vários momentos, fazendo perguntas entre si e se juntando para atacar Dilma. O pastor, porém, só deve se pronunciar sobre quem apoiará depois das reuniões de hoje.

Agora que Pastor Everaldo, seu “amigo de 30 anos” saiu da disputa presidencial com menos de 1% dos votos, Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e apresentador do programa Vitória em Cristo, disse ontem que é “Aécio desde criancinha” em nome da “alternância de poder”. O pastor, que faz contundentes críticas ao PT dentro e fora das redes sociais, com seis “tuitaços” contra Dilma no currículo, afirmou que o PSDB foi quem deu “estabilidade para esse país”, mas ressaltou que não precisa declarar oficialmente seu voto, porque é “apenas um cidadão”.

— Sou Aécio desde criancinha. Gravei um vídeo com cinco motivos para não votar na Dilma. Motivo um: a alternância de poder, importante para o estado democrático. O Lula meteu o pau nos programas sociais do Fernando Henrique Cardoso. Eles (o PT) não conhecem uma coisa: quem deu estabilidade econômica para esse país foi o PSDB — diz Malafaia, que nega ter influenciado qualquer decisão de Marina ao longo da campanha e afirma só ter se encontrado com a candidata “uma vez, há quatro anos”:

— Eu não preciso declarar meu voto. Sou um cidadão, não é porque sou pastor que deixei de ser um cidadão. Eu desconfio que não tenho essa autoridade para influenciar o voto evangélico, mas tenho o feeling de que o voto evangélico será despejado no Aécio.

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