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Aécio diz que Dilma não tem noção da gravidade sobre situação da Petrobras

Aécio: “Podemos estar a passos também do rebaixamento da nota de rattings da própria economia brasileira. Isso é extremamente grave e fruto da irresponsabilidade com a qual a companhia foi conduzida ao longo desses últimos anos.”

Aécio enfatizou que o PSDB permanecerá na luta pelo combate à corrupção na Petrobras

Fonte: PSDB 

Aécio: Dilma desconhece gravidade sobre situação da Petrobras

Aécio: “infelizmente, quem paga o preço por isso não é apenas a Petrobras, não são apenas seus funcionários dedicados, não é apenas o governo do PT. Infelizmente, pagamos o preço todos nós brasileiros”. Divulgação

Aécio Neves: A presidente da República não tem noção da gravidade da situação na Petrobras

O senador Aécio Neves disse, nesta quarta-feira (25/02), em Brasília, que a presidente Dilma Rousseff desconhece o real tamanho dos problemas existentes na Petrobras e o impacto negativo que a situação da estatal causa na economia brasileira.

Aécio criticou a declaração dada hoje pela presidente da República sobre o rebaixamento da nota da Petrobras pela agência de classificação Moody’s. Segundo a presidente, o indicador que reduz o grau de segurança da empresa para aplicações de investidores foi resultado da “falta de conhecimento” por parte da agência.

“A fala da presidente da República hoje é assustadora, pois ela não tem noção da gravidade da situação da Petrobras e das consequências disso para o restante da economia. Podemos estar a passos também do rebaixamento da nota de rattings da própria economia brasileira. Isso é extremamente grave e fruto da irresponsabilidade com a qual a companhia foi conduzida ao longo desses últimos anos. E o impacto da diminuição dessa nota se dá sobre toda a economia em razão da importância da Petrobras para a economia brasileira. Fornecedores estão hoje desempregando e a reação do governo qual é? Achar que está tudo normal”, destacou o senador.

Aécio Neves lembrou que a presidente, na demissão de Graça Foster, teve a chance de sinalizar para o mercado uma correção de rumos na gestão da Petrobras, pondo fim na interferência direta do Palácio do Planalto na empresa. Mas, mais uma vez, Dilma Rousseff errou.

“A presidente teve, a meu ver, uma oportunidade recentemente de conduzir a renovação do comando da Petrobras de forma absolutamente profissional, mas, mais uma vez, preferiu um dirigente, me parece, para protegê-la e proteger o PT de tudo que ocorreu na empresa. A sinalização não foi boa e, infelizmente, quem paga o preço por isso não é apenas a Petrobras, não são apenas seus funcionários dedicados, não é apenas o governo do PT. Infelizmente, pagamos o preço todos nós brasileiros”, disse.

Mais pobres

O senador acrescentou ainda que há a perspectiva de que o cálculo do PIB mostre resultado negativo da economia em 2014, que as expectativas para 2015 não são positivas e que a consequência do quadro ruim tende a ser sentido principalmente pela população mais pobre.

“Não são os petistas que pagarão o preço disso, mas sim aqueles cidadãos a quem o PT dizia defender. Os primeiros a serem punidos pela alta da inflação e pela perda do emprego são os mais pobres”, falou.

Aécio Neves ressaltou a contradição no discurso da presidente : “Isso significa, ao contrário do que dizia a campanha da presidente da República, menos comida na mesa do trabalhador”.

Aécio enfatizou também que o PSDB permanecerá na luta pelo combate à corrupção na Petrobras e em outras áreas do governo federal.

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Em defesa das mulheres: Aécio quer ampliação dos espaços políticos das brasileiras

Aécio: é preciso cobrar do poder público medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e com a violência contra a mulher brasileira.

Aécio: me solidarizo com as mulheres brasileiras

Aécio defende as mulheres brasileiras

Aécio: “É urgente promover remunerações iguais às dos homens no mercado de trabalho. Tão importante quanto é oferecer saúde adequada à população feminina e dar um basta definitivo à violência praticada contra as mulheres.” Foto: Marcos Fernandes

Fonte: PSDB 

“Às mulheres brasileiras”, por Aécio Neves

Ao longo da minha trajetória política, tenho constatado de maneira crescente a força, a perseverança, a garra da mulher brasileira, sempre movidas pela vontade de construir um Brasil melhor e socialmente mais justo.

Na campanha presidencial, pude perceber o desejo, a imensa vontade e o trabalho árduo por mais igualdade na sociedade, mais justiça e respeito a seus direitos e maior espaço na vida política do país. Esta também é a minha crença.

Nesta data em que tardiamente se comemora o Dia da Conquista do Voto, direito alcançado há 83 anos, me solidarizo com as mulheres brasileiras e, em especial, com as mulheres tucanas, que agitam nossas bandeiras social democratas em todo o Brasil.

É com muitas dificuldades que as mulheres vêm conquistando maiores espaços na sociedade e na política, e todos nós sabemos disso. Ao longo dos últimos anos, notadamente após a Constituição de 1988, felizmente o quadro mudou para melhor. Mas ainda temos que avançar bastante.

É urgente, por exemplo, promover remunerações iguais às dos homens no mercado de trabalho, bandeira, aliás, global. Tão importante quanto é oferecer saúde adequada à população feminina e dar um basta definitivo à violência praticada contra as mulheres.

No campo da política, a reserva de um mínimo de 30% das vagas para um gênero – determinada em lei e prevista no estatuto do PSDB – mostrou seus resultados tanto nas eleições municipais de 2012 quanto nas gerais de 2014. A presença feminina nas instituições representativas do país cresceu, seja nos parlamentos, seja nos executivos das três esferas. Isso é ótimo.

Considero, todavia, que é pouco diante da importância da mulher – esposas, mães, filhas, trabalhadoras, estudantes, dirigentes, governantes – na sociedade brasileira. Vocês, definitivamente, merecem muito mais. E terão.

O caminho é esse: continuar a luta pela ampliação dos espaços políticos, seja nos partidos ou nos parlamentos, e cobrar do poder público, em todos os níveis e instâncias, medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e, de uma vez por todas, com a violência contra a mulher brasileira.

A cada uma das 103 milhões de brasileiras, o mais mais respeitoso e afetuoso abraço.

Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves

Rejeição a Dilma é reflexo das mentiras da presidente, diz Aécio

Pesquisa Datafolha mostra que a rejeição a Dilma disparou. Em dezembro passado, Dilma tinha 42% de ótimo/bom e 24% de ruim/péssimo. Agora, marca respectivamente 23% e 44%.

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi vice na chapa de Aécio nas eleições passadas, disse que “o povo percebeu que foi logrado” por Dilma.

Fonte: Folha de S.Paulo

Rejeição a Dilma: Aécio diz que é reflexo das mentiras da presidente

Aécio: queda de Dilma é resultado das “mentiras sucessivas” lançadas por ela durante a campanha. Foto: George Gianni

Popularidade de Dilma caiu após mentiras na eleição, diz oposição

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado nas últimas eleições presidenciais, disse que a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff é um reflexo das “mentiras sucessivas” que lançou durante a campanha que a reconduziu ao governo.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7), a rejeição a Dilma disparou. Em dezembro passado, Dilma tinha 42% de ótimo/bom e 24% de ruim/péssimo. Agora, marca respectivamente 23% e 44%.

As promessas de campanha e as primeiras medidas tomadas no início do segundo mandato também são apontadas por outros líderes da oposição como o motivo da inversão na avaliação do governo Dilma, que em dezembro passado tinha 42% de ótimo/bom e 24% de ruim/péssimo e agora marca respectivamente 23% e 44%.

Editoria de Arte/Folhapress/Tableau

Editoria de Arte/Folhapress/Tableau

GOVERNO

Procurado pela Folha, o ministro Pepe Vargas (Relações Institucionais) não quis comentar o resultado da pesquisa. O Palácio do Planalto também não se manifestou.

Para o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (PT-AC), uma queda na popularidade da presidente era esperada pelo partido depois de uma campanha eleitoral “sórdida”, em que Dilma foi muito “exposta” e “duramente agredida”.

“O PT admite que foi o pior nível da disputa, os candidatos foram muito desrespeitosos, isso influencia muito”, afirmou.

Machado argumenta que os meses depois das eleições conservaram o mesmo clima acirrado de disputa política, com temas difíceis a serem enfrentados, como rombo nas contas públicas e questionamento sobre as contas da campanha da presidente.

“O governo inicia seus primeiros dias com todo esse arcabouço de dificuldades, de problemas. É natural que neste momento um setor mais forte da sociedade entenda que o que está sendo dito pela oposição pode ser verdade.”

O deputado defende que a presidente adote um tom mais “carinhoso” com o Congresso para estabelecer uma nova relação com o Legislativo, num ano de pautas difíceis e fogo amigo. “Começa com um ‘bom dia’, com um sorriso”, disse, citando o jeito “cortês” do presidente Lula como exemplo a ser seguido.

Editoria de Arte/Folhapress

ARTIFÍCIOS

Para o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), os brasileiros estão revoltados com o “estelionato eleitoral cometido pela presidente Dilma“. Segundo ele, “mentiras” e “ilusões vendidas por seu marqueteiro” levaram ao alto índice de rejeição de seu governo.

“A presidente usou artifícios espúrios para iludir brasileiros por meio da farsa montada por seu marqueteiro João Santana. O Brasil está revoltado com o estelionato eleitoral cometido por Dilma, que na campanha acusou seu adversários do que ela mesmo planejava fazer”, disse.

Para Caiado, a administração de Dilma “caminha para um processo de ingovernabilidade”.

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que foi vice na chapa de Aécio nas eleições passadas, disse que “o povo percebeu que foi logrado” por Dilma.

Para o senador, a situação se mostra tão crítica que a presidente não “teve direito sequer ao período de lua de mel com o eleitor, foi direito do casamento para o divórcio”.

Ele ainda comentou que a posição dos eleitores se reflete no Congresso. “Não vejo um só parlamentar entusiasmado com Dilma. Até no PT parece que só querem esperar e se segurar para tentar acabar o governo e esperar que um salvador da pátria apareça em 2018″.

Questionado sobre a queda de 10 pontos na avaliação positiva do governo Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo, o senador disse acreditar que, diante da crise de água vivida pelo Estado, os números são razoáveis. “Ele está dentro da margem de tolerância para um governo que enfrenta crise de água”, disse.

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, afirmou que os desvios da Petrobras geraram uma crise política “sem dimensão” que, juntamente com a crise econômica, afetaram em cheio a imagem da presidente Dilma. “Tudo isso é muito preocupante. O clima que geraram todas essas questões econômicas, da crise energética, crise de abastecimento de água, isso vai refletir na questão do emprego na sequência, o que vai criar uma expectativa muito ruim, que a gente está muito atento.”

Segundo ele, não há clima para alimentar um movimento contrário à presidente Dilma e o partido não colocará “gravetos na fogueira”.

Aécio diz que oposição fica forte no Congresso Nacional

Aécio: “Do ponto de vista das oposições, foi a nossa maior vitória. Do ponto de vista quantitativo, tivemos uma votação que jamais tivemos anteriormente.”

“O que eu espero é que o senador Renan seja neste seu mandato mais presidente de um Poder e menos aliado do Poder Executivo.”

Fonte: PSDB

Aécio: oposição fica forte no Congresso Nacional

Aécio Neves na sessão de abertura do novo ano legislativo. “Acho que, mais do que os votos, o que existe hoje, e é algo novo em relação às últimas eleições. Existe uma oposição conectada com a sociedade”, disse. Foto: George Gianni/PSDB

Entrevista do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

Brasília – 01-02-14

Assuntos: eleição no Senado, oposição no Congresso Nacional

Sobre eleições no Senado

Do ponto de vista das oposições, foi a nossa maior vitória. Do ponto de vista quantitativo, tivemos uma votação que jamais tivemos anteriormente. O senador Renan se reelege. Claro que ele deve agradecer a todos que votaram nele, mas o que eu posso afirmar, pelo menos é essa a constatação que fazíamos agora ao final da votação, é que o PSDB votou fechado contra a candidatura do senador Renan, a favor da candidatura do Luiz Henrique, e me parece que o PT votou fechado com o Renan Calheiros. Por isso, essa diferença. Acho que o senador Renan deve uma palavra especial de agradecimento à bancada do PT que, mais do que à do PMDB, seu próprio partido, garantiu a sua vitória. O que eu espero é que o senador Renan seja neste seu mandato mais presidente de um Poder e menos aliado do Poder Executivo. O Congresso Nacional não pode continuar sendo um puxadinho do Palácio do Planalto, a fazer aqui as suas vontades, como fez de forma melancólica no final do ano passado ao anistiar a presidente da República de um crime de responsabilidade que ela havia cometido e tendo como preço a pagar a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, o maior dos avanços que tivemos nas últimas décadas nessa Casa. Mas, o governo federal pode esperar uma oposição articulada, uma oposição revigorada pelos votos que teve nessas eleições, e conectada com a sociedade, algo que não vemos na base do governo.

Dada a crise que paira no Congresso.

Estamos vendo uma base do governo constrangida, até pelas ações do governo que contrariam radicalmente o discurso da candidata à Presidência da República. Vejo setores da base envergonhados com o que acontece hoje. E, cada vez mais, a cada medida que o governo toma, mais claro vai ficando que, na campanha eleitoral, falamos a verdade, apontamos as dificuldades pelas quais passava o Brasil. E a irresponsabilidade do governo federal ao adiar a tomada de determinadas medidas única e exclusivamente para ter benefícios eleitorais faz com que hoje essas medidas custem muito mais caro à sociedade brasileira e, principalmente, aos mais pobres. Está aí a confusão no setor elétrico, a irresponsabilidade e o populismo do governo, que levou à maior crise do setor da nossa história. Está aí um ajuste fiscal pelo viés do aumento de tributos, por um lado, e da supressão de direitos trabalhistas por outro, que não era a receita do PSDB. A senhora presidente da República e o governo podem esperar uma oposição extremamente combativa, e refletindo aqui, expressando o sentimento de indignação que é, hoje, de grande parte da sociedade brasileira, acredito até que de sua maioria, porque setores que votaram na presidente da República devem estar hoje frustrados com a verdade que aparece, que não era aquela pregada pela presidente.

Senador, não são poucos votos, são 30 votos. Então, é uma demonstração de que a oposição não é tão minoria quanto antigamente.

Acho que, mais do que os votos, o que existe hoje, e é algo novo em relação às últimas eleições. Existe uma oposição conectada com a sociedade. A sociedade despertou nessas eleições. Os brasileiros estão cobrando da oposição vigor no combate a esse governo. Vamos cumprir aquilo que a Constituição determina aqui no Congresso Nacional: fiscalizar o governo, cobrar atitudes do governo, denunciar as irresponsabilidades do governo, e vamos começar já essa semana a colher as assinaturas para a criação de uma nova CPMI da Petrobras. Acho que esta aí ainda é a ponta de um iceberg que ainda vai assustar muita gente.

A partir da vitória do senador Renan Calheiros, como o senhor acha que o Senado deve se posicionar em relação ao governo?

Tivemos um belo resultado, melhor até aqui. O que mostra que há claramente um sentimento no Congresso Nacional por mudanças. O PT votou unido a favor do senador Renan Calheiros, isso deu a ele essa margem de vitória. O que eu espero é que o senador Renan seja mais o presidente de um Poder e menos um aliado do Palácio do Planalto, para que não assistamos à reedição de cenas lamentáveis como a do final do ano passado, onde o Congresso Nacional se coloca a serviço do Palácio do Planalto para anistiar a presidente da República do Crime de Responsabilidade que ela havia cometido ao preço de fragilizarmos a Lei de Responsabilidade Fiscal. Vamos estar com musculatura nova, revigorados e sintonizados com grande parte da sociedade brasileira para fazer oposição a esse governo que mentiu aos brasileiros.

Esses 31 votos do senador Luiz Henrique. Esse é o tamanho da oposição aqui?

Acho que ela pode crescer. Pelo o que estamos vendo hoje, as ações do governo, que contrariam imensamente tudo aquilo que foi dito na campanha eleitoral, faz com que dentro da própria base de governo haja uma grande frustração. Acho que o governo federal tem que se preparar, porque vai enfrentar a mais revigorada, a mais qualificada e mais dura oposição que já teve até hoje, e faremos isso em nome dos cidadãos brasileiros.

Aécio: população pagará conta pelos erros do PT

Aécio: “apagão, racionamento de energia, aumento de impostos, cortes de direitos trabalhistas já preocupam e demonstram como milhões de brasileiros foram enganados na campanha eleitoral”.

Governo Dilma: gestão deficiente

Fonte: O Globo

Aécio afirmou que “o Brasil está assustado com o tamanho da herança maldita que o primeiro governo Dilma deixou para o país”.

Aécio afirmou que “o Brasil está assustado com o tamanho da herança maldita que o primeiro governo Dilma deixou para o país”. Divulgação

Aécio: ‘População vai pagar a conta dos erros do PT’

Em nota, presidente nacional do PSDB diz que falta responsabilidade à presidente Dilma

Após o anúncio de medidas de correção e aumento de impostos, no mesmo dia em que um apagão atingiu onze estados e o Distrito Federal, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta segunda-feira que a população vai a conta pagar dos erros do governo do PT. Aécio afirmou ainda que faltou responsabilidade à Dilma durante a campanha e agora ela não tem coragem de reconhecer que está fazendo o contrário do que prometeu.

Em nota distribuída nesta segunda-feira, Aécio afirmou que “o Brasil está assustado com o tamanho da herança maldita que o primeiro governo Dilma deixou para o país”. Para o tucano “apagão, racionamento de energia, aumento de impostos, cortes de direitos trabalhistas já preocupam e demonstram como milhões de brasileiros foram enganados durante a campanha eleitoral”.

O senador disse que “os erros do governo do PT não podem mais ser ‘escondidos embaixo do tapete’, e a conta de todos esses erros será, injustamente, paga pela população”. O tucano cobrou uma manifestação da presidente: “Em meio a tudo isso, o país se pergunta: onde está a presidente?”. Para Aécio, “ao se omitir no momento do anúncio de medidas que afetarão gravemente a vida do nosso povo, a presidente parece querer terceirizar responsabilidades que são essencialmente dela”.

Segundo ele, o governante tem de ter responsabilidade e coragem. “Durante a campanha eleitoral faltou responsabilidade à presidente. Focada apenas em vencer as eleições, a candidata adiou medidas necessárias que agora, diante de um quadro agravado, vão custar ainda mais caro à população”, afirmou. Aécio avaliou que agora “falta à presidente coragem para olhar nos olhos dos brasileiros e reconhecer que está fazendo tudo o que se comprometeu a não fazer”.

Aécio: hoje existe uma oposicão conectada com a realidade

Em entrevista concedida a Joice Hasselmann, Aécio ressaltou que em 2015 a oposição chega revigorada e com representação contundente.

Aécio líder da oposição

Fonte: Veja.com

Aécio diz que hoje existe uma oposicão conectada com a realidade

“Responsabilidade pela derrota em Minas é minha”, admite Aécio. Reprodução

‘Pela primeira vez temos uma oposição conectada com a realidade’, diz Aécio

O senador e presidente nacional do PSDB garantiu que em 2015 a “oposição chega revigorada e com representação contundente”. “Será a oposição que mostrou força durante a discussão da LDO.” Quanto as sabatinas no Senado, a bancada deve assumir um tom mais duro. Aécio admitiu ainda que houve uma espécie de acordo entre oposição e situação para chancelar o nome de Vital do Rêgo para o Tribunal de Contas da União. Ou seria Vital ou um petista.

Senador tucano articula acordo em Minas Gerais de olho em 2016 para não repetir erros de 2014 e sabe que vencer as eleições municipais em casa será o próximo desafio. Em entrevista a TVEJA, Aécio afirmou que cogitou indicar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para o cargo de ministro das relações exteriores, caso vencesse a disputa com Dilma Rousseff. Em uma conversa ‘Direto ao Ponto’, falou a Joice Hasselmann sobre os novos desdobramentos do escândalo do Petrolão, os desafios da oposição e os planos para 2018.

Veja a segunda parte da entrevista: http://veja.abril.com.br/multimidia/video/responsabilidade-pela-derrota-em-minas-e-minha-admite-aecio

Em homenagem, Aécio destaca compromisso de Simon com a sociedade

Aécio lembrou que há exatos 32 anos, Tancredo Neves também se despedia do Senado Federal.

Homenagem a Pedro Simon

Fonte: PSDB

Aécio presta homenagem a Pedro Simon

Aécio Neves destacou, no Senado, o compromisso de Pedro Simon com a sociedade. Divulgação

Aécio Neves destaca trajetória política do senador Pedro Simon

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou, nessa quarta-feira (10/12), no Senado, a trajetória política do senador Pedro Simon (PMDB-RS) durante quase seis décadas, sendo 32 anos deste período como senador. Durante sessão deliberativa em homenagem ao senador gaúcho, que se despede do Senado em 31 de janeiro, Aécio Neves destacou o compromisso de Simon com a sociedade e lembrou que há exatos 32 anos, Tancredo Neves também se despedia do Senado Federal.

Leia abaixo íntegra do pronunciamento do senador Aécio Neves.

“Ilustre senador Pedro Simon, é com uma alegria muito grande que dirijo a vossa excelência algumas palavras que vêm do local mais profundo do meu coração e da minha alma. Ouvia com atenção o pronunciamento de despedida de vossa excelência dessa casa. Não havia como deixar de lembrar de uma outra despedida, ocorrida nesta casa, na tribuna à nossa direita.

Há 32 anos, quando esse seu dileto e querido amigo Tancredo Neves se despedia também do Senado Federal para enfrentar um outro desafio: a partir do governo de Minas, com a sua participação e de outros ilustres brasileiros, entre eles Ulysses Guimarães, Teotônio Vilela e tantos outros, construir o caminho do reencontro do Brasil com a democracia e com a liberdade. Ouvi aqui, naquela tribuna à direita, depoimentos de aliados e de adversários, que registravam a dimensão do homem público que deixava essa casa.

Vejo um enorme paralelo, senador Pedro Simon, da trajetória de Tancredo e a vossa trajetória. Talvez por isso, durante tantas décadas, militaram juntos, sempre compreendendo que a vida pública, na dimensão maior do que essa expressão possa significar, é a mais digna das atividades que um cidadão possa exercer no seio de uma sociedade. Vossa excelência, com mandato desde o ano de 1959, é hoje entre nós o mais bem-acabado exemplo de que a vida pública e a honradez, a vida pública e a ética, a vida pública e o compromisso com aqueles que mais precisam são absolutamente indissociáveis.

Vossa excelência deixará o Senado dentro de algumas semanas, mas estou certo de que não deixará a vida pública. Porque os brasileiros continuarão a ter em vossa excelência uma das mais importantes referências da ética na vida pública. E sobretudo nesse quadro, de tamanho divórcio entre parcela expressiva da sociedade e seus representantes, pelos desatinos sucessivos com que são confrontados, a palavra de vossa excelência será sempre uma palavra referencial.

E vossa excelência, senador Pedro Simon, é um dos poucos homens públicos que não necessita de um cargo, de mandato, para exercer a sua liderança, mas, em especial, para ter a sua voz acatada e respeitada por todos os brasileiros. A minha geração de homens públicos continuará a ter em vossa excelência, a partir de primeiro de fevereiro do ano que vem, a mesma referência de dignidade, de honradez de espírito público e de enorme amor a esse país.

Da mesma forma que eu ouvi de alguns parlamentares que apartearam o meu avô Tancredo há 32 anos atrás, eu quero me dirigir, aqui, aos seus familiares, aos seus filhos, e à sua esposa: vocês podem ter um enorme orgulho imensurável orgulho da trajetória deste gaúcho, brasileiro, um dos mais qualificados homens públicos que o Brasil produziu no último século.

Vida longa, senador Pedro Simon! O Brasil ainda conta imensamente com vossa excelência!”

Aécio inicia campanha de mobilização nas redes sociais

Senador iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais para evitar a aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentária.

Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Fonte: O Globo

Aécio mobiliza redes sociais contra manobra fiscal

Aécio Neves durante sessão do Congresso para discussão e votação dos vetos presidenciais e projeto que altera o cálculo do superavit primário. Foto: Wikipédia/Aécio Neves

Aécio inicia mobilização nas redes sociais para evitar aprovação de mudanças na LDO

Senador prometeu recorrer ao STF para impedir alterações

Para reforçar a petição que economistas ligados ao PSDB estão coletando assinaturas no site Avaaz, como fez na campanha presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) iniciou uma campanha de mobilização nas redes sociais pedindo que os eleitores façam um movimento de pressão junto aos parlamentares para evitar a aprovação de mudanças naLei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que poderá livrar a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de crise de responsabilidade por não cumprir as metas fiscais aprovadas pelo Congresso Nacional. Em um vídeo distribuído para grupos de WhatsApp, Aécio pediu que a sociedade “continue acordada” para impedir a mudança da lei e provar que o Brasil não é uma “republiqueta”.

Aécio inicia o vídeo saudando os “amigos” e dizendo que, no Congresso Nacional, agora, a Oposição “tem que matar um leão por dia” e o grande tema do momento é a tentativa do governo federal, da presidente Dilma, usando sua maioria , de modificar a LDO.

Sem quórum para a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, a sessão dessa quarta-feira foi adiada para a próxima terça-feira, às 12h. Com isso, a votação do projeto que altera a LDO também foi adiada.

“Por quê? Porque ela não cumpriu a meta fiscal aprovada pelo Congresso. E o governante que descumpre essa meta, incorre em crime de responsabilidade, com gravíssimas consequências. O governo quer dizer o seguinte: Quando a gente não cumpre a lei, a gente pega essa lei e muda. Mas quero dizer a vocês que a oposição está aqui vigilante, conseguimos hoje uma grande vitória, conseguimos obstruir a sessão. Na próxima terça-feira o governo vai tentar de novo, com seu rolo compressor”, alerta o tucano no vídeo.

O candidato derrotado a presidente diz que, entretanto, que os brasileiros vão estar vigilantes e se for preciso vão ao Supremo Tribunal Federal para impedir “mais essa violência, porque quem paga a conta no final, é o cidadão brasileiro: os investimentos vão embora, empregos deixam de ser gerados no Brasil”.

“Essa é a consequência perversa de um governo que priorizou a eleição e não o equilíbrio das contas públicas. Portanto, gente, aqueles que tiverem contatos com seus parlamentares, por e-mail, por WhatsApp, por onde for: se manifeste, vamos mostrar que a sociedade brasileira continua acordada e que não somos uma republiqueta onde a maioria pode fazer o que quer. Portanto, vamos nos mobilizar e na próxima terça-feira eles vão tentar de novo aprovar essa modificação na LDO e nós vamos estar aqui atentos para que isso não ocorra. Conto com vocês e a gente se fala ainda antes do Natal”, diz Aécio, no vídeo gravado em seu gabinete no Senado Federal.

Aécio: diz que perdeu eleição para um ‘organização criminosa’

Aécio afirmou que não perdeu para um partido político, mas para uma “organização criminosa” existente em empresas apoiadas pelo governo Dilma.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio Neves durante entrevista ao jornalista Roberto D´Ávila: “Eu passei a ser porta-voz de um sentimento de mudança e também de indignação com tudo isso que aconteceu no Brasil’, disse. Reprodução

Aécio Neves durante entrevista ao jornalista Roberto D´Ávila: “Eu passei a ser porta-voz de um sentimento de mudança e também de indignação com tudo isso que aconteceu no Brasil’, disse. Divulgação

‘Eu perdi a eleição para uma organização criminosa’, diz Aécio Neves

Na TV, tucano relacionou escândalos de corrupção à ação do PT para reeleger Dilma

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato à Presidência derrotado nas eleições de outubro, afirmou que não perdeu nas urnas para um partido político, mas para uma “organização criminosa” existente em empresas apoiadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff (PT). A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Roberto D’Ávila, da GloboNews, que foi ao ar na noite de sábado.

— Na verdade, eu não perdi a eleição para um partido político. Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras patrocinadas por esse grupo político que aí está — disse o tucano.

Na entrevista, Aécio fez várias outras críticas a Dilma, sua adversária nas eleições de outubro. Ele afirmou que Dilma se mantém no poder às custas do que classificou como “sordidez” investida contra os oponentes, em especial durante a campanha eleitoral.

— Essa campanha passará para a História. A sordidez, as calúnias, as ofensas, o aparelhamento da máquina pública, a chantagem para com os mais pobres, dizendo que nós terminaríamos com todos os programas sociais. Não só eu fui vítima disso. O Eduardo (Campos) foi vítima disso, a Marina (Silva) foi vítima disso e eu também. Essa sordidez para se manter no poder é uma marca perversa que essa eleição deixará — disse Aécio a Roberto D’Ávila.

Para o tucano, um ataque em campanha eleitoral, com respeito a determinados limites, “faz parte do jogo”. Ele ressaltou que a disputa entre candidatos deve ser de ideias, não de caráter pessoal. O senador lembrou que os embates com a presidente durante a campanha foram duros:

— Eu tinha que ser firme, mas sempre busquei ser respeitoso. Mas, nesses embates, eu representava o sentimento que eu colhia no dia anterior, ou no mesmo dia de manhã, de uma viagem que eu tinha feito por alguma região do Brasil. Eu passei a ser porta-voz de um sentimento de mudança e também de indignação com tudo isso que aconteceu no Brasil.

A comparação do PT com uma organização criminosa feita por Aécio não caiu bem no partido da presidente. O secretário nacional de Comunicação do partido, José Américo, considerou a declaração irresponsável e típica de quem não sabe se conformar com a derrota na eleição. José Américo disse que não viu a entrevista toda, mas vai pedir ao departamento jurídico do PT para analisar se é o caso de buscar alguma ação na Justiça contra o tucano.

— É desagradável. Aécio mostra que não sabe perder. Não é só um problema político, ele está abalado psicologicamente. A derrota em Minas abalou Aécio porque, ao perder no seu estado, perdeu também a corrida dentro do próprio PSDB. Está em desvantagem na sociedade e no PSDB. E aí faz uma acusação irresponsável desse tipo.

Na mesma entrevista, Aécio alertou para o risco de o Judiciário brasileiro ser politizado pelas indicações que a presidente Dilma fará para tribunais superiores. Ao longo do novo mandato, a petista indicará pelo menos seis dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque cinco dos atuais ocupantes das cadeiras completarão 70 anos, limite para a aposentadoria compulsória, até 2018. A outra vaga foi aberta em julho deste ano, quando o ministro Joaquim Barbosa pediu aposentadoria.

ATENÇÃO ÀS INDICAÇÕES PARA TRIBUNAIS

A presidente Dilma também fará seis nomeações para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nos próximos quatro anos. O STJ é composto de 33 ministros. Antes de tomar posse, o ministro escolhido precisa passar por sabatina no Senado. Aécio pediu atenção aos parlamentares.

— É preciso que o Congresso esteja muito atento às novas indicações, seja para o STJ, seja para o STF. Não podemos permitir que haja qualquer tipo de alinhamento político do Judiciário brasileiro. A sociedade está mais atenta do que nunca para que as nossas instituições sejam preservadas — disse.

Aécio: “A presidente está refém de uma estrutura política”

Manobra Fiscal para conter rombo nas contas públicas deixou presidente refém da base aliada que faz ameaças em votações do Governo.

Aécio: “Só vão dar a ela a anistia que busca, se forem atendidos em seus pleitos”, comentou.

Fonte: O Globo

Aécio: Dilma está refém dos aliados

Aécio reafirmou a disposição da oposição de brigar no Supremo Tribunal Federal se a mudança, inconstitucional, da Lei de Responsabilidade Fiscal for aprovada. Foto: Cristiano Mariz

Aécio diz que falta de quórum na sessão desta quarta foi recado claro da base para a presidente

Tucano afirmou que Dilma está refém de seus aliados, que ainda não tiveram pleitos atendidos

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que a ausência da base na sessão do Congresso Nacional, inviabilizando a alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para acomodar o rombo das contas públicas, foi um recado para a presidente Dilma Rousseff. O tucano disse que a presidente está refém de seus aliados, que não aprovaram a mudança, porque ainda não tiveram seus pleitos atendidos e estão a espera de uma resposta que ainda não veio. Ele reafirmou a disposição da oposição de brigar no Supremo Tribunal Federal se a mudança, inconstitucional, da Lei de Responsabilidade Fiscal for aprovada.

Segundo o tucano, as dificuldades do governo em aprovar o fim da exigência de cumprir o superávit primário foi um recado claro, “uma violência da base mostrando que não tem limites, que só atende o governo se for atendida”.

— A presidente Dilma Rousseff, para se livrar de um crime de responsabilidade, terá de entregar, necessariamente, mais espaço de poder. E eles sabem disso. Só vão dar a ela a anistia que busca, se forem atendidos em seus pleitos . A presidente está refém de uma estrutura politica que só lhe dá apoio em torno de espaço de poder — comentou Aécio.

Aécio disse ser “risível” o discurso do senador Lindbergh Faria (PT-RJ) , que da tribuna hoje disse que a Oposição será culpada pela paralisação do País, caso o governo seja obrigado a cumprir a meta de superávit primário se a mudança não for aprovada.

— Esse discurso de culpar a oposição é risível. Esse governo começa seu segundo mandato desmoralizado — disse.

Ao comentar a decisão do procurador geral da República, Rodrigo Janot, de enviar ao Supremo pedido de abertura de inquérito para apurar responsabilidades de ministros e parlamentares no esquema de desvios investigados pela Operação Lava-jato, Aécio disse que o cerco está se fechando e o que apareceu até agora é apenas a ponta do iceberg e ninguém tem noção do tamanho da pedra.

— O que vem aí pela frente é muito grave e é incontrolável, por mais que tentem controlar. Vamos ter um início de ano turbulento. Do ponto de vista econômico, as medidas anunciadas confirmam o estelionato eleitoral. E a Lava-jato é a constatação, cada vez maior, que esse governo foi sustentado por um esquema de corrupção — disse Aécio.

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