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Dilma enganou a população, dizem tucanos na TV

Fernando Henrique Cardoso voltou a defender, desta vez indiretamente, que a renúncia seria melhor solução para o país.

Aécio disse que o país precisa pensar sobre como sair desta difícil situação.

Fonte: O Globo

Na TV, tucanos acusam Dilma de enganar a população

FH, Aécio, Serra e Alckmin participam de programa do PSDB

O PSDB levou ao ar nesta segunda-feira um programa de 10 minutos com críticas ao governo Dilma Rousseff. Em cadeia de rádio e TV, locutores da peça acusaram a presidente de enganar a população durante a campanha eleitoral e disseram que, “com tanta mentira, um dia a máscara cai”.

Os tucanos mencionaram a possível instalação de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados, mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a defender, desta vez indiretamente, que a renúncia seria melhor solução para o país. Além do ex-presidente, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) participaram do programa.

— A gestão da Dilma está derretendo. A economia vai muito mal. E a presidente é refém de uma base de sustentação no Congresso que a cada dia é mais do tipo toma lá dá cá. Ela na verdade está pagando pela herança maldita que o Lula deixou.

A presidente pode até tentar sair dessa crise, mas como? Com o PT? E o PT tem condições de sustentar alguém? Um partido que propôs o céu ao povo e não teve competência para gerir a economia e hoje oferece o inferno da crise e do desemprego? Por outro lado: e se ela abandona o PT? Aí o risco de cair aumenta ainda mais. Está na hora de a presidente ter grandeza e pensar o que é melhor para o Brasil, e não para o PT — disse FH, deixando no ar a possibilidade de renúncia.

No início do programa, pessoas descontentes com o governo usam uma máscara com a reprodução do rosto da presidente. As falas de apresentadores e de políticos são intercaladas com brasileiros batendo panelas em ritmo musical.

— A realidade foi escondida dos brasileiros, e medidas importantes que deveriam ser tomadas lá atrás, para diminuir para você os efeitos da crise, foram ignoradas pela presidente da República. Prevaleceu sempre a mentira. Tudo apenas para vencer as eleições. E agora, sem qualquer cerimônia, sem assumir minimamente a sua responsabilidade, a presidente transfere o custo dos seus erros e das irresponsabilidades de seu governo para as famílias e os trabalhadores brasileiros — diz Aécio.

Alckmin reforça a crítica:

— O governo escolheu o pior caminho para seguir: aumentou juros e impostos.

Já o senador José Serra diz que “nunca” viu “uma situação política como essa”. Os tucanos rechaçam o aumento de impostos e medidas que “tirem direitos dos trabalhadores”. O programa também rebate as críticas da presidente de que há setores golpistas querendo se aproveitar da crise.

— Quem promete controlar a inflação, não mexer em direitos trabalhistas e muitas outras maravilhas, mas depois a inflação sobe sem parar, ela corta o seguro desemprego, 1,5 milhão de vagas do Pronatec, aumenta e muito a conta de luz. Pensa bem. Isso é ou não é um verdadeiro golpe? — indaga o locutor.

Antes, Aécio também toca no assunto:

— Dentro das regras democráticas que nós queremos e vamos lutar.

Liderada por Aécio, oposição reage contra tentativa de aumento de impostos de Dilma

Aécio disse que o partido é contra aumento de qualquer imposto e que vai obstruir medidas neste sentido que forem enviadas ao Congresso.

Aécio disse que o governo está querendo desvirtuar a função de impostos como IOF e Cide, que são regulatórios e não com fins de aumentar a arrecadação do governo.

Fonte: O Globo 

Liderada por Aécio, oposição reage contra tentativa de aumento de impostos de Dilma

É inconstitucional aumento de tributos que não seja a partir de projeto de lei aprovado no Congresso — disse Aécio. Foto: George Gianni/PSDB

Líderes reagem à ideia de aumentar impostos para resolver caixa do governo

Para oposição, aumento de impostos é sinal de “desespero”

Líderes da oposição e mesmo da base aliada do governo Dilma Rousseff reagiram negativamente, nesta terça-feira, à possibilidade de recorrer a aumento de impostos como caminho para reforçar a arrecadação do governo. Em paris, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que uma das ideias em estudo é o aumento do Imposto de Renda para rendas mais altas. Outra alternativa é o aumento da Cide, que não dependeria de aprovação do Congresso.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse que o partido é contra aumento de qualquer imposto e que vai obstruir medidas neste sentido que forem enviadas ao Congresso. Aécio afirmou ainda que é mais um ato de “desespero” do governo e avisou que não haverá “boa vontade” da oposição com essas propostas da área econômica.

— A oposição é absolutamente contrária ao aumento de qualquer tributo e vai reagir no Congresso a qualquer artifício que se busque para buscar esse objetivo. Obstruiremos qualquer tentativa que o governo queira fazer nesta direção. Inclusive, se vier a querer aumentar impostos por decreto, vamos reagir aqui, no Congresso, buscando anular esse decreto. É inconstitucional aumento de tributos que não seja a partir de projeto de lei aprovado no Congresso — disse Aécio.

O tucano disse que o governo está querendo desvirtuar a função de impostos como IOF e Cide, que são regulatórios e não com fins de aumentar a arrecadação do governo.

— É mais uma demonstração do desespero de um governo que, mesmo com a gravidade da crise, não consegue apontar um rumo para o país, que não seja, de um lado, supressão de direitos e, de outro, aumento dos tributos. Essa é uma fórmula absolutamente rudimentar para permitir que o Brasil supere as gravíssimas dificuldades nas quais o governo doPT nos mergulhou — disse Aécio.

Na mesma linha, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), disse que Ninguém se entende mais no governo.

— É sinal de desespero querer aumentar impostos. Ninguém se entende mais no governo, que está esfacelado politicamente e sem apoio popular. Toda hora é uma ameaça. Primeiro era com a nova CPMF, que depois recuou, e agora até o Imposto de Renda entrou na mira. Só não se vê o governo se mexer para cortar cargos comissionados e desinchar a máquina — disse Caiado, cobrando uma reunião da oposição para fechar uma estratégia única.

O líder do PSD, Rogério Rosso (DF), que integra a base aliada criticou a opção pelo aumento de impostos como forma de enfrentar o déficit nas contas públicas:

— Hoje o brasileiro já trabalha quatro meses para pagar imposto. Vai trabalhar seis meses? Aí fica difícil defender o governo. Com todo respeito ao ministro Levy, mas particularmente somos contra. Vários ajustes estão sendo feitos em outros países sem que a população seja penalizada. Temos é que reduzir impostos e aumentar a produção de bens — afirmou Rosso, acrescentando: — Qualquer proposta de aumento de impostos o Congresso responderá negativamente. O melhor para o déficit é cortar gastos.

Mais cauteloso, o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), disse que é preciso esperar primeiro o envio de propostas neste sentido ao governo:

— Tem que ter proposta concreta. Não tem nada ainda.

A oposição criticou duramente a ideia e disse que trabalhará para evitar que os aumentos sejam aprovados pelo Congresso.

— É um absurdo que o governo insista na tecla do aumento da carga tributária como caminho para alcançar o reequilíbrio fiscal, entre despesas e receitas da União. O correto é cortar despesas, supérfluos, os gastos da máquina aparelhada. Toda alternativa que houver de aumento de impostos como remédio para superar a crise fiscal será rechaçada pelo parlamento — disse o líder do DEM, Mendonça Filho (PE).

— Os impostos que dependem da aprovação do Congresso resistiremos e não acreditamos que o Congresso aprove. O aumento dos tributos que não dependem do Congresso, é mais difícil. Mas é inconcebível que antes de fazer cortes, a presidente Dilma opte pelo caminho mais fácil, que é o de meter a mão no bolso do contribuinte — criticou o vice-líder doPSDB, Bruno Araújo (PE).

Para Bruno, se a presidente optar por aumentos como do da CIDE, que não passam pelo Congresso, a solução será a população reagir e mostrar sua indignação:

— O governo tem autorização para aumentar impostos como a CIDE, IPI, como regulação. Nesse caso, estaria usando para arrecadar mais. Mas o buraco é tão grande, que não serão suficientes. O governo tem é que cortar programas sociais, mais de 700, priorizando alguns. Bolsa Família, por exemplo, não pode ser mexido. Outros sim, mas quem decide é o governo, que parece não ter coragem para fazer isso e prefere colocar a mão no bolso do contribuinte.

O líder do PPS, Rubens Bueno (PR) afirma que se a presidente recorrer a aumento de impostos como a CIDE ou IPI, ele trabalhará para derrubar, seja via decreto sustando a medida, seja recorrendo ao Judiciário:

— Esse governo, a cada dia que passa, está mais perdido. Não anuncia onde fará os cortes e surpreende a população anunciando que estuda aumentar o Imposto de Renda. É um governo perdulário.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que pela manhã já havia criticado a opção de aumento de impostos em vez de cortes no orçamento, voltou a dizer que é radicalmente contrário ao aumento do Imposto de Renda.

— Sou contra, radicalmente contra. Não é pela via de aumento de impostos que vamos resolver o problema das contas. Nem provisória, nem permanente. Essa é minha posição pessoal, se o governo mandar, a Casa vai votar, vai decidir, mas eu pessoalmente sou contra — disse Cunha.

Aécio diz que Dilma deve assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

O senador Aécio Neves cobrou da presidente da República, Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica.

Fonte: PSDB 

Aécio diz que Dilma deve assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica


Aécio disse que Dilma Rousseff deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país a inflação e o desemprego. Divulgação

 

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido, que pensaram exclusivamente nas eleições. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente”, diz Aécio

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, cobrou da presidente da República, Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica que paralisa o país, com consequências sociais para a população. Em entrevista nesta terça-feira (11/08), em Brasília, Aécio destacou que o Brasil assistiu ao vale tudo promovido pelo governo e pelo PT para vencer as eleições ano passado, e, em resposta a declarações da presidente Dilma, disse que ela deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país a inflação e o desemprego.

“O Brasil assistiu em 2014 ao maior vale tudo da nossa história. Empresas públicas se subordinando ao interesse da candidatura presidencial. A mentira, o engodo, o falseamento de números e o adiamento da tomada de medidas de interesse da população, única e exclusivamente para vencer as eleições. Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

Após reunião com os novos presidentes do PSDB nos estados, Aécio disse que lideranças e filiados do partido estarão nas ruas nas manifestações marcadas para o dia 16, em protesto contra a corrupção e a falência do governo Dilma Rousseff.  Ressaltou, no entanto, que as manifestações não são partidárias, e sim da sociedade.

“Vamos participar como cidadãos, mostrando a nossa indignação com tanta mentira, com tanta corrupção e com tanto desgoverno que vem atingindo os brasileiros. A palavra de ordem do PSDB é de apoio a essas manifestações, respeitando o protagonismo que é dos movimentos da sociedade. O PSDB é parcela da sociedade indignada”, afirmou.

Crise de governabilidade

Aécio voltou a afirmar que a solução para a crise de governabilidade é tarefa da presidente e do PT, e não dos partidos de oposição, porque ela foi gerada pelos erros e pela incapacidade do governo.

“A presidente da República quer responsabilizar a oposição pelo agravamento da crise. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente da República porque não tomou, no ano passado, mesmo tendo consciência do seu agravamento, as medidas que poderiam minimizar os seus efeitos para a população. Se tem alguém que não priorizou os interesses do Brasil foi a presidente da República e o seu partido”, criticou.

O presidente do PSDB voltou a defender a importância das instituições responsáveis pelas investigações de corrupção no país e de fiscalização do governo. Aécio Neves destacou que caberá aos tribunais de Contas e Eleitoral julgar se ocorreram crimes fiscais na gestão das contas federais e/ou crimes eleitorais na disputa presidencial.  Ele destacou que a punição para ambos os casos, se comprovados, estão previstos na Constituição brasileira.

“O PSDB continuará agindo com absoluta responsabilidade, sendo guardião das nossas instituições, porque não cabe ao PSDB definir o desfecho para esse processo. Cabe a nós garantirmos que o Ministério Público, que a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União e o Tribunal Superior Eleitoral, continuem trabalhando, como vêm fazendo até aqui, com altivez e com independência. Não cabe ao PSDB decidir se essa ou aquela é a melhor saída. Existem as saídas via Parlamento, a partir da decisão dos tribunais. Todas dentro da ordem constitucional”, afirmou.

Aécio enaltece qualidades de Campos em evento em Recife

Aécio falou sobre sua admiração pelo ex-governador pernambucano e das influências que eles receberam de seus avôs, Tancredo Neves e Miguel Arraes.

Evento de homenagem contou com a presença de amigos e políticos de diferentes partidos.

Fonte: PSDB

Aécio enaltece qualidades de Campos em evento em Recife

O presidente do PSDB destacou a trajetória de Eduardo Campos na vida pública. Reprodução.

Com a presença de familiares, amigos e políticos de diferentes partidos, o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, participou nesta segunda-feira (10/08), em Recife, de homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que completaria 50 anos hoje. Ao lado de Renata Campos, viúva de Eduardo, e dos filhos Maria Eduarda, João, José, Pedro e Miguel, e da mãe de Eduardo, a ministra Ana Arraes, e do irmão Antônio, Aécio falou sobre sua admiração pelo ex-governador pernambucano e das influências que eles receberam de seus avôs, Tancredo Neves e Miguel Arraes.

“Eduardo e eu tivemos a nossa trajetória iluminada por duas árvores, e talvez de alguma forma também protegida pela sombra dessas mesmas árvores, muito frondosas: Miguel Arraes e Tancredo (Neves). Ao contrário do que se pudesse significar para alguns como alguma cobrança excessiva em relação aos nossos caminhos, e falávamos muito sobre isso, isso foi sempre inspiração, foi sempre energia”, destacou Aécio Neves.

O presidente do PSDB destacou a trajetória de Eduardo Campos na vida pública. “Eduardo, um homem que não se encantava pela liturgia do cargo e que sabia conviver com a responsabilidade das funções que executou e, ao mesmo tempo, com uma enorme alegria. Eduardo transbordava alegria. Permitia que a sua responsabilidade convivesse com algo que inspirava e inspira aqueles que de alguma forma tiveram o privilégio de conviver com ele”, afirmou.

A homenagem ao ex-governador que faleceu ano passado, em acidente aéreo, durante a disputa pela Presidência da República, reuniu em Recife os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), e da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB); o presidente do PSB, Carlos Siqueira, e do PPS, deputado Roberto Freire; o prefeito de Recife, Geraldo Júlio; a ex-candidata a presidente Marina Silva; além do presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda; do ministro da Defesa, Jaques Wagner; ex-governadores, senadores e deputados.

Em seu pronunciamento, Aécio Neves lamentou a falta que Campos faz nos quadros da política nacional.

“Se em qualquer tempo, em qualquer país, homens das qualidades, da experiência e da responsabilidade de Eduardo fazem falta, hoje, no momento pelo qual o Brasil passa, e todos nós nos preocupamos cada dia mais com o futuro que está por vir, a ausência de Eduardo se torna ainda maior, quase que insubstituível. Não tenho dúvida de que a palavra dele não seria muito diferente da de muitos que aqui hoje falaram. De cobranças em relação àquilo que deve ser cobrado. De denúncias em relação àquilo que deve ser denunciado, até porque é pedagógico. Mas, acima de tudo, de absoluta responsabilidade para com o Brasil”, disse.

Aécio Neves também agradeceu a Marina Silva, vice de Campos na chapa que disputava as eleições presidenciais, pelo apoio recebido no segundo turno da campanha.

“Eu guardo com muito carinho as suas palavras, no momento da campanha, de dor imensa, você (Marina), me permitiu ter o privilégio e a responsabilidade de dar continuidade a aquele sonho que hoje é de todos nós. A política, se ela traz muitas frustrações, e elas são permanentes, a política também nos permite momentos e situações que talvez nenhuma outra atividade permitisse viver. Conhecer pessoas de gerações, de regiões, de atividades diferentes. E foi a política que me permitiu o privilégio de conviver com Eduardo e de lhe conhecer, Marina, um pouco mais por dentro da sua alma e dizer que alegria: que honra o Brasil ter uma mulher da sua fibra, da sua qualidade intelectual e do seu imensurável valor”, destacou Aécio.

Aécio participa do Festival Folclórico de Parintins

Aécio participa de festival folclórico em Parintins, no Amazonas, festa popular realizada anualmente no último final de semana de junho.

O Senador e Presidente Nacional do PSDB enalteceu o valor cultural e histórico do folclore brasileiro.

Fonte: PSDB

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Aécio disse que falta atenção do Governo Federal com a região para melhoria da infraestrutura. Foto: George Gianni / PSDB.

 Confira entrevista do senador Aécio Neves na 50º Festa Folclórica de Parintins

“Há muito tempo me programava para vir a Parintins. Por uma ou outra razão acabava não acontecendo. Tenho uma filha que tem 23 anos, grande estudiosa do folclore brasileiro, e ela está brigada comigo hoje porque como vim direto de Brasília e ela não estava em Brasília não pode vir. Mas tenho dito que vocês vão demonstrando ao longo do tempo como é importante a valorização da nossa história, da nossa cultura, e através do folclore vocês estão mostrando, sobretudo às futuras gerações, nossas raízes, de onde viemos. E isso ajuda muito a gente pensar para onde queremos ir, com valores como a ética, a moral, educação de qualidade.

Então apenas o que me entristece nesse instante é que todos aqueles compromissos que foram assumidos no passado, de criar uma infraestrutura melhor até para o turismo nessa região, como a melhoria do porto, por exemplo, ficaram apenas na campanha eleitoral. Então é muito importante que acima de partidos políticos,  haja uma grande convergência em torno daquilo que é fundamental para o Brasil. E o desenvolvimento dessa região, ela é, em primeiro lugar fundamental para quem vive aqui. Essa deve ser a primeira das prioridades.

Emprego de qualidade, uma exploração mais adequada da nossa biodiversidade, que foi abandonada pelo governo – estamos vendo como está o centro de biotecnologia hoje em Manaus praticamente abandonado. Então tenho absoluta convicção de que se houver um governo que compreenda a importância dessa região para o desenvolvimento dela própria, para as pessoas que vivem aqui, do meio ambiente e do Brasil, vamos das um salto de qualidade muito rapidamente. Estou muito honrado pelo convite do meu amigo-irmão, prefeito Arthur Virgílio Neto, uma das mais expressivas e respeitadas lideranças da política nacional e estou aqui dividido entre o Caprichoso e o Garantido. Só não me peçam para dizer com qual eu vou”.

Aécio diz que irresponsabilidades fiscais de Dilma podem levar a seu impeachment

“Se for aprovado o relatório do TCU rejeitando as contas da presidente, fortalece a tese da investigação via PGR”, comentou Aécio Neves.

“Do ponto de vista jurídico, vai ser a faísca que faltava”, disse o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG).

Fonte: O Globo

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Para Aécio, rejeição das contas de Dilma será ‘faísca’ para investigação por crime de responsabilidade. Reprodução.

 

Para oposição, decisão do TCU pode até mesmo embasar um pedido de afastamento da presidente

Se o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitar as contas da presidente Dilma Rousseff, nesta quarta-feira, os líderes da oposição vão anexar o acordão a representação para abertura de inquérito por crime de responsabilidade já impetrado na Procuradoria Geral da República (PGR). Os líderes da oposição avaliam que é o elemento que falta para configurar o crime de responsabilidade e até mesmo para embasar um pedido de afastamento da presidente Dilma.

– Se for aprovado o relatório do TCU rejeitando as contas da presidente, fortalece a tese da investigação via PGR. Do ponto de vista jurídico, vai ser a faísca que faltava – disse o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG).

No encontro desta terça-feira com os líderes da oposição, o ministro Augusto Nardes sinalizou que seu relatório vai acompanhar o Ministério Público junto ao TCU, que pede a rejeição das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff por “graves irregularidades”, além das“pedaladas” fiscais, e vê uma responsabilidade direta da presidente da República, o que justificaria a rejeição das contas. Nardes avalia que se perder, vai ser por um voto, mas mesmo assim o TCU fará história nessa votação.

Para Aécio, houve fraude e crime de responsabilidade, quando a presidente Dilma, na véspera da eleição, não repassou recursos aos bancos oficiais – Caixa, Banco do Brasil e BNDES – para financiar os programas sociais, e com esse dinheiro não repassado, inflou o Minha Casa Minha Vida, Seguro Safra, Pronatec e outros programas.

– Por isso tinha bolsistas recebendo R$ 2 mil na conta na véspera do segundo turno, sem saber de onde vinha esse dinheiro. Dilma usou o mesmo dinheiro para duas coisas. É o mesmo caso do cidadão que tinha R$100 reais na conta e deu dois cheques desse valor para o verdureiro e para o padeiro. Um dos dois vai bater na sua porta com um cheque sem fundos – explicou Aécio.

Ao invés de investir no Brasil, Dilma injeta dinheiro em Cuba e Venezuela

Projetos para obras em países como Cuba e Venezuela foram financiados com juros mais baixos do que os cobrados para projetos no Brasil.

Cuba terá 25 anos para pagar o empréstimo

Governo Dilma tem investimentos suspeitos. Foto: Reprodução.

Governo Dilma tem investimentos suspeitos. Foto: Reprodução.

Divulgação de dados de empréstimos no exterior reforça necessidade de CPI do BNDES, defende Aécio Neves
O senador Aécio Neves (PSDB) avalia que a divulgação de dados sobre empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para obras no exterior reforça a necessidade de abertura de uma CPI no Senado para aprofundar os critérios utilizados pelo banco para a liberação dos financiamentos.

Após pressão de partidos de oposição e da sociedade, o banco divulgou na terça-feira (02/06) informações que eram mantidas em sigilo. Apenas cinco grandes empreiteiras concentram 99,4% das operações financiadas no exterior, que somam US$ 11,9 bilhões desde 2007.

De acordo com informações do próprio BNDES, projetos para obras em países como Cuba e Venezuela foram financiados com juros mais baixos do que os cobrados para projetos no Brasil e com prazos maiores de pagamento, como no caso de Cuba, que terá 25 anos para pagar o empréstimo.

“É preciso que o BNDES dê o segundo e fundamental passo, que é esclarecer de que forma esses empréstimos são escolhidos, de que forma as empresas e os países são determinados, e qual o benefício que esses empréstimos trazem a quem os financia, que é a população brasileira. Por exemplo: é importante que o BNDES explique em documentos, de forma clara, por que Cuba, uma ditadura, recebe um financiamento com cerca de 25 anos de carência para o pagamento”, criticou Aécio Neves em entrevista à imprensa no Senado.

Aécio Neves questionou também os critérios utilizados pelo banco para oferecer melhores condições para o financiamento de obras no exterior em detrimento de projetos de infraestrutura no Brasil.

“Viajei por todo o Brasil na campanha eleitoral. Temos portos com obras interrompidas, outros com a obras sequer iniciadas, e que demandariam empréstimos como esse. Qual o critério para se dar a Cuba um empréstimo de forma tão favorecida? 25 anos para pagar. Que garantias o governo cubano está oferecendo? Que benefícios isso traz aos brasileiros que são os financiadores desse empréstimo? Essas questões ainda estão sem resposta. Cabe ao BNDES explicar também isso”, afirmou.

Aécio Neves disse ainda que a divulgação dos dados que eram mantidos em sigilo também comprova que a presidente Dilma Rousseff mentiu aos eleitores ao dizer que os empréstimos não eram destinados a Cuba e a outros países.

“O que ficou claro é que a presidente mentiu na campanha eleitoral, mais uma vez, ao dizer que esse financiamento não era para Cuba. Foi sim para o governo cubano. É ele que deverá pagar para o governo brasileiro. Por que Cuba merece ter um financiamento com 25 anos, enquanto a maioria dos outros financiamentos estão entre 10 e 15 anos?”, questionou Aécio Neves.

Propaganda do PT foi ‘enganosa e fantasiosa’, diz Aécio

Aécio acusou o PT de “esconder” Dilma e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

População com panelaço protestou contra malfeitos do PT

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oposição critica propaganda do PT e comemora panelaço

Em meio às manifestações contra a inserção do partido, presidente do PSDB Aécio Neves não poupou críticas à peça da legenda

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou como “enganosa e fantasiosa” a propaganda do PT veiculada nesta terça-feira, 5, em cadeia nacional de rádio e TV. Já o presidente do DEM, senador Agripino Maia, afirmou que os panelaços mostram que “para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”.

Em nota, o tucano acusa o PT de “esconder” a presidente Dilma Rousseff e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

“O programa do PT zomba da inteligência e desrespeita milhões de trabalhadores e de famílias que conhecem bem a realidade em que vivem”, diz o texto.

O PSDB também divulgou vídeo em seu perfil oficial no Facebook com duras críticas ao governo petista, confira:

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Aécio também criticou o ajuste fiscal proposto pelo governo. Segundo ele, o PT diz na TV que defende o direito trabalhistas bem no dia que “chegam à Câmara dos Deputados duas Medidas Provisórias assinadas pela presidente em que são claros os cortes de conquistas dos trabalhadores”.

No programa desta terça, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do partido, Rui Falcão. Não houve participação de Dilma – ela aparece brevemente nas imagens, sem identificação. Lula centra sua fala contra terceirização enquanto Falcão anuncia que o partido vai expulsar militantes que forem condenados por “malfeitos”.

A transmissão da peça foi alvos de novas manifestações em diversas partes do Brasil. “Que papelão! Eles não conseguiram escapar do panelaço. Só conseguiram adiar do dia 1º para o dia 5 de maio. As vaias são a prova de que, para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”, disse Agripino Maia, em referência ao fato de Dilma não ter feito o pronunciamento no Dia do Trabalho por medo de novos protestos.

Aécio Neves: Dilma coloca ajuste na conta dos trabalhadores

Dilma chama trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança.

Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.

Fonte: Folha de S.Paulo 

Dilma chama trabalhadores para pagar conta de ajuste, artigo Aécio Neves

Aécio: O baixo crescimento tem efeitos perversos para a vida dos trabalhadores. Divulgação

O Dia do Trabalho

Artigo AÉCIO NEVES

Quando se critica a má gestão do governo do PT e, em especial, os erros sucessivos da política econômica dos últimos anos, muitos acham que a oposição é pessimista e gosta de mostrar só o que não funciona. Mas é justamente o contrário.

Temos tudo para ser um grande país se o governo não atrapalhar tanto, com os seus sucessivos erros, o crescimento econômico e o avanço social dos brasileiros.

Ao contrário de vários países emergentes, no Brasil há uma Justiça e órgãos de controle independentes, que estão lutando contra o aparelhamento político das estatais, patrocinado pelo governo do PT; temos uma indústria diversificada e um setor agropecuário que é um dos mais competitivos do mundo e um amplo sistema de proteção social estabelecido pela Constituição em 1988.

O natural seria estarmos crescendo entre 4% e 5% ao ano, em vez de termos uma estagnação (crescimento econômico igual a “zero”) no triênio 2014, 2015 e 2016, segundo projeções do mercado. Isso é ainda agravado pelo fato de, nesses mesmos três anos, a inflação média esperada ser de 6,7% ao ano, uma anomalia para um país que não cresce.

O baixo crescimento tem efeitos perversos para a vida dos trabalhadores. Na última semana, o IBGE mostrou que a taxa de desemprego cresceu pela terceira vez consecutiva neste ano e a renda real dos trabalhadores já teve queda de 3% neste período.

Além disso, como a correção real do salário mínimo está ligada ao crescimento do PIB, a estagnação da economia aponta para um crescimento “zero” no valor real do salário mínimo nos próximos dois anos e um aumento médio, no segundo governo Dilma, inferior a 1% ao ano!

O governo, depois de negar sistematicamente nas eleições a necessidade de qualquer ajuste fiscal, propõe agora um ajuste rudimentar cuja parte mais visível foi um corte real de 50% no investimentos dos ministérios da Saúde e da Educação, no primeiro trimestre do ano, redução dos direitos do trabalhadores e propostas de aumentos de vários impostose da conta de luz, que somam R$ 52 bilhões de uma meta de R$ 58 bilhões de superavit primário do governo federal.

A presidente Dilma está chamando os trabalhadores para pagar do seu bolso 89% do custo do ajuste fiscal, sem ter fechado um único ministério ou cortado um único cargo de confiança. Não houve o que comemorar no Dia do Trabalho. O governo estragou a festa.

O presidente dos Correios escreveu artigo em resposta ao texto por mim publicado nesse espaço. Tendo em vista os erros e deliberadas imprecisões e omissões contidas no texto dele, convido a quem se interessar pelo tema a acessar psdb.org.br/acao-irregular-correios para mais informações.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Costa e Youssef serão ouvidos pelo TSE em ação do PSDB que pede cassação de Dilma

AIJE foi protocolada no final do ano passado por Aécio Neves e pelo diretório nacional do PSDB contra a coligação da presidente.

TSE também quer ouvir um servidor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O PSDB acusa o órgão de ocultar dados econômicos e sociais negativos durante a campanha petista de 2014.

Fonte: O Globo

TSE quer ouvir doleiro e ex-diretor da Petrobras em processo que pede cassação de Dilma

O objetivo das oitivas é questionar Costa e Youssef se eles fizeram repasse de propina para o financiamento da campanha de 2014. Reprodução

TSE quer ouvir Costa e Youssef em ação do PSDB que pede cassação de Dilma

Delatores da Lava-Jato serão intimados a prestarem depoimento em investigação eleitoral

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, determinou que dois delatores da Operação Lava-Jato sejam ouvidos em um processo ajuizado pelo PSDB que pede a investigação da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Em decisão publicada nesta segunda-feira, Noronha pede oitiva do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.

Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi protocolada no final do ano passado, antes da diplomação da presidente, pela coligação do candidato derrotado à Presidência Aécio Neves (PSDB) e pelo diretório nacional do PSDB contra a coligação da presidente, contra o vice, Michel Temer (PMDB), e seus respectivos partidos. Eles alegam que “a eleição presidencial de 2014 teria sido manchada pelo abuso do poder econômico e político” e pedem cassação do registro dos candidatos.

A decisão inicial de Noronha, em 16 de abril, foi por não acatar os pedidos de colheita de provas e inquirição de testemunhas na ação. O PSDB, então, entrou na semana passada com um recurso e o corregedor refez sua decisão. Ele determinou o envio de carta ao juiz da 13ª Vara Criminal do Paraná, Sérgio Moro, para solicitar o depoimento de Costa e Youssef para que os dois façam “esclarecimentos capazes de influir” no processo.

— (…) considerando o princípio da economia processual e visando o melhor exame das alegações articuladas pelos representantes, reconsidero a decisão de fls. 824-826 e defiro a produção das provas requeridas —, diz Noronha em seu despacho. O objetivo das oitivas é questionar Costa e Youssef se eles fizeram repasse de propina para o financiamento da campanha de 2014.

No recurso, o PSDB alega que o TSE deve “prover os meios para a revelação da verdade, garantindo-lhes a possibilidade de produzir a prova testemunhal na forma requerida, sob pena de ‘nítida violação ao devido processo legal e à ampla defesa’”. Além disso, pedem investigação de “suposta obtenção de recursos de forma ilícita de empresas prestadoras de serviço à Petrobras, repassados aos partidos integrantes da coligação” da presidente Dilma.

Na delação premiada da Operação Lava-Jato, Costa declarou que recebeu um pedido de Youssef e que autorizou o uso de R$ 2 milhões destinados ao PP, desviados de contratos da estatal, na campanha de 2010 de Dilma. O pedido teria partido do ex-ministro Antônio Palocci, conforme a delação de Costa. Youssef desmentiu o depoimento do ex-diretor.

O TSE também quer ouvir um servidor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O PSDB acusa o órgão de ocultar dados econômicos e sociais negativos durante a campanha petista de 2014. Ainda na mesma ação, os tucanos pedem documentos sobre eventos realizados no Palácio da Alvorada e gastos com publicidade para apurar o uso da “máquina administrativa federal” que teria sido “claramente colocada a serviço das pretensões políticas dos ora investigados desde muito cedo, por meio de desvio de finalidade de pronunciamentos oficiais em cadeia nacional, eminentemente utilizados para exclusiva promoção pessoal da futura candidata”.

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