Manobra: 68 mil famílias começaram a ganhar benefícios sociais em 2014

Só neste ano, de janeiro até outubro de 2014, mês do segundo turno da eleição para presidente, foram liberados R$ 173,7 milhões.

Uso da máquina pública na campanha eleitoral

Fonte: O Globo

Manobra eleitoral: 68 mil novos benefícios sociais em 2014

Manobra eleitoral: número de famílias atendidas pelo Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais também cresceu exponencialmente este ano. Divulgação

Em 2014, 68 mil famílias começaram a ganhar benefício do programa de fomento

Ministério do Desenvolvimento Social diz que aumento do atendimento já estava em cronograma

O número de famílias atendidas pelo Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais também cresceu exponencialmente este ano. De janeiro de 2012, quando o programa foi criado, até dezembro de 2013, foram atendidas 55,2 mil famílias. Somente em 2014, entre janeiro e outubro, mais 68,4 mil famílias começaram a receber o apoio financeiro, de acordo com dados do MDS.

Informações do Siafi mostram que os valores também cresceram em ano eleitoral. Nos dois primeiros anos do programa, de janeiro de 2012 a dezembro de 2013, o programa liberou R$ 77 milhões em benefícios. Só neste ano, de janeiro até outubro de 2014, mês do segundo turno da eleição para presidente, foram R$ 173,7 milhões.

O Ministério do Desenvolvimento Social informou que o programa “veio numa rota crescente de atendimento, conforme já previsto inicialmente no cronograma”. A meta do MDS é levar os recursos até 286,2 mil famílias de agricultores.

“O atendimento das famílias no Programa de Fomento ocorre em etapas, seguindo um cronograma de atividades definido previamente no contrato assinado pela entidade de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) com o MDA ou com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Somente a conclusão da etapa em curso permite a execução da próxima etapa ou da atividade prevista no cronograma”.

O MDS explica ainda que na ação cada família beneficiada recebe R$ 2,4 mil (ou até R$ 3 mil na modalidade semiárido), em até 3 parcelas, para investir em um projeto que amplie ou diversifique a produção de alimentos na propriedade familiar. Esse valor, não reembolsável, é transferido às famílias por meio do cartão do Bolsa Família (e seguindo o calendário de pagamento dele).

A pasta diz que a liberação das parcelas depende também das informações dos agentes de Ater, que elaboram laudo assegurando que as famílias estão implantando as melhorias previstas nos projetos. “Assim, ocorrem concentração de repasses em alguns meses, caso as entidades façam encaminhamento conjunto de lote de laudos”, justifica.

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Publicado em 17/11/2014, em Nordeste e marcado como , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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